terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Olhar a diferença "12 Meses, 12 Olhares"




Divulgo, hoje, o calendário de 2011, "Olha a diferença, 12 meses, 12 olhares", trabalho da responsabilidade da equipa da Educação Especial do Agrupamento D. Lourenço Vicente, na Lourinhã. 
Trata-se de um projecto que teve início no Ano Lectivo de 2009/10 e que, pela sua dimensão (envolveu alunos de todos os ciclos do Agrupamento), só agora se concretiza.  
Não posso deixar de felicitar todos os que foram responsáveis por concretizar esta ideia.
Parabéns e obrigada por permitirem que partilhe o Vosso trabalho.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010









continuo a ser dona deste dia...

sábado, 22 de maio de 2010

Experiências no Second Life - 1


Para ouvir o texto
Entrei pela primeira vez no Second Life, no dia 3 de Março de 2009. Aconteceu durante o Módulo de Ambientação do Curso de Mestrado em Pedagogia do Elearning da Universidade Aberta. Esse módulo tinha como objectivo geral permitir que nos familiarizássemos com o ambiente virtual no qual íamos trabalhar, quer do ponto de vista técnico quer do ponto de vista da optimização da utilização das ferramentas de comunicação disponíveis, quer ainda do Modelo Pedagógico seguido pelo curso. O Second Life era uma das ferramentas que iríamos utilizar fora da Plataforma de elearning Moodle da Universidade Aberta.
Começou assim a exploração do Second Life (SL).
Ao longo do 1º ano do Curso tivemos, em três momentos  distintos, de desenvolver actividades naquele ambiente  virtual: no Módulo de Ambientação, nas Unidades Curriculares (uc) Comunicação Educacional e Ambientes Virtuais de Aprendizagem.  Durante a execução das tarefas fui tendo experiências paralelas, fazendo as minhas explorações individuais, completando as aprendizagens que fazia no âmbito do trabalho do mestrado. 
Inicio hoje, com este post, uma espécie de diário do que foi e está a ser a minha experiência nesse mundo virtual. A razão pela qual o faço apenas agora talvez esteja relacionada com o facto de, neste momento, ter mais disponibilidade. Por outro lado, a vontade de construir este diário aconteceu várias vezes, no entanto, ainda não havia decidido se o faria neste blog, se construiria um blog apenas para efectuar esses relatos. 
Para já, parece-me mais pertinente iniciar aqui esse percurso. Tenho a certeza de que a Isor Portland (nome do meu avatar) é a minha representação no SL, e, para já não faz sentido criar um blog com outra identidade.
Além destas palavras, deixo também um vídeo que fiz hoje onde apresento a sequência dos rostos do meu avatar - Isor Portland:

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Ponto 3 do artigo 22º da Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro

Para ouvir o texto

Neste post não vou discutir nem a pertinência do Estatuto do Aluno nem as alterações que desde 2008 o mesmo provocou nas dinâmicas das Escolas.
Também não vou, porque não tenho conhecimentos para tal, dar um parecer jurídico. Limito-me a relatar um facto, a reflectir sobre ele e a colocar uma questão.

Contexto:
Vários professores discutem, informalmente, sobre a interpretação do *Ponto 3 do artigo 22º da Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro, em particular, do seguinte excerto:  "...o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar..."
É consensual, nessa discussão, que a Não Aprovação na  Prova de Recuperação implique:
PRIMEIRO - Que o Conselho de Turma tenha de se reunuir;
SEGUNDO - Que o Conselho de turma possa determinar, partindo de três pressupostos e considerando-se pertinente, um quarto aspecto, uma das três situações que se lêem nas alíneas consequentes ao ponto 3 do artigo 22º da Lei n.º 3/2008.
A divergência de opiniões acontece, quando os professores discutem a interpretação a dar ao seguinte trecho: o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas:
PRIMEIRA INTERPRETAÇÃO - O Conselho de Turma avalia os motivos das justificações de faltas apresentadas, isto é, o conselho de Turma pronuncia-se sobre se, por exemplo, um atestado médico (alínea a) do artigo 19º da Lei n.º 3/2008) pode ter o mesmo peso que uma justificação de faltas que tenha sido apresentada pelo Encarregado de Educação (alínea k) do artigo 19º da Lei n.º 3/2008) . 
SEGUNDA INTERPRETAÇÃO - O Conselho de Turma decide se justifica ou não as faltas dadas (leia-se as injustificadas), uma vez que esse será um factor além do período lectivo e do momento em que a prova ocorreu que poderão determinar a realização de uma 2ª Prova de Recuperação. 

Na primeira interpretação, sustenta-se que o Conselho de Turma deve opinar sobre o carácter das justificações das faltas injustificadas, prevendo-se, portanto, que o Conselho de Turma se pronuncie sobre justificações de faltas que nunca existiram, uma vez que as faltas que dão origem ao processo são injustificadas.
Na segunda interpretação, assume-se que o Conselho de Turma deve decidir sobre a justificação ou não das faltas injustificadas, uma vez que são essas que dão origem ao processo, isto é, à necessidade de realizar a 1ª Prova de Recuperação. 

A questão é: Que processo poderá dar mais legitimidade à primeira interpretação do que à segunda?




*3 — Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar.
a) O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;
b) A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c) A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Como se participa online na organização de uma Conferência sobre elearning, enquanto estudante do MPeL



Para ouvir o texto



Sempre soube que iria escrever este texto, no entanto, senti, também, que só o faria quando me conseguisse distanciar o suficiente para poder registar objectivamente o  processo de envolvimento na organização da 1ª Conferência do Mestrado em Pedagogia do Elearning, que teve lugar na passada sexta-feira, dia 14 de Maio, na Fundação Portuguesa das Comunicações.
Tivemos (MPeL3) conhecimento da vontade de realizar este evento aquando do encontro presencial, na Futurália, a 12 de Março. Mais tarde, e já no espaço da Coordenação da Plataforma Moodle, a Professora Lina Morgado, Coordenadora do Curso, confirmou a existência da iniciativa, convidando-nos a fazer parte da comissão organizadora do evento.
Posteriormente, e após sondagem sobre a nossa disponibilidade para participar presencial e/ou online, foi-nos pedido pela Professora que nos organizássemos em equipas de acordo com os aspectos que gostaríamos de trabalhar.
Assim, foram formadas quatro equipas que corresponderam à abertura de 4 Fóruns distintos:
  • Fórum - Elaboração da Comunicação para a Conferência_ myMPeL;
  • Fórum - Equipa Produção de Conteúdos para myMPEL;
  • Fórum - Concepção e gestão do Site da Rede;
  • Fórum - Apoio à disseminação: Facebook ,Twitter, Redes, blogues.
Os vários elementos que se disponibilizaram a colaborar escolherem os aspectos onde queriam contribuir. Houve ainda um encontro no Skype que demorou cerca de duas horas e onde, em conversa com a Professora Lina Morgado, trocámos ideias e fomos definindo estratégias de actuação. 
A partir desse momento e ao longo de 4 semanas, trabalhámos online como colaboradores, integrando assim a comissão organizadora. 

O Fórum  para a Elaboração da Comunicação para a Conferência contou com a abertura de 17 temas e um total de 82 respostas. Paralelamente, foi criado um wiki, onde o texto foi sendo construído. De referir ainda, neste aspecto, as conversas tidas no skype e a utliização do mail para partilha da versão final da apresentação em powerpoint.

No Fórum Equipa Produção de Conteúdos foram abertos 19 temas  com um total de 109 respostas. Neste espaço, foi produzido o guião para a elaboração das entrevistas com os testemunhos das várias edições do Curso e cujo resultado final pode ser visto aqui: Testemunhos. Além do guião, foram definidos os procedimentos a realizar para o envio, por mail, do pedido de colaboração, bem como definida a forma de ir registando a chegada dos testemunhos.
Foi também neste espaço que se sugeriram os recursos disponibilizados no site da Conferência e que foram elaborados ao longo do MPeL3 no contexto de diferentes unidades curriculares:
No Fórum da Concepção e gestão do Site foram abertos 7 temas com um total de 11 respostas.
E, por fim, o Fórum de Apoio à disseminação: Facebook ,Twitter, Redes, blogues contou com a abertura de dois temas com um total de 6 respostas. Além da divulgação feita nos blogues de cada mpeliano e do Curso, no Twitter e Facebook, nas contas de cada um, foi criada uma página para o evento no Facebook.
Entretanto, a Professora Lina Morgado ia-nos fazendo o ponto da situação sobre outros aspectos relacionados com a organização, nomeadamente, o cartaz de divulgação, o programa, os apoios e o espaço
Ainda nesta fase da organização, prepararam-se quatro apresentações. Três de projectos desenvolvidos em AVA (uc Ambientes Virtuais de Aprendizagem) - Protótipos de Cursos  para jovens, para pais e o Curso: Caos Web 2.0 - e a síntese da conferência. 
No dia da Conferência, foi precioso o relato via twitter.
Termino esta referência a todo o processo de envolvimento na organização da 1ªConferência do Mestrado em Pedagogia do ELearning, enquanto colaboradora, citando as palavras que deixei na rede de apoio do evento, um dia após a sua realização:
Ontem, quando cheguei a casa e fiz o balanço daquilo que tinha sido o dia, procurando uma expressão que pudesse sintetizar aquilo que estava a sentir, surgiram as seguintes palavras: sinto-me feliz.
E, de facto, o dia de ontem foi um dia feliz. Impera a sensação de 'missão cumprida'. Ter participado na organização dum evento como o da 1ª Conferência do MPeL é muito gratificante. E foi outro exemplo do quão satisfatório pode ser o trabalho colaborativo.
Abraço mpeliano


quarta-feira, 12 de maio de 2010

1ª Conferência do Mestrado em Pedagogia do Elearning -myMPeL2010



Sendo o MPeL um curso totalmente online, a organização desta conferência pretendeu dar voz aos seus protagonistas através da recolha online de  testemunhos/depoimentos do percurso efectuado: do que foi, está a ser, e dos desafios para o futuro de um aluno do MPeL. Para que isto fosse possível os estudantes do MPEL3, na qualidade de membros da comissão organizadora, desenvolveram uma entrevista a um conjunto de estudantes do MPEL.

Enquanto estudante do MPEL3 também dei o meu testemunho:

Todos os depoimentos estão disponíveis na rede social de apoio à 1ª Conferência do Mestrado em Pedagogia do Elearning da Universidade Aberta.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Iª Conferência do Mestrado em Pedagogia do Elearning -myMPeL2010


A 1ª Conferência do Mestrado em Pedagogia do Elearning -myMPeL2010- é uma iniciativa da Coordenação do Mestrado no quadro do Departamento de Educação e Ensino a Distância [DEED] da Universidade Aberta. Tem como principal objectivo proporcionar um espaço de reflexão, diálogo e partilha entre toda a comunidade do curso - professores, estudantes, ex-estudantes, especialistas em pedagogia do elearning - bem como com investigadores e profissionais no campo do elearning.
Mas, esta conferência pretende ser o reflexo de uma visão do que é ensinar online, do que é aprender online no momento actual.
Sendo um curso que decorre totalmente online, a organização desta conferência pretende ser também o testemunho de um percurso efectuado totalmente online, uma reflexão dos seus protagonistas do que foi, do que está a ser, e dos desafios para o futuro. -
Lina Morgado (Coordenadora do Mestrado em Pedagogia do Elearning)

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Eu vou participar.

terça-feira, 13 de abril de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Proposta de avaliação partilhada de ePortefólios

No entanto, numa última leitura de todo o trabalho, verifiquei que, nas participações, nos fóruns, cuja transcrição faço ao longo do ePortefólio fui efectuando essas reflexões pessoais a propósito de cada tema de trabalho. Assim, considerei mais pertinente escrever uma reflexão final onde faço uma proposta de avaliação partilhada de ePortefólios . Constituirá esse texto o último post deste trabalho que será agregado à estrutura que se segue. - É desta forma que introduzo na  Apresentação do meu trabalho final desta Unidade Curricular - Concepção e Avaliação em eLearning - uma proposta de avaliação partilhada de ePortefólios.
Para isso, irei, primeiro, fazer uma revisão dos textos estudados ao longo semestre, procurando fundamentar esta ideia. De seguida, apresentarei, decorrente dessas leituras, linhas orientadoras para uma avaliação partilhada de ePortefólios.
Revisão
A qualidade da avaliação em e-learning é, ainda, uma questão em aberto e a educação a distância baseada na Internet é, hoje em dia, a tecnologia dominante do e-learning. Qualquer factor de sucesso/qualidade terá sempre que ter em conta este enquadramento (Penna & Stara, 2008).
O curso online, actualmente, centra-se no aluno, havendo indicações concretas sobre a importância do feedback que deve ser dado aos alunos, e baseia-se na teoria construtivista (Carr-Chellman & Duchastel, 2000).
Para uma avaliação de qualidade, a própria avaliação deve ser avaliada, definindo-se os objectivos da avaliação; apontando que resultados serão avaliados; quando, onde e como deverá ocorrer a avaliação e quem estará envolvido nesse processo (Achtemeier et al, 2003).
Os alunos têm direito a melhorar as suas próprias produções a partir do próprio desenho da avaliação e isso também acarreta deveres para eles. O feedback virtual abre campos a uma necessária revisão e chama a atenção dos alunos sobre a qualidade dos seus contributos (Barberà, 2006).
As avaliações, antes apenas individualizadas, passam a valorizar, também, os trabalhos em grupo, onde o próprio fazer cooperativo é levado em conta. Ou seja,  são avaliados quer  o trabalho reflexivo e pessoal do aluno é avaliado como a sua participação activa nos projectos em equipe. A avaliação deve ser contínua, levando em conta todas as actividades desenvolvidas na rede. Todos os trabalhos escritos, os relatos nos diários de bordo (ou blogs), os debates em chats, listas de discussão, fóruns, entre outros serviços, bem como as contribuições de links e textos para agregadores sociais comuns devem ser acompanhados e avaliados pelo educador. Ou seja, os alunos passam a ter o seu trabalho reconhecido durante toda a duração do curso a distância. O próprio curso ganha com esse tipo de avaliação, pois quanto maior for a participação e contribuição dos educandos nas discussões e nos projectos dos colegas, mais enriquecido fica  o processo educacional de todos, construindo assim a comunidade de aprendizagem (Primo, 2006).
A premissa básica da aprendizagem através do portefólio é a de que a reflexão ao longo do tempo aumenta a capacidade de dar sentido à experiência concreta. A aquisição de competências vem através da reflexão sobre as actividades e produtos que o aluno experimenta e gera num contexto social. (Catherine & Luca, 2001).
O ePortefólio surge, assim, como uma ferramenta capaz de permitir uma avaliação continuada, reflexiva e partilhada, em ambientes de aprendizagem online.
A seguir apresentarei uma sugestão de avaliação partilhada de ePortefólios,  com a utilização de Blogues, conjugando as leituras feitas com a aprendizagem  efectuada ao longo dos 1º e 2º Semestres do Curso de Mestrado em Pedagogia do eLearning.
Proposta de avaliação partilhada de ePortefólios
Desenhar actividades que promovam quer o trabalho colaborativo quer cooperativo, solicitando, nas instruções das actividades, que haja a reflexão  do trabalho produzido ou a publicação do próprio trabalho com limitação de tempo. A necessidade de definir uma data limite advém do facto desse ser um processo que possa permitir pedir, também, dentro do desenho da actividade, que os alunos façam observações sobre os trabalhos dos colegas nos comentários. 
Dessa forma, as apreciações, sugestões e comentários poderão enriquecer o trabalho de toda a comunidade de aprendizagem e permitir a regulação das aprendizagens.
Referências
  • ACHTEMEIER, Sue D.; MORRIS, Libby, V.; FINNEGAN, Catherine L. (2003) "Considerations for Developing Evaluations of Online Courses". JALN 7, Issue 1. http://www.edtechpolicy.org/ArchivedWebsites/Article/ConsiderationsDevelopingEvaluations.pdfVolume
  • BARBERÀ, E. (2006) “Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación”. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI. http://www.um.es/ead/red/M6/
  • CATHERINE, McLoughlin; LUCA, Joe (2001) Quality in online delivery: What does it Mean for assessment in E-learning Environments? ASCILITE 2001 Conference proceedings. http://ascilite.org.au/conferences/melbourne01/pdf/papers/mcloughlinc2.pdf
  • CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241). http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/CarrChellaman%202000.pdf
  • PENNA, Maria Pietronilla & STARA, Vera (2008) "Approaches to E-learning quality Assessment". http://isdm.univ-tln.fr/PDF/isdm32/isdm_pietronilla.pdf
  • PRIMO, Alex (2006) "Avaliação em processos de educação problematizadora online". In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, v. , p. 38-49. http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/EAD5.pdf

segunda-feira, 8 de março de 2010

Father and Son

sábado, 6 de março de 2010

CAeL / ePortfólio - Apresentação

Justificação
O presente trabalho pretende cumprir um dos aspectos da avaliação em Concepção e Avaliação em e-Learning, Unidade Curricular do Curso de Pedagogia em eLearning pela Universidade Aberta, Professora Lúcia Amante.
De acordo com o capítulo XIX do Contrato de Aprendizagem, no portefólio, devem estar reunidos  os produtos resultantes de cada actividade desenvolvida, bem como reflexões pessoais sobre o processo de trabalho subjacente à sua realização e outras que o estudante entenda incluir. Ainda de acordo com o texto do Contrato de Aprendizagem, pretendia-se que este registo tivesse sido feito ao longo do Curso. No meu caso, tal não aconteceu. Por uma questão de gestão do tempo e, uma vez que a consecução das actividades não exigia que os trabalhos fossem publicados no Portefólio, optei por proceder, após a conclusão da última tarefa inerente à actividade 4, à análise de todo o processo e, então, publicar postes de apresentação dos vários trabalhos bem como fazer a descrição do processo de cada actividade.
Organização
Assim, o presente portefólio está organizado em quatro partes distintas, correspondentes aos quatro temas de trabalho, tendo, cada um deles, dois momentos: Apresentação da aprendizagem resultante de cada uma das actividades e que será designado como Construção do conhecimento e que incluirá a referência aos produtos produzidos e participações em Fóruns, e Descrição do processo de desenvolvimento de cada actividade.
Inicialmente, foi pensada para cada uma das partes, um terceiro momento - Reflexões pessoais. No entanto, numa última leitura de todo o trabalho, verifiquei que, nas participações, nos fóruns, cuja transcrição faço ao longo do ePortefólio fui efectuando essas reflexões pessoais a propósito de cada tema de trabalho. Assim, considerei mais pertinente escrever uma reflexão final onde faço uma proposta de avaliação partilhada de ePortefólios .  Constituirá esse texto o último post deste trabalho que será agregado à estrutura que se segue. 

Estrutura
Tema 1 - Factores de sucesso/qualidade dos cursos online
Tema 2 - Directrizes de qualidade no desenvolvimento/avaliação de cursos online
Tema 3 - Perspectivas sobre avaliação pedagógica: a avaliação das aprendizagens em contexto online
Tema 4 - Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online
Reflexão final
    Agregador 
    Paralelamente ao trabalho desenvolvido neste blog, no âmbito de construção do ePortefólio, senti a necessidade de ir (re)construindo, em simultâneo, todo o processo num wiki [ http://cael09.wikispaces.com/ ] pelo potencial organizativo que tal ferramenta permite, funcionado como rascunho. Dessa forma foi-me facilitado o processo de análise e, em particular, a organização do trabalho aqui no blog.
       (Imagem deste post:  wordle.net
      as restantes imagens usadas 
      no portefólio foram encontradas 
      no motor de busca Google)

        Tema 4 - Descrição da actividade

        A Actividade 4 iniciou no dia 23 de Janeiro ( 2010), pretendendo-se desenvolver a seguinte competência:
        - Definir e fundamentar diferentes modalidades, instrumentos e actividades de avaliação de aprendizagens em contexto online.
        Foi-nos proposto que desenvolvêssemos a actividade em pequenos grupos, em 3 fases distintas:
        1) Constituição livre dos grupos;
        2) Selecção do texto a trabalhar;
        3) Apresentação de um Power Point sobre a abordagem do tema com base nos textos em estudo, com posterior discussão.
        Os recursos de aprendizagem disponibilizados para a consecução das tarefas foram:
        • CATHERINE, McLoughlin; LUCA, Joe (2001) Quality in online delivery: What does it Mean for assessment in E-learning Environments? ASCILITE 2001 Conference proceedings. http://ascilite.org.au/conferences/melbourne01/pdf/papers/mcloughlinc2.pdf
        • HAMMOND, Michael (2005) “A review of recent papers on online discussion in teaching and learning in higher education” Journal of Asynchronous Learning Networks. http://www.sloan-c.org/jaln/pdfs/v9n3_hammond.pdf
        • MASON, Robin; PEGLER, Chris & WELLER Martin (2004) "E-Portfolios: an assessment tool for online courses" British Journal of Educational Technology, Vol 35 Nº6 (717-727)http://www.sarasotaintranet.usf.edu/ir/Documents/DistanceLearning/mason.pdf
        • VONDERWELL, Selma.; LIANG, Xin & ALDERMAN, Kay (2007) "Asynchronous Discussions and assessment in Online Learning"  Journal of Research on Technology in Education; Spring 2007; 39, 3; ProQuest Education Journals, pg. 309http://eric.ed.gov/ERICDocs/data/ericdocs2sql/content_storage_01/0000019b/80/2b/60/df.pdf.
        O Luís Miguel Rodrigues perguntou-me, por mail, se queria iniciar um  grupo com ele. Claro que aceitei e, colocada a formação inicial do grupo, no Fórum de trabalho da actividade, juntaram-se a nós a Teresa Fernandes e a Maria de Lurdes Martins.
        Uma vez mais se optou por usar um wiki (imagem, à direita, clicar para visualizar melhor) como ferramenta de trabalho. Escolhemos para trabalhar o texto de Hammond (2005). Sendo, de novo, um texto em inglês a metodologia passou pela divisão do texto em partes, consequente tradução, revisão da tradução, síntese e construção do powerpoint.
        Reuni todos os contributos para a tradução num texto e publiquei-os aqui [ http://www.scribd.com/doc/27937819/Review-Hammond-Traducao ]. Procedi de igual forma em relação à síntese. Acede-se ao texto/síntese aqui [ http://www.scribd.com/doc/27937899/Review-Hammond-Sintese ].
        De seguida passámos à elaboração do powerpoint que teve 4 versões. Por sugestão do Luís Miguel, a apresentação do trabalho à turma, no Fórum aberto para o efeito, foi feito através do VoiceThread, pelo seu potencial de interacção, na formação online. Entretanto, e já durante a elaboração do Portefólio, publiquei, também, a última versão no Slideshare para permitir o seu download.
        Dos vários momentos de interacção com os colegas, no debate, destaco o seguinte, onde, corroborando com a opinião de um colega que, antes, afirmara que a CMC, tem permitido uma outra dinâmica colaborativa, que até aqui era quase impossível, escrevo:
        CMC - facilitadora da interacção
        Segunda, 22 Fevereiro 2010, 01:28
        Sem dúvida. Essa é uma realidade que sentimos todos os dias. Julgo que posso utilizar aqui o plural. piscar E é também uma questão sobre a qual tenho reflectido. Talvez não esteja esse facto desligado de um dos primeiros trabalhos em que comecei a trabalho para o mestrado - a primeira actividade de CE. No nosso artigo, uma das conclusões era precisamente o facto de se reconhecer que os trabalhos resultantes da interacção face a face não eram, qualitativamente, superiores àqueles que tinham sido produzidos por mediação. Outro aspecto interessante foi os participantes terem concluído que, usando a mediação, havia menos distracções.
        E ainda, dentro deste contexto, partilho aqui um vídeo que já conhecia, mas que me foi, de novo, mostrado hoje. Aconselho o seu visionamento. E apesar desta história, em alguns momentos, me trazer à memória o poema de Eugénio de Andrade "Já gastámos as palavras", não deixa de ilustrar este processo de utilização da CMC como facilitador da comunicação.

        Tema 4 - Construção do conhecimento

        Objectivo da Actividade 4 de Concepção e Avaliação em E-Learning:
         - Proporcionar uma análise, reflexão e discussão sobre as modalidades/estratégias, instrumentos e actividades que têm vindo a emergir na literatura sobre avaliação das aprendizagens em contextos de educação/formação online. 
        A metodologia sugerida para atingir o objectivo foi a constituição de pequenos grupos com vista à selecção de um texto que, após análise, teria de resultar na apresentação de um powerpoint onde fosse apresentada a abordagem do texto. Tal como fiz nas actividades anteriores, irei descrever o processo de desenvolvimento da actividade noutro post. Aqui, refiro apenas que, desta vez, formei equipa com a Teresa Fernandes, a Maria de Lurdes Martins e o Luís Miguel Rodrigues. O texto escolhido pelo grupo para trabalhar foi - HAMMOND, Michael (2005) “A review of recent papers on online discussion in teaching and learning in higher education” Journal of Asynchronous Learning Networks. http://www.sloan-c.org/jaln/pdfs/v9n3_hammond.pdf e, por sugestão do Luís Miguel, usámos o VoiceThread para apresentar o nosso trabalho à turma pelo seu potencial de interacção, na formação online.



        Desta vez, no debate que se seguiu, procurei encontrar um fio condutor entre os vários trabalhos apresentados pela turma, ou, pelo menos,  encontrar forma de ligar, nos meus comentários, os três trabalhos apresentados. Disso darei conta de seguida, transcrevendo as três participações que resultaram dessa intenção. Num dos momentos de interacção da discussão, houve uma colega que referiu como ambiciosa essa minha intenção. Julgo que consegui atingir o meu objectivo por isso, neste caso, foi gratificante ter sido ambiciosa, até porque as minhas intervenções proporcionaram a continuação do debate.

        1ª Participação - No espaço de discussão do trabalho - Avaliação em ambientes online -  apresentado por Mónica Velosa, José Carlos Figueiredo, Sandra Brás e Paulo Simões.  
        Segunda, 22 Fevereiro 2010, 01:09
        Vou começar a minha participação por destacar uma das referências da Teresa Fernandes sobre o Vosso trabalho: Passa-se então para um modelo mais centrado no aluno, em que é este que “gera produtos e recursos que podem ser utilizados e partilhados por outros”, comunicando, participando e contribuindo na comunidade online. Já foi destacado nas várias entradas a importância de centrar os modelos nos alunos. Estamos a falar de estudos que remontam ao final do século XX, princípios do século XXI. Creio que o ano mais antigo é 1999. Ora, eu comecei a trabalhar em 1989 e desde então que oiço e leio sobre a necessidade de centrar o ensino no aluno. Esta será uma questão consensual. Seja o ensino online, seja presencial. O que é facto é que os estudos continuam a mostrar que esse deve ser o caminho, significando, então, que talvez não seja esse o caminho que ande a ser percorrido. Deste trabalho dos colegas, eu vou destacar não esse aspecto, mas aquele que me parece esteja a faltar para que, de facto, o ensino se centre no aluno. E aqui, fazer, já, uma pequena correcção ao meu próprio discurso. Tenho estado a escrever, como repararam, certamente, ensino em itálico, sempre que insiro o vocábulo na expressão ensino se centre no aluno. Foi propositado, porque me parece que a alteração de perspectiva será efectiva, quando todos, naturalmente, começarmos a escrever e dizer: aprendizagem se centre no aluno. É disso que se trata. Já não existe o professor que sabe e debita, como também já aqui dissemos. Deveria existir o professor que facilitaria a aprendizagem, o professor / tutor. E a questão é saber se também o professor está a valorizar o uso da tecnologia na aprendizagem. Faço aqui referência, em concreto, aos slides que apresentam os resultados das investigações de Alexander e McKenzie (1999) que estudaram "as percepções da tecnologia por parte de estudantes e o valor da tecnologia para a aprendizagem". E um dado que acho curioso é a conclusão de que apesar dos estudantes terem a percepção de que o uso da tecnologia influencia a forma como abordam a aprendizagem; de reconhecerem que a tecnologia facilita a sua relação com os pares não sintam que haja ganhos consideráveis de aprendizagem. Estes aspectos são muito interessantes. E, nestes momentos, em que estou a ler e a tentar perceber a razão destas percepções que envolvem, sem dúvida, questões do foro psicológico, acho que também deveria estar a fazer a uc de PSICOLOGIA E INTERNET. De certeza que me/ nos iria facilitar, pelo menos ajudar a perceber melhor estes fenómenos. E aqui, salto para outro aspecto que me parece pertinente da apresentação: a questão da nova concepção do currículo. Após o slide que introduz esta temática, lemos a seguinte síntese:  A Web enquanto ambiente educativo afasta modelos de ensino baseados na transmissão de conteúdos, sendo o aluno a gerar produtos e recursos que podem ser utilizados e partilhados com outros. Sem dúvida, mas a construção desses conteúdos e recursos tem de ter sempre uma origem. E esse será o papel do professor. Para Collins e Moonen (2001), o professor planeia actividades para a máxima participação dos alunos; para Sfaard (1998), o professor é a entidade que facilita e mentor; para Kearsly e Schneiderman o professor [e vou, também, manter a versão inglesa] coaching of project based learning; para Biggs (1999), o professor maximiza a estrutura e promove a auto-direcção. Nós não teríamos produzido estes recursos, nem estaríamos aqui a ter esta discussão se não tivesse havido uma proposta de actividade. Isto é, penso que, e apesar de concordar que a grande mudança resida no facto da aprendizagem passar a ser centrada no aluno, essa perspectiva acaba por só se tornar real se o professor alterar a forma de estar. É ele que tem de promover essa mudança, nas suas práticas. Reconheço que, pela experiência do curso, talvez seja mais fácil acontecer em ambiente, totalmente, online. Digo isto porque, por exemplo, uma colega que está também a frequentar um curso de mestrado noutra Universidade, em regime também online, tem de fazer exames no final de cada semestre. É algo que, apesar dela já me ter explicado vários vezes que acontece para dar mais 'credibilidade' ao processo, eu continuo sem entender. Mais credibilidade como? Creio que a consequência mais directa será mesmo a desvalorização da aprendizagem online. E claro que valoriza a importância da avaliação do professor em detrimento do processo de aprendizagem do aluno.
        2ª Participação - No espaço de discussão do trabalho - E-Portefólios -  apresentado por Filomena Marques, Maria Leal, Pedro Teixeira e Teresa Rafael.
        Segunda, 22 Fevereiro 2010, 03:33
        Lidos os nossos trabalhos, debati-me sobre a forma como deveria participar na discussão. Sendo o objectivo discutir sobre as modalidades/estratégias, instrumentos e actividades que têm vindo a emergir na literatura sobre avaliação das aprendizagens em contextos de educação/formação online, e sendo o produto do nosso trabalho a análise, precisamente, de alguma da literatura, inicialmente, achei que deveria fazer uma texto onde apresentasse a minha leitura dos três trabalhos. Entretanto, na discussão do trabalho do grupo do José Carlos, Mónica, Paulo e Sandra, houve um aspecto que me chamou a atenção e decidi rever a minha estratégia de participação. Revi os powerpoints e encontrei um elo de ligação entre o Vosso trabalho e o do grupo antes mencionado. Na última parte do trabalho do grupo já referido, faz-se a seguinte afirmação: A avaliação com o uso da Web é mais flexível e adaptável e permite a avaliação contínua. De seguida, são apresentados os e-portfólios que, segundo Kendle e Northhcote (2000), são projectos onde se combinam a avaliação qualitativa e quantitativa, constando-se o progresso dos alunos. E é aqui que entra, na minha óptica, a Vossa apresentação. De acordo com o que percebi da leitura que fiz do Vosso powerpoint, o mesmo está estruturado em duas partes. Numa primeira parte, apresentando o e-portfólio como ferramenta de avaliação de cursos online, recorrendo a várias referências e imagens, definem e-portfólio, apresentam a sua estrutura, enquanto e-portfólio educacional, descrevem o uso e as vantagens, destacando os aspectos do uso multimédia. Numa segunda parte, apresentam os resultados dum estudo de caso. E, neste ponto, destaco a opinião de um dos alunos que registaram no Vosso powerpoint: O e-portfólio foi um grande passo em prol da afirmação do que havíamos aprendido - reuniu alguns dos trabalhos que tínhamos feito durante o curso e obrigou-nos a reflectir e a ligar os objectos de aprendizagem. Essa opinião faz eco, quanto a mim, de uma das referências que podemos encontrar no slide 10: A premissa básica da aprendizagem através do portfólio é a de que a reflexão ao longo do tempo aumenta a capacidade de dar sentido à experiência concreta. A aquisição de competências vem através da reflexão sobre as actividades e produtos que o aluno experimenta e gera num contexto social. (Cambridge & Cambridge, 2003). E fazendo de novo a ligação com o trabalho do José Carlos, Mónica, Paulo e Sandra, parece-me, pelo resultado da análise do Vosso Estudo de caso que o portfólio potencia ser uma ferramenta para a concretização de uma avaliação contínua e qualitativa como aquela que se pretende seja a avaliação com o recurso às tecnologias e, em particular, à Web (uide CAEL, slide final - Conclusões). A terminar, resta-me apenas sublinhar, também, uma das conclusões do Estudo que analisaram: o facto do e-portefólio ser considerado o meio adequado para o processo de avaliação final de um curso em que os objectos de aprendizagem sejam a base do curso.
        3ª Participação - No espaço de discussão do trabalho apresentado pelo meu grupo.
        Segunda, 22 Fevereiro 2010, 04:36
        Nesta que tem sido a minha odisseia nocturna de hoje , faltava apenas, para concluir o périplo pelos três trabalhos apresentados, esta última paragem. Começo a ficar já cansada, por isso, provavelmente, serei mais breve que nas anteriores participações, aqui [1ª Participação] e aqui [2ª Participação]. Bom, de qualquer forma, vou tentar manter o fio condutor, deixando, no final, para discussão, uma questão. Tendo começado pela leitura do texto sobre avaliação online, passei para a apresentação do e-portefólio afirmando que, de certa forma, essa apresentação materializava, ou melhor, desenvolvia, um dos processos apresentados no primeiro texto como sendo uma possibilidade de poder avaliar as aprendizagens de forma contínua e qualitativa. No final da minha participação aqui [2ª Participação], destaco o facto de, nas conclusões do estudo, se afirmar que o e-portefólio é considerado o meio adequado para o processo de avaliação final de um curso em que os objectos de aprendizagem sejam a base do curso.  A questão que, entretanto, me surgiu foi: e se o curso tiver como base a discussão em Fóruns? Não poderá o e-portfólio funcionar, também, como meio adequado para o processo de avaliação final do curso?
        Depois da questão levantada, três colegas participaram, no sentido, de concordarem que um ePortefólio poderá, também, reunir o resultado das participações dos alunos, em fóruns.

        quarta-feira, 3 de março de 2010

        Tema 3 - Descrição da actividade

        A Actividade 3 iniciou no dia 11 de Dezembro( 2009), pretendendo-se desenvolver a seguinte competência:
        - Caracterizar perspectivas sobre a avaliação das aprendizagens em contexto online.
        Foi-nos proposto que desenvolvêssemos esta actividade a pares e em cinco etapas distintas, com um momento de apresentação, em Fórum, e consequente discussão dos trabalhos resultantes. 
        O colega Luís Miguel Rodrigues sugeriu que trabalhássemos em pareceria e eu aceitei. Julgo que, pelo facto de nas anteriores actividades termos também trabalhado em conjunto, e tendo a metodologia adoptada dado resultado, tornámos a usar o mesmo procedimento: criação de um wiki (imagem da página inicial, em baixo, clicar para visualizar melhor) para desenvolvimento das várias tarefas inerentes à Actividade. E, sendo dois os textos que tínhamos de ler e analisar, após a primeira leitura dos mesmos, decidimos dividir a tarefa de análise da seguinte forma:
        BARBERÀ, E. (2006) “Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación”. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI. http://www.um.es/ead/red/M6/ - Luís Miguel Rodrigues;
        PRIMO, Alex (2006) "Avaliação em processos de educação problematizadora online". In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, v. , p. 38-49. http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/EAD5.pdf - Rosalina Simão Nunes
        Refiro, então, o link [http://cael09.wikispaces.com/tradu%C3%A7%C3%B5es2#S] onde publiquei a síntese que fiz do texto de Primo (2006).
        Os produtos resultantes dos trabalhos de síntese foram reunidos num só documento.
        O Luís Miguel Rodrigues  apresentou o nosso trabalho no dia 7 de Janeiro, no Fórum aberto para o efeito, tendo a última fase da actividade - Debate sobre os trabalhos apresentados - ocorrido até meados do mês de Janeiro.

        Tema 3 - Construção do conhecimento

        Objectivo da Actividade 3 de Concepção e Avaliação em E-Learning:
         - proporcionar uma análise, reflexão e discussão sobre as perspectivas, princípios e modalidades/estratégias que têm vindo a emergir na literatura que aborda as questões específicas da avaliação das aprendizagens no contexto da educação online. 
        Desta vez, foi-nos pedido que trabalhássemos a pares.  Sobre o processo de desenvolvimento da actividade, farei, posteriormente, um post, à semelhança do que fiz em relação à primeira e segunda actividades. Trabalhei em pareceria com o colega Luís Miguel Rodrigues. A fim de cumprirmos o objectivo, tínhamos de ler e analisar dois artigos:
        • BARBERÀ, E. (2006) “Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación”. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI. http://www.um.es/ead/red/M6/
        • PRIMO, Alex (2006) "Avaliação em processos de educação problematizadora online". In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, v. , p. 38-49. http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/EAD5.pdf
        Concluída essa fase, era-nos pedido que elaborássemos um documento (3/4 pág.), sintetizando as grandes linhas de força sobre o tema em estudo, complementada com uma breve reflexão final sobre o mesmo. Indico o link [http://www.scribd.com/doc/27753013/Analise-e-Reflexao] onde publiquei o produto final resultante dessa primeira fase e transcrevo a breve reflexão final:
        A avaliação, tradicionalmente considerada como o indicador da superação ou não do processo de aprendizagem, passa a ser vista como uma facilitadora do processo de aprendizagem em contextos digitais.
        No ensino presencial clássico, a avaliação era encarada como o processo em que era afirmado, depois da aplicação de um instrumento de avaliação, se o aluno tinha ou não aprendido o que era suposto. A classificação, ao assumir vários graus, expressava o quanto o aluno tinha sido capaz de corresponder à aprendizagem esperada.
        Um ensino centrado no aluno, e nas suas expectativas, que o procure formar para um bom desempenho pessoal e social, tem nas TIC um poderoso aliado, pois estas permitem, além do EaD digital - o e-LEarning - uma grande inovação na avaliação: o acompanhamento do processo de aprendizagem. E é sobre esta última que nos vamos centrar.
        Feedback
        A avaliação, como um direito que o aluno tem, ao ser realizada recorrendo às possibilidades criadas pelo ambiente web 2.0, é uma grande facilitadora do processo de aprendizagem. Desde logo, ganha especial destaque a importância do feedback. Este, ao acontecer ao longo do processo de aprendizagem, permite que o aluno receba ajudas do professor-facilidator em ordem à obtenção de uma melhor aprendizagem, cooperando com este na construção e publicitação do conhecimento.
        Comunidades de aprendizagem
        Com o recurso a ferramentas apropriadas da web, os alunos e professores podem interagir de modo muito satisfatório e criar autênticas comunidades de aprendizagem, com disponibilidade e flexibilidade próprias do e-learning. Este sentido de pertença é um grande facilitador da aprendizagem e um bom incentivo para haver perseverança na aprendizagem, logo, para se alcançar melhores resultados.
        A grande vantagem, neste processo quer de aprendizagem, quer de avaliação reside no facto do professor não avaliar apenas o produto final, nem sobretudo este, mas sim o processo que foi realizado ao longo de toda a aprendizagem. Esta diferença faz com que a avaliação seja mais justa e realista, deixando de ser vista como um "mal necessário" para validar a aprendizagem, para ser encarada como um elemento imprescindível da aprendizagem.
        A missão de avaliar, agora, pode caber não apenas ao professor, mas também aos pares. Ou seja, num processo de aprendizagem realizado em grupo, e com o recurso às ferramentas da segunda geração web, os outros alunos também podem avaliar e apreciar o trabalho dos colegas: emitindo pareceres sobre o rumo que o trabalho leva; sugerindo fontes e actividades para alcançar de uma forma mais assertiva os objectivos de aprendizagem; valorizando o contributo que cada membro teve na realização das tarefas.
        Se a avaliação é catalisador positivo para a aprendizagem, nomeadamente a avaliação entre pares, convém, no entanto, ter presente o tipo de comunidade de aprendizagem com que se está a trabalhar. Vendo a questão mais a montante, que tipo de alunos são o público-alvo ideal para o ensino à distância: é claramente um grupo de alunos adulto, motivado e comprometido.
        No contexto educacional em que esta reflexão é produzida é clara a afirmação acima, mas falar de ensino pode ser falar de desmotivação, abandono e falta de comunidade de aprendizagem, por isso, a relevância dada ao feedback e ao conceito de comunidade de aprendizagem, nesta reflexão.

        Do debate que se seguiu à apresentação dos trabalhos à turma, destaco as seguintes intervenções que fiz:
        1ª PARTICIPAÇÃO 
        Contextualização
        Em resposta à intervenção de um colega sobre as mais valias no processo de aprendizagem e avaliação com recurso às ferramentas da web 2.0, no espaço de discussão do nosso trabalho (meu e do Luís Rodrigues), procurei esclarecer aquilo que me pareceu ser uma interpretação menos focada do nosso texto:
        Quinta, 14 Janeiro 2010, 10:10
        Nós não dizemos isso na nossa reflexão. O que realçamos como mais valia neste processo de aprendizagem e avaliação com recurso às ferramentas da web 2.0 é o facto do professor não avaliar apenas o produto final, nem sobretudo este, mas sim o processo que foi realizado ao longo de toda a aprendizagem.
        Quanto à transparência que pode resultar da apreciação e avaliação por parte dos pares, não me parece que haja dúvida e estaremos todos de acordo. No entanto, não posso deixar de sublinhar a importância que nesse contexto tem a existência da comunidade de aprendizagem. É fundamental, antes de mais, garantir que ela exista, de facto, para que a avaliação entre pares seja válida. (Reflexão / Comunidades de Aprendizagem / 4º Parágrafo)
        E atrevo-me a arriscar que para que tal aconteça, o papel do professor / tutor é fundamental.
        2ª PARTICIPAÇÃO
        Contextualização
        Mais tarde, no mesmo tema da anterior intervenção, reflecti sobre o conceito de avaliação distribuída. A essa entrada dei o título de Reflexão extemporânea.
        Quinta, 28 Janeiro 2010, 08:51
        Designei esta entrada por extemporânea porque está a ser feita fora de tempo.
        Porquê agora?
        Desde que esta discussão começou que não deixei de pensar em avaliação. A realização desta actividade decorreu num período de tempo em que eu também tive de avaliar (Avaliações Sumativas do 1º Período).
        Sei que aqui discutimos a avaliação das aprendizagens em contexto online, portanto, supostamente, diferente da avaliação que eu faço, uma vez que se trata de avaliação das aprendizagens adquiridas / desenvolvidas presencialmente. No entanto, hoje em dia, já trabalho, também, em contexto online. Logo, esta é também uma problemática cuja análise necessito fazer, enquanto professora, de forma a poder optimizar as aprendizagens dos alunos.
        De tudo o que escrevemos, é consensual a importância do feedback. Mas este será um aspecto comum ao da avaliação feita presencialmente. 
        Talvez o que distinga a avaliação das aprendizagens em contexto online das outras modalidades seja o facto desse contexto permitir a tal avaliação interpares e consequentemente a necessidade de ser feito em numa comunidade de aprendizagem.
        Eu gosto dessa ideia. A questão em que tenho andado a pensar é: como é que isso se faz?
        No nosso trabalho, eu e o Luís, discutimos isso, e no nosso documento esse aspecto foi referido: "Se a avaliação é catalisador positivo para a aprendizagem, nomeadamente a avaliação entre pares, convém, no entanto, ter presente o tipo de comunidade de aprendizagem com que se está a trabalhar. Vendo a questão mais a montante, que tipo de alunos são o público-alvo ideal para o ensino à distância: é claramente um grupo de alunos adulto, motivado e comprometido."
        Penso que esta opinião irá ao encontro daquilo que a Professora escreveu aqui: "Não sei se esta avaliação "distribuída" se aplicará de igual modo a todos os níveis, mas aos mais elevados de formação penso que é sem dúvida um factor importante a considerar.
        Portanto, para já, seria possível discutir e considerar uma avaliação "distribuída" quer em situações onde o público-alvo fosse o aluno adulto, motivado e comprometido, quer, aos mais elevados [níveis] de formação.
        Continuo a gostar da ideia. Mas não posso também deixar de aqui partilhar as palavras que escrevi, quando eu e o Luís estávamos a construir a nossa reflexão: 
        Luís, tenho algumas dúvidas sobre a "democratização" da avaliação, na perspectiva de que todos se avaliem a todos sem que seja necessária alguma disciplina. No final, alguém tem de ser responsável pela avaliação. Se aceitarmos como viável esse tipo de comunidade de aprendizagem em que a avaliação seja da responsabilidade da própria comunidade, teríamos de ter uma comunidade imune aos interesses e ambições pessoais que todos sabemos que existem. Teríamos de ter uma comunidade em que o objectivo final fosse só mesmo o da partiha do conhecimento e o de aprender mais. Ora, sabemos que a sociedade não funciona dessa forma. E a sensação que começo a ter, ultimamente, quando trabalho para o mestrado é a de que estamos a estudar e defender práticas que depois, na vida real, dificilmente conseguiremos construir, já que têm por base uma comunidade que, de facto, não existe.
        Isto é, eu julgo que, quando escrevi isto, não me estava a reportar apenas aos meus alunos, mas também à minha experiência enquanto aprendente. Neste Curso e noutros que tenho frequentado a nível da formação profissional.
        E agora que estou mais distante deste trabalho, revendo o que todos fizemos e dissemos, aventurar-me ia a sugerir que uma avaliação distribuída não poderia ser quantitativa.
        De acordo com a leitura que fizemos do texto de Barberà, quando o conceito de avaliação multidimensioal da avaliação é descrito, no aspecto da avaliação a partir da aprendizagem, é dito que os alunos têm direito a melhorar as suas próprias produções a partir do próprio desenho da avaliação e isso também acarreta deveres para eles e que o feedback virtual abre campos a uma necessária revisão e chama a atenção dos alunos sobre a qualidade dos seus contributos.
        Ora a questão que coloco é: como se quantifica este processo?
        3ª PARTICIPAÇÃO 

        Contextualização
        Na discussão do trabalho da Mónica Velosa e Sandra Brás, destaquei do seu trabalho um ponto que me pareceu relevante: a referência ao trabalho individual, feita por Primo:
        Quinta, 14 Janeiro 2010, 10:27
        Da Vossa reflexão destaco o seguinte parágrafo: 
        Terá que existir um balanço. Primo, enquanto defensor de uma aprendizagem mais colaborativa online não coloca totalmente de lado o trabalho individual. Por conseguinte, a avaliação online não deve totalmente desconsiderar os resultados e o trabalho que cada aluno desenvolveu individualmente cujo processo não foi “auscultado” um grupo. Esse balanço deverá estar no uso combinado de formas e instrumentos de avaliação. Porque é que avaliar o processo inválido a avaliação dos resultados? E vice-versa.
        É, quanto a mim, muito importante a referência, primeiro, à necessidade de fazer balanços. Reflectir sobre o que cada um e os outros fizeram. Depois, o facto de terem dado destaque à importância do trabalho individual. Seria excelente se conseguíssemos desenhar um modelo de ensino e, por consequência, de avaliação online onde a perspectiva individual fosse tão valorizada como a colaborativa.
        Ultimamente, em particular, desde que começámos este semestre e com a frequência da uc de processos pedagógicos, a teoria do cooperativismo por comparação com a aprendizagem em colaboração tem-me feito reflectir sobre as nossas práticas. Claro que ainda não cheguei a qualquer conclusão. Nem sei se lá chegarei... Pelo menos de forma definitiva, mas não posso deixar de sublinhar a importância deste tipo de trabalho de reflexão.

        Nota: O fundo das participações é diferente para distinguir as participações individuais (cinzento) da reflexão feita em conjunto (cor-de-rosa) com o Luís Miguel Rodrigues.

        Tema 2 - Descrição da actividade

        A Actividade 2 iniciou no dia 4 de Novembro ( 2009), pretendendo-se desenvolver duas competências:
        - Caracterizar diferentes propostas de desenvolvimento/avaliação da qualidade de cursos online;
        - Propor e fundamentar um modelo de avaliação de cursos online.
        Foi-nos proposto que desenvolvêssemos esta actividade em oito etapas distintas, com dois momentos de apresentação, em Fórum, e consequente discussão dos trabalhos resultantes.
        Portanto, distinguem-se duas partes que se desenvolveram faseadamente: 
         - Na primeira parte, cada pequeno grupo, proporia um modelo de avaliação com base em todas as propostas, resultantes da primeira fase da actividade. O processo seria desenvolvido em 4 fases;
        - Na segunda parte, a turma, após discussão de cada modelo apresentado, elaboraria uma proposta única, partindo do conjunto de contributos dados pelos diferentes grupos (processo desenvolvido em 4 fases).
        A primeira etapa da primeira parte consistia em formar pequenos grupos (3/4 elementos) e seleccionar um dos textos indicados em Recursos. Os textos eram:
        • ACHTEMEIER, Sue D.; MORRIS, Libby, V.; FINNEGAN, Catherine L. (2003) "Considerations for Developing Evaluations of Online Courses". JALN 7, Issue 1. http://www.edtechpolicy.org/ArchivedWebsites/Articles/ConsiderationsDevelopingEvaluations.pdfVolume
        • CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241).http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/Carr-Chellaman%202000.pdf
        • HERRINGTON, Anthony; HERRINGTON, Jan; OLIVER, Ron; STONEY, Sue & WILLIS, Jackie (2001) "Quality Guidelines for online Courses:The Development of an Instrument to Audit Online Units" In G. Kennedy, M. Keppell, C. McNaught & T. Petrovic (Eds.) Meeting at the crossroads: Proceedings of ASCILITE 2001 (pp 263-270).
        • TINKER, Robert (2001) "E-learning Quality: The Concord Model for Learning from a Distance"NASSP Bulletin, Vol. 85, No. 628, 36-46
        • HOLSAPPLE, Clyde. W. & LEE-POST Anita (2006) "Defining, Assessing, and promoting E-learning Sucess: An information systems perspective". Decision Sciences Journal of Innovative Education, Vol.4 Nº1 (pp 67-85)
        Formei grupo com o Pedro Teixeira, a  Maria de Lurdes Martins e Luís Miguel  Rodrigues. O texto escolhido foi: CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241). http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/CarrChellaman%202000.pdf
        O modus operandi para a realização da  segunda etapa da Actividade foi semelhante àquele que foi usado durante a primeira actividade.
        Uma vez que nos foi proposto proceder  à leitura e análise do texto escolhido, tendo em vista realizar uma síntese que focasse os seus principais aspectos, caracterizando a proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online, foi de novo, criado um wiki (foto da página inicial, em cima, à direita, clicar para visualizar melhor) e nele desenvolvemos o nosso trabalho colaborativo.  Assim, tratando-se de um texto em inglês, decidimos dividi-lo para tradução. Registo o link [http://www.scribd.com/doc/27750939/theideal-Traducao] para o  documento que reúne os contributos dos quatro elementos e o link [http://cael09.wikispaces.com/tradu%C3%A7%C3%B5es2#A] que remete para a  parte do texto que escolhi para traduzir. Como após a tradução do texto, elaborámos uma síntese que serviu de base para a construção do filme,  insiro também o link [http://www.scribd.com/doc/27751763/theideal-Sintese] que remete para o documento onde reuni esse produto. A discussão sobre a tradução e as alterações foram feitas no wiki e respectivo espaço de discussão. Posteriormente,  fizemos uma síntese do texto traduzido que, depois, deu origem à apresentação, tendo-se optado pelo Youtube para publicar o trabalho final.
        Usámos, também o wiki para construir a proposta de modelo de avaliação ( 5º) Com base no trabalho desenvolvido por todos os grupos e discussão efectuada, cada pequeno grupo apresenta uma proposta de modelo de avaliação de um curso online, e sua fundamentação.)
        A interacção entre os vários elementos do grupo efectuou-se através do espaço de discussão do wiki e, também, no Fórum de Trabalho da Actividade 2, na Plataforma Moodle, no tema aberto com o título do texto que analisávamos onde, no final, se registaram 28 respostas.  Das minhas participações, destaco três situações. A primeira, a propósito da organização inicial do trabalho, a segunda e terceira foram feitas durante a construção do vídeo de apresentação do trabalho. 

        1ª Participação
        Sábado, 7 Novembro 2009, 02:11
        Continuo a achar que a proposta do Luís é bastante equilibrada. No entanto, estamos, de novo, com um texto em inglês...
         (Eu acho que nós vamos sair daqui mestres em e-learning e em tradução.)Por isso, se ainda for a tempo..., sugeria que adoptássemos para esta primeira parte da actividade, trabalho em pequeno grupo, uma metodologia de trabalho idêntica à da primeira actividade, isto é: 
        1.Divisão do texto; 
        2.Escolha para tradução; 
        3.Tradução; 
        4.Revisão da tradução; 
        5.Síntese que seria, então, apresentada em filme.
        1, 2 e 3 - até 9/10 de Novembro.
        4, 5 - 11 a 13 ou 14 de Novembro, consoante a data limite que o grupo/turma decida para a discussão.
        Esta primeira fase da actividade terá de estar concluída até ao dia 16 de Novembro. Talvez fosse, também, importante, combinarmos com os restantes grupos de trabalho, a data limite para apresentar ao grupo/turma o trabalho desenvolvido (3º aspecto indicado pela Professora), já que o 4º aspecto é a discussão geral que terá de estar concluída a 16.
        A fim de adiantar trabalho, no caso de acharem este ajuste oportuno, deixo já uma proposta de divisão do texto.
        Proposta de divisão do texto para tradução:
        -Introdution / What is an online courses? / Why online courses? / : pp 229 - 232;
        -Technologies invoved in an ideal online course/ The ideal online course -/ The study Guide /   The online textbook / Assignments : pp 232 - 235;
        -Examples online / Course Communications / Interactive skill building : pp 235 - 237;
        -Theoretical bases / Some practical debates / Conclusion : pp 237 - 240.
        Podia-se usar também o wiki como ferramenta.
        (Se, entretanto, já tiverem despachado o texto, esqueçam estas palavras.)
          2ª Participação
          Sábado, 14 Novembro 2009, 01:09
          Tenho estado tão confortável no nosso wiki que me esqueci de aqui vir dando conta da evolução do meu trabalho lá. Disso darei conta, quando, no blog, fizer referência a este trabalho colaborativo que, uma vez mais, me surpreendeu pela forma como conseguimos interagir e desenvolver trabalho assincronamente. Gosto desta forma de trabalhar.
          Em relação ao produto final aqui colocado, devo confessar que, quando o Luís sugeriu a realização de um vídeo para apresentação de uma síntese, fiquei mais ou menos assim: pensativo. ehehhehhe... Mas, claro, vamos a isso!
          E ei-lo.
          Visto em ecrã grande, consegue-se acompanhar perfeitamente a leitura e a música, Luís, é fantástica.
          Excelente escolha!
          Passarei agora a indicar algumas sugestões que me parecem poderão melhorar o nosso trabalho. 
          1ª - Esta sugestão prende-se com o design. Gostei das cores de fundo de todo o filme em que a síntese é apresentada. Bastante sóbrias e facilitam a concentração. Para maior harmonização, sugeria que a imagem inicial - título - e a final - Ficha Técnica - tivessem também como fundo um azul mais acinzentado. A letra também poderia ser alterada para uma que fosse mais semelhante àquela em que a síntese aparece escrita.
          2ª - Com o título do texto, julgo que seria pertinente introduzir uma pequena indicação do que seja o nosso trabalho. Qualquer coisa como: uma síntese dos principais aspectos, com a caracterização da proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online... 
          3ª - Pormenores: 
          0:24 - "...diluir a natureza do próprio ensino ensino onlie / online; instrucional. (ponto final) 
          0:39 - No tópico Porquê cursos online?, falta o ponto e vírgula entre os vários aspectos apresentados. 
          1:19 - "m/um conflito". 
          1:32 - Julgo que a partir daqui (ou quase...) sempre que aparece online, aparece escrito desta forma on-line... Sugeria que se alterasse para online, ou, então, que se fizesse essa alteração, na primeira parte, caso achem mais apropriado. 
          2:42 - "3)...finalidade de: (faltam os dois pontos). 
          2:45 - Faltam os pontos finais. 
          5:09 - Falta um ponto final. 
          [Desculpem-me esta coisa dos pontos... É defeito de profissão... ]
          Entretanto, deixo aqui a seguinte questão. Gostaria de discutir, também, esse aspecto convosco: 
          De cada vez que revejo o texto, a tradução e, agora, as nossas sínteses, acho 'ideal' deverá ser traduzido em muitas das situações por modelo e não ideal... 
          Que dizem sobre isso? A começar pelo título: O curso online ideal ou Um modelo de curso online?

          3ª Participação
          Sábado, 14 Novembro 2009, 19:15
          (...)Quanto ao prazo para finalizar a tarefa, creio que estamos perfeitamente dentro do timing, ainda que a data de 16 seja indicada como o momento em que a discussão já tenha sido feita. Mas como não surgiram outros trabalhos, até agora, parece-me que não haja problemas com o prazo.
          Em relação ao subtítulo, concordo com a sugestão, Luís. Quanto à discussão sobre Ideal, a minha ideia era mesmo discutir a ideia que coloco, porque também não consigo ter a certeza. Parece-me que...Portanto, julgo que seja perfeitamente aceitável que se mantenha a tradução de ideal. 
          Entretanto, deveríamos alinhavar uma introdução, quando apresentássemos o vídeo à turma, não acham? Talvez com base nas conclusões do artigo?

          Da parte final da actividade - construção da proposta de modelo da turma - gostaria de destacar dois momentos de interacção, no Fórum de discussão:

          1º Momento
          Contextualização
          Na primeira situação, dialogo com uma colega que sugeriu que a referência dos três tipos de avaliação (diagnóstica, formativa e sumativa) talvez não se enquadrasse num modelo de avaliação de um curso online, mas sim num modelo de avaliação das aprendizagens dos estudantes de um curso online.
          Em resposta escrevi:
          Quarta, 16 Dezembro 2009, 00:22
          (...)A propósito da questão que coloca, também levantei essa questão, quando analisava o documento que estava na wiki. No entanto, e como diz, esses tipos de avaliação são indicadores de informação / sucesso do curso.   
          Aliás, creio mesmo, por exemplo, que, no inquérito que anexou ,está prevista a sua avaliação. Veja, considerando, como dizemos no nosso modelo, que a avaliação formativa pretende transmitir, ao aluno um feedback sobre as suas aprendizagens e os progressos realizados, vemos esses aspectos a serem contemplados na proposta de questionário de avaliação de cursos online anexado neste fórum, na alínea D::  
          D) Como caracteriza o apoio administrativo, no que diz respeito a cada um dos seguintes aspectos: 
          1. Receptividade às questões apresentadas 
          2. Resolução das questões apresentadas 
          3. Tempo de resposta
          E ainda no que respeita a introdução de ajustes, no curso, por parte do professor, também na
          avaliação formativa, na alínea E: 
          E) Como avalia a coordenação pedagógica do e-curso, no que  diz respeito a cada um dos seguintes aspectos:   
          2. Acções correctivas ou de melhoria implementadas.  
          Portanto, não sei se não será de manter essas referências aos tipos de avaliação.
          2º Momento
          Contextualização
          Na segunda situação, uma das colegas fez a seguinte sugestão de inclusão na última versão do texto: "...que fosse contemplada a dimensão "conteúdos", para além das descritas por Holsapple & Lee-Post.
          Nesta dimensão, eu consideraria os seguintes aspectos:
          - Organização /articulação dos conteúdos
          - Adequação dos conteúdos aos objectivos de aprendizagem definidos
          - Rigor científico
          - Adequação dos conteúdos aos destinatários
          - Clareza da linguagem utilizada"

          Sugeri a seguinte redacção:
          Segunda, 14 Dezembro 2009, 04:43
          Parece-me que é pertinente a sua referência aos conteúdos. No entanto, não sei se será necessário introduzir uma nova dimensão. Julgo que a sua sugestão (a bold) possa ser incluída na dimensão Entrega.
          Deixo a seguir uma proposta:
          O Professor/Formador, enquanto orientador/facilitador promove o nível metacognitivo da aprendizagem, integrando actividades e avaliação. 
          Os recursos devem estar acessíveis de acordo com as necessidades dos alunos num formato não linear, reflectindo o tema do momento e sendo actualizados regularmente. Os conteúdos disponibilizados devem ser apresentados de forma organizada, articulada e adequada aos objectivos de aprendizagem definidos. O rigor científico, a adequação dos conteúdos aos destinatários e a utilização de uma linguagem utilizada clara serão sempre critérios de orientação. 
          Os recursos deverão, ainda, reflectir a variedade de perspectivas de modo que os alunos tenham a oportunidade de julgar o mérito de diferentes posições, em vez de lhes ser dado apenas um ponto de vista, permitindo, assim, que os alunos acendam a uma variedade de opiniões. As actividades devem ser diversificadas, complexas, sustentadas e reflectir tarefas da realidade. 
          Na construção das actividades, sugere-se que possam ser utilizados os seguintes recursos: escrita, discussões assíncronas, discussões síncronas, estudos de caso, problemas práticos, tutoriais, trabalhos, exames práticos, redes sociais, blogues, micro-blogues (twitter), slides, áudio e vídeo, portfolios.

          O documento final, com a proposta de Modelo de Avaliação do Grupo / Turma foi disponibilizado, no Fórum da Actividade, no dia 11 de Dezembro de 2009 e, posteriormente, publicado, pela Teresa Fernandes, no issuu.