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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Alma de jornalista
Diz Manuel António Pina, numa entrevista ao i: "Uma coisa que eu aprendi no jornalismo é a humildade. Se conhece
escritores, sabe que normalmente são tipos que acham que é fundamental
aquilo que escrevem. No caso do jornalismo, como sabemos que aquilo que
escrevemos no dia seguinte está a
embrulhar o peixe, não é assim. No jornalismo aprendi essa humildade
fundamental. Tenho de escrever, nas minhas crónicas, 1400 caracteres, o
morto à medida do caixão – agora tenho-lhes metido o IVA, como aumentou,
escrevo 1420. E meti-lhe o IVA baixo. Depois de escrevermos uma coisa, o
coordenador corta e altera o título. O jornalismo é um trabalho
colectivo. Isso dá-nos uma grande modéstia. O Luiz Pacheco dizia que
daqui a cem anos ninguém se lembra. Qual daqui a cem anos... Mesmo na
altura já ninguém se lembra. Os escritores têm muita dificuldade em
aceitar que tudo acaba por se esquecer. Tudo tende para o esquecimento.
Mas há mais relações, o jornalista aprende com o escritor o respeito
pelas palavras, sabendo que há palavras que se dão com as outras, e
outras não. Não calcula o tempo que demoro a escrever aquela merda com
1400 caracteres. Leio aquilo tantas vezes... Volto atrás e vou para a
frente. Só a trabalheira de arranjar assunto. Eu espontaneamente só
tenho opinião uma vez por ano, agora tenho de ter todos os dias porque
ganho a vida assim. Nunca leio o que escrevi no dia seguinte, porque se o
faço fico completamente frustrado."
Destaquei este excerto, pela importância que todos os dias dou à escrita, mas toda a entrevista deve ser lida. Vale a pena a lucidez. E a história contada a propósito de Sampaio é deliciosa! Claro que eu nunca daria àquela entrevista o título que lhe deu o jornalista. Mas eu não sou jornalista.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Eu aprendo, eles aprendem. Nós crescemos.
Depois de tanta coisa aprendida e, mais importante, apreendida durante o 1º Semestre do Curso de Mestrado em Pedagogia do ELearning da Universidade Aberta, aquando do início da preparação do Ano Lectivo 2009/10, em Setembro (2009), comecei a olhar para o futuro com olhos digitais. E decidi que os alunos das turmas que me fossem atribuídas iriam usufruir dessas minhas aprendizagens.
Conversei com o Director do Agrupamento, Professor Pedro Damião, e perguntei se seria possível, na elaboração do horário, disponibilizarem-me sempre a mesma sala. Outra condição necessária seria a garantia de poder requisitar cinco computadores portáteis para todas as aulas. Por fim, o acesso à Internet na sala de aula.
Tive as garantias de que necessitava. E o processo já tinha começado.
Sempre que falo deste Projecto, para o caracterizar em termos gerais, digo: Neste ano, aboli o papel da sala de aula.
É claro que esta frase é hiperbólica. O papel ainda existe, não só porque há um manual adoptado e que foi adquirido pelos alunos, mas porque a maioria das aprendizagens e hábitos de estudo dos alunos passa, ainda, por esse suporte.
Recorrendo à Plataforma Moodle, num regime que se aproximará do b-learning, o 1º Período decorreu. E fazendo o balanço, julgo que seja bastante positivo.
Neste post, não irei descrever ao pormenor todo o processo. Deixarei esse registo para um momento mais reflexivo. Provavelmente, no final do Ano Lectivo.
No entanto, observar cinco a seis grupos de alunos a trabalhar, de facto, em sala de aula , todos os dias, a agir, no preciso momento em que estão a aprender. Vê-los a construir o seu próprio conhecimento em simultâneo com os colegas, revelando uma autonomia e responsabilidade que não lhes conhecia, obrigou-me a partilhar esta incipiente experiência. A utilização do computador com acesso à Web 2.0 liberta-os para fazer.
São alunos do 8º e 9º Anos.
Lentamente, começam a trazer os seus próprios portáteis para a sala de aula. Na última aula de hoje, numa turma de 22 alunos, dos cinco computadores da Escola, apenas tiveram de ser usados dois. Os restantes 11 eram dos alunos, parte deles adquiridos através do Programa e-escola.
Sou professora de Língua Portuguesa do 3º Ciclo.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Fiquei satisfeita. Não sei se é muito se é pouco... Mas penso que o número de pessoas que, no ano de 2009, viram os trabalhos que publiquei no slideshare é considerável, atendendo ao facto de serem materiais respeitantes, em particular, ao ensino da Língua Portuguesa.
Agradeço à equipa do Slideshare a informação e àqueles que têm por lá passado: Muito obrigada!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Ler é saudável - Concurso de Marcadores
terça-feira, 21 de abril de 2009
Ler é saudável - Concurso de Marcadores

É chegada a hora de fazermos o ponto da situação, no que respeita o Concurso "Ler é Saudável".[ Mais ]
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