domingo, 15 de Novembro de 2009

Activity 4 - Role Play

Taking  part in a simple role play which intends to give more insight in the facets of freedom presented in the readings.

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Inês Gouveia is a young mother of 25 years. At fifteen she became pregnant and   during three years she failed to attend school. At age 18, began working in a small company and in the evenings, completed the high school. Her daughter is now ten years old and Inês thought it was the right time to start her studies, because she wants to improve her standard of living and give the child better conditions, for example, moving to her own home , as far she has lived until now with her parents, because economic reasons. Let us hear the testimony of Inês:

When I started looking for a university that would meet my needs, I encountered some problems. I could not leave my daughter alone with my parents and, especially, I should not stop working. I live in a town where there is no university. The nearest is about 20 kilometers and has not evening classes.

A friend told me about the distance learning using new communication technologies (audio conferencing, video conferencing and computer mediated communication - CMC). I looked for information and I enjoyed the freedom of time and space, the two characteristics that, in a model of classroom teaching, were a big problem for me.
In fact, the CMC can be completely independent of time (available, ideally 24 / day, 365 days / year) providing instant access to information and a system of asynchronous communication between partners. Essential for me, too, in order to be with my daughter, is the fact that I can choose where I study - freedom of space.
I enrolled in a management course and I am very happy, since I'm able to combine studies with work and the assistance to my daughter.


PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

Fazendo parte de um simples role play que pretende dar mais informação sobre os aspectos de liberdade apresentado nas leituras.
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Inês Gouveia é um jovem mãe de 25 anos. Aos quinze anos engravidou e durante três deixou de frequentar a Escola. Com 18 anos, começou a trabalhar numa pequena empresa como administrativa e, à noite, concluiu o secundário.
A filha tem agora dez anos e a Inês achou que era a altura certa para recomeçar os seus estudos, uma vez que pretende melhorar o seu nível de vida e proporcionar à filha outras condições, por exemplo, mudar para uma casa sua, já que até agora tem vivido na casa dos pais, por questões económicas.
Ouçamos o testemunho da Inês:

Quando comecei à procura de uma Universidade que pudesse responder às minhas necessidades, deparei-me com alguns problemas. Não podia deixar a minha filha sozinha com os meus pais e, principalmente, não podia deixar de trabalhar. Vivo numa vila onde não há Universidade. A mais próxima fica a cerca de 20 quilómetros e não tem ensino nocturno.
Uma amiga falou-me no Ensino a Distância  com recurso às novas tecnologias de comunicação (audioconferência, videoconferência e comunicação mediada por computador - CMC). Fui-me informar e gostei muito da liberdade de Tempo e Espaço, as duas características que, num modelo de ensino presencial, mais me condicionavam.
De facto, a CMC pode ser completamente independente do tempo (disponível, idealmente, 24 /dia e 365 dias/ ano) fornecendo acesso instantâneo à informação e um sistema de comunicação assíncrona entre os parceiros. Essencial para mim, também, a fim de poder estar junto da minha filha, é o facto de haver total liberdade espacial, uma vez que, frequentando um curso neste modelo, são os alunos que escolhem o local a partir do qual querem estudar.
Inscrevi-me num Curso de Gestão e estou muito satisfeita, uma vez que me está a ser possível conjugar os estudos com o trabalho e o acompanhamento da minha filha.

sábado, 7 de Novembro de 2009

Actividade 1 - Factores de sucesso/qualidade dos cursos online


Na primeira actividade da unidade curricular de Concepção e Avaliação em E-Learning, foi-nos pedido que, depois de uma leitura geral de dois textos, os traduzíssemos, em trabalho colaborativo, com vista a identificar, a partir dos textos, o conjunto de factores apontados como responsáveis pelo sucesso/qualidade dos cursos online.

A última tarefa da actividade foi a discussão geral, em Fórum,  tendo como base a participação individual de cada um - identificação do conjunto de factores apontados como responsáveis pelo sucesso/qualidade dos cursos online.

Registo aqui a minha participação individual, bem como reflexões resultantes da interacção  com os colegas e professora.
O registo das minhas intervenções terá sempre como fundo o cinzento.
PARTICIPAÇÃO INDIVIDUAL
Domingo, 1 Novembro 2009, 09:15
(...) Portanto, tendo como base a leitura deste texto ["Approaches to E-learning quality Assessment" ] e as conclusões a que chegaram as suas autoras, julgo que fazer uma lista de factores unânimes de qualidade / sucesso dos cursos online seja tarefa complicada, uma vez que dependerá do modelo que se siga. Parece-me, no entanto, que será consensual reconhecer que o e-learning está definitivamente associado às novas tecnologias e que aliado a esse facto estarão as novas formas de aprender e a criatividade. Portanto, atrever-me-ia a afirmar que neste texto só é possível identificar, sem discussão, um factor de qualidade / sucesso dos cursos online: a necessidade de envolver na concepção dos cursos online especialistas em educação, E-learning e equipas de designers.

Julgo que seja neste ponto que os dois textos se cruzam, já que ,em "Reflections on teaching and Learning Online:Quality program design, delivery and support issues from a cross-global perspective", os autores reflectem sobre o desenho dos programas e seu consequente desenvolvimento nos cursos online, partindo de uma experiência colaborativa.

Nesse trabalho reflexivo, a experiência entre as duas universidades é analisada em dois capítulos, estando estes divididos em subtemas, resultantes do debate.
Dessa reflexão emergiram três questões:
 - a necessidade de garantir o apoio à equipa de professores no decurso do desenvolvimento dos cursos;
 - a necessidade de garantir o apoio aos alunos nas suas aprendizagens em classes virtuais;
 - a necessidade de garantir apoio administrativo quer aos alunos quer aos professores antes, durante e após os cursos online. 
Assim, e procurando sintetizar a leitura que fiz dos dois textos, julgo que seja possível sugerir os seguintes factores apontados como responsáveis pelo sucesso/qualidade dos cursos online:
 - Concepção dos cursos online garantida por especialistas em educação, E-learning e equipas de designers;
 - Apoio à equipa de professores no decurso do desenvolvimento dos cursos;
 - Apoio aos alunos nas suas aprendizagens em classes virtuais;
 - Apoio administrativo quer aos alunos quer aos professores antes, durante e após os cursos online.
Por fim parece-me pertinente referir dois aspectos que podemos ver referenciado em Penna & Stara (2008), na primeira parte do seu trabalho: o facto da qualidade da avaliação de e-learning ser, ainda, uma questão em aberto e a educação a distância baseada na Internet ser, hoje em dia, a tecnologia dominante do e-learning. Qualquer factor de sucesso/qualidade terá sempre que ter em conta este enquadramento.
      REFLEXÕES / INTERACÇÃO

      Contextualização
      Na discussão geral do grupo / turma, a professora fazendo um ponto da situação sobre as participações até então havidas, conclui a sua intervenção da seguinte forma:
      "Ou seja, cabe sempre ao professor, pelo menos em parte, motivar os seus alunos. Será que motivar, no âmbito de um curso online, assume características particulares? Terá nestes contextos  a motivação intrínseca um papel mais determinante? Como operacionalizar a motivação extrínseca? Enfim, parece que há mesmo muitos aspectos a merecer investigação neste domínio...."
      Estas palavras deram origem a seguinte reflexão da minha parte:
      [Terça, 3 Novembro 2009, 02:30]
      Procurando reflectir sobre as questões levantadas pela Professora, penso que, num curso online, a motivação assume características particulares. Quantas vezes, no exercício das minhas funções, enquanto professora, tendo motivado alunos para participarem em actividades ou para se interessarem pelas matérias, sinto da parte deles necessidade de me mostrarem que ficaram com vontade de fazer e saber. E isso é manifestado das mais variadíssimas maneiras. Às vezes, até, de uma forma exagerada... Mas eu sei que, primeiro, eles estavam desmotivados, segundo, que ficaram desmotivados porque vejo. A comunicação é face a face. 
      Ora, aqui, neste ambiente, essa visibilidade não existe. E creio que haverá mesmo dificuldade por parte dos professores em terem conhecimento das desmotivação dos alunos, a não ser que estes o escrevam.
      Por isso, pergunto-me eu, agora, quando falamos de desmotivação em cursos online, estamos a falar do quê? Por exemplo, eu continuo motivada para este curso, no entanto, neste momento, reconheço que estou a passar por uma fase de maior 'reclusão', isto é, tenho a sensação que a minha participação nos Fóruns é menor. Será esse um indício que me deverá fazer ponderar sobre a minha motivação em relação ao curso? Será que a minha sensação está errada? 
      Afinal, a minha reflexão acabou por se traduzir em mais questões...
      Na sequência desta intervenção, duas colegas entraram em diálogo comigo, tendo uma delas colocado a seguinte questão:
      "(...)qual é o aspecto mais valorizado por um professor online: o número de participações, mesmo que algumas delas não sejam tão construtivas e sejam apenas uma forma de dizer "eu estou aqui, atento, mas sem mais nada a acrescentar" ou um número mais reduzido de participações, mas com mais qualidade e mais construtivas para a continuidade da discussão?"
      Tentando responder à questão colocada, escrevi:
      [Quarta, 4 Novembro 2009, 22:02]
      Pois, não sei dar resposta à sua questão, isto porque me parece que, estando-se a discutir a motivação dos alunos, não me parece que os indícios se devam recolher a partir da valorização que o professor dê às participações, uma vez que aí estaríamos também a avaliar a motivação... A motivação é avaliada?
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      Referências


      Activity 3 - review on two learning objects published by colleagues

      Two learning objects about Cooperative Fredoom:

      How can microblog promote cooperative learning communities? - Colleagues used as a tool in the construction of their's object, VoiceThread, enabling and promoting online interactivity. And, in fact, so far have, several people had participated in the discussion. Those arguments, particularly, in this panel, it seems to me that microblogging is considered an excellent resource, facilitator of interactivity, allowing, in particular, the sharing of information very quickly. Remains under discussion if it will promote learning in cooperative communities, since there is no evidence to prove their effectiveness on this area. It may be a problem to investigate.
      Colleagues, using images, present forms of communication that can be used in cooperative learning, referring to, and quoting, Morten Paulsen, that asynchronous communication is the preferred form of communication in cooperative learning environments. And that giving preference to discussion forums, more people can enjoy reading the messages, instead of using the mail where communication is one to one. Morten Paulsen, in the quote on the subject that colleagues show, argues that the forums are usually organized and structured in themes or topics, however, and interestingly, the image that colleagues used to illustrate this idea was a set of colored wires, that seems to be disorganized, not showing any kind of structure...
      Still on the choice of images, since I saw this object, at the first time, I'm thinking  in the first photo used in the resource: the  handover moment in a relay race.
      Relay race, in athletics, means a route which is made up of several members of a team. Each element performs the route as it shall, beetween the areas of transmission, which provides for the regulation. That is, it is a proof  where the group working is essential and without which the ultimate goal of the group is not reached. I think this essay approaches the concept of collaborative learning, since is required that students sink or swim together, as we read this article by Morten Paulsen, when he defines Collaborative learning:

           Collaborative learning requires participation in a learning community, but limits individual flexibility. One may say that collaborative learning requires that students sink or swim together. Collaborative learning is common in online education offered by traditional face-to-face institutions.


      And this is where I think appropriate to introduce the analysis of the second object by Sandra Brás: The Learning partner, once, describing an example of partnership in the study, gives us the basics of learning the theory of Cooperative fredoom.
      Sandra has built a very simple story, using as a tool toonlet - a resource that requires particularly concise writing.
      In this short cartoon we meet Mary, a student who chose online education because of the freedom and flexibility that education online  allows. However, she recognizes that, sometimes, the learning is too lonely, and then joins with to the program of NKI that promotes learning in partnership. Once she had  uploaded her profile, she find a partner, John, to whom she discusses the issues. Both show, on the end of the cartoon, very pleased with the partnership, as the results improved and John reveals that it intends to maintain  that cooperation until the end of his studies.
      So, this is a process of learning that promoted some benefits of individual freedom and other benefits of cooperation in a learning community online.




      PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

      Reflexão crítica sobre dois materiais criados, no âmbito do estudo da teoria da Cooperative Fredoom


      How can microblog promote cooperative learning communities? Os colegas usaram, como ferramenta, na construção do seu objecto,  o VoiceThread, permitindo e promovendo a interactividade online. E, de facto, até ao momento foram várias as pessoas que participaram na discussão. Pelos argumentos apresentados, particularmente, neste painel, parece-me que o uso do microblog é considerado um excelente recurso facilitador da interactividade, permitindo, particularmente, a partilha de informação de forma muito rápida. Continua em discussão se promoverá a aprendizagem em comunidades cooperativas, uma vez que não haverá evidências que provem a sua eficácia, nesse domínio. Talvez seja uma problemática a investigar. 
      Os colegas, usando imagens, apresentam as formas de comunicação passíveis de serem usadas numa aprendizagem cooperativa, referindo que, e citando Morten Paulsen,  a comunicação assíncrona é a forma preferencial de comunicação em ambientes de aprendizagem cooperativa, dando preferência aos Fóruns de discussão, uma vez que, usando os fóruns, mais pessoas poderão usufruir da leitura das mensagens, em vez de usar o mail onde a comunicação é de um para um. Morten Paulsen, na citação que os colegas apresentam sobre o assunto, argumenta que os fóruns são geralmente organizados e estruturados em temas ou tópicos, no entanto, e curiosamente, a imagem que os colegas usaram para ilustrar esta ideia foi um conjunto colorido de fios que me parecem estar desorganizados, não apresentando qualquer tipo de estrutura...
      Ainda sobre a escolha das imagens, desde que vi o trabalho, pela primeira vez, que tenho andando a pensar na primeira foto usada no recurso: o momento de passagem de testemunho numa corrida de estafetas.
      Estafeta, em atletismo, designa um percurso feito por vários elementos de uma equipa. Cada elemento realiza o trajecto que lhe compete, dentro do limite das zonas de transmissão que o regulamento prevê. Isto é, trata-se de uma prova em que o trabalho de grupo é essencial e  sem o qual o objectivo final, do grupo,  não é  atingido. Parece-me que esta descrição se aproxima do conceito de aprendizagem colaborativa, uma vez que nesta exige-se that students sink or swim together, como podemos ler neste artigo de Morten Paulsen, quando define Collaborative learning:
      • Collaborative learning requires participation in a learning community, but limits individual flexibility. One may say that collaborative learning requires that students sink or swim together. Collaborative learning is common in online education offered by traditional face-to-face institutions.

      E é neste  ponto que julgo  pertinente introduzir a análise do segundo recurso da autoria da Sandra Brás: The Learning partner, uma vez que descrevendo um exemplo de parceria no estudo, nos apresenta os princípios básicos da aprendizagem pela teoria da Cooperative Fredoom.
      A  Sandra construiu uma história bastante simples, usando como ferramenta a toonlet - recurso que exige, particularmente, poder de síntese, na escrita.
      Nesse pequeno cartoon somos apresentados a Mary, uma estudante que escolheu o ensino online  por causa da liberdade e flexibilidade que este permite. No entanto, reconhece que, por vezes, a aprendizagem é demasiado solitária, e, então, adere ao programa da  NKI que promove a aprendizagem em parceria. Depois de ter disponibilizado o seu perfil, encontra uma parceiro, John,  com quem discute as matérias. Ambos mostram, no final do cartoon, estar satisfeitos com a parceria, uma vez que os resultados melhoraram e John revela que pretende manter aquela cooperação até ao final dos seus estudos.
      Portanto, estamos perante um processo de aprendizagem que promoveu alguns benefícios da liberdade individual e outros benefícios da cooperação numa comunidade de aprendizagem online.


      sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

      Activity 1 - Cooperative Freedom / annotated bibliography*



      EDITORIAL

      In the first activity of the Unit 1 uc Pedagogical Processes in ELearning, it has been proposed that we find, to study and we shared resources that were related to the theory of Cooperative Freedom and we did an annotated bibliography.

      In this brief annotated bibliography I refer to seven features.Through the first three references sought, first, understand the concept. The fourth and fifth reference, refer to the online catalog, place where, in NKI Distance Education, users are presented, which can make your profile visible.Then in the sixth and seventh references, I refer to a post and a chapter of a dissertation which deals with the differences between 'group' and 'network', something which I think is important to realize, in the Cooperative Freedom, cooperation group, because as long as I attend the Masters Course at various times, I was asked to work in team in collaborative work and was not used the term cooperative.

      Cooperative online education  - Video where Professor Morten Flate Paulsen introduces, in the first person, the theory of Cooperative Freedom in online education, referring to the year in which first appeared - 1992 - and referring to viewing the rest of the video featuring the theory through a cartoon  (the original site of the cartoon).

      Cooperative Freedom:  An Online Education Theory   - Article where Morten Flate Paulsen presents a theory of distance education based on current theoretical perspectives and discusses how it applies to online education. According to the author, the theory of the Freedom Cooperative can provide, in online learning, both , individual freedom and cooperation in groups. It is a theory that fits the theory of autonomy independence, being influenced by the theory of andragogy (Knowles) and is intended for all those young people and / or adults who want to control their learning outcomes and be motivated. 

      NKI Distance Education and its learning philosophy -In this article, 5 October 2006, the elearningeuropa.info, you see the new online service for distance learning, promoted by  NKI Distance Education. The key to this philosophy of learning in distance education is, according to the text, the in community learning  and individual freedom. It covers issues such as learning partnerships, the creation of a learning community, the satisfaction of online students, the students' experiences and ways to disseminate it through their profiles.

      Profiling Online Students - In this post, Morten Flate Paulsen celebrates the fact that in August 2008, NKI Distance Education online course enrollment its number one hundred thousand. At the same time, referes the  online catalog, where all registered users of NKI Distance Education make their presentations.  Morten Flate Paulsen stated that currently, all users can choose to include your presentation in the open catalog, by clicking the Global Visibility to your User Profile and a month after the catalog was released, 250 people (2.5 percent of users) had chosen the overall visibility. Morten considers this aspect as a significant development that should interest all members of  EDEN, at which publishes the blog post that we are looking for three reasons. at which publishes the blog post that we are looking, for three reasons. We give particular emphasis to the third,: being, traditionally, the student of distance learning, almost invisible compared to other groups of students, this kind of feature - online catalog - where everyone has their profile and share, can help the distance learning  student to be more visible.

       The profile of Thor Steinsland in the catalog online - we considered relevant, in this annotated bibliography of our early research on Cooperative Freedom, refer to the profile of Thor Steinsland, since it was present in October 2008, the workshop of EDEN in Paris to talk about his experience as a student of distance learning. Embedded in the profile, it is published his  ( slideshare.) presentation. There, in a very synthesized, relates his journey as a student of distance education (slide 2), describes the importance of negotiating in family (slide 3), highlights the need for an individual plan of work (slide 4); Finally, the last slide (4), noted the importance of NKI's online catalog, the participation in forums to maintain contact with peers and teachers, the need to find partners in learning (learning partners) and share your work with partners.

      Networks Versus Groups in Higher education - On this post of 17 March 2008, Terry Anderson shows the use of the network as a way to allow a more distributed learning, going, therefore, beyond learning in groups. Of the purpose of the development of lifelong learning, Anderson writes, "Networks afford opportunities for learners to associate, negotiate, plan and execute projects, on a global scale with other learners." We believe it is essential to understand this concept to understand the role of networking in Cooperative Freedom Theory.

      3.3. Groups, Networks and Collectives  During the research and readings taken for the implementation of this initial work, we feel a constant need to reflect on the concept of group and individual network. Moreover, the previous reference goes that way.We found on this chapter of the work of Jose Mota, a set of references, analysis and synthesis that we believe will allow us to distinguish betwen network and group. However, it is also apparent in this reading that these are concepts whose definitions are not closed and are in discussion.

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      *Using Google translator to render it into English, with a  revising.

      segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

      Actividade 1 - Cooperative Freedom / Bibliografia anotada



      EDITORIAL

      Na primeira actividade da Unidade 1 da uc Processos Pedagógicos em ELearning, foi-nos proposto que encontrássemos, estudássemos e partilhássemos recursos que estivessem relacionados com a teoria da Cooperative Freedom e que fizéssemos uma bibliografia anotada.

      Nesta breve bibliografia anotada faço referência a sete recursos. Através das três primeiras referências procurei, primeiro, perceber o conceito. A quarta e quinta referência, remetem para o catálogo online, espaço onde, na NKI Distance Education, os usuários se apresentam, podendo tornar visível o seu perfil. De seguida, nas sexta e sétima referências, faço referência a um post e a um capítulo de uma dissertação de mestrado onde são abordadas as diferenças entre 'grupo' e 'rede', aspecto que me parece importante para perceber, na Cooperative Freedom, a cooperação em grupo, uma vez que, desde que frequento o Curso de Mestrado, em vários momentos, me foi pedido que trabalhasse em equipa, em trabalho colaborativo, não tendo sido usado o termo cooperativo.

      Cooperative online education - vídeo onde o professor Morten Flate Paulsen apresenta, na primeira pessoa, a teoria da Cooperative Freedom no ensino online, referindo o ano em que surgiu pela primeira vez - 1992 - e remetendo para o visionamento do resto do vídeo que  caracteriza a teoria através de um cartoon (sítio original do cartoon).

      Cooperative Freedom: An Online Education Theory    - Artigo onde Morten Flate Paulsen apresenta uma teoria de educação a distância com base nas actuais perspectivas teóricas e discute como se aplica a educação online. De acordo com o autor, a teoria da Cooperative Freedom  pode proporcionar, no ensino online, tanto a liberdade para o indivíduo como a cooperação em grupo. Trata-se de uma teoria que se enquadra na teoria da autonomia independência, sendo influenciada pela teoria da andragogia (Knowles) e destina-se a todos os que, jovens e/ou adultos queiram controlar os seus resultados de aprendizagem e se sintam motivados.

      NKI Distance Education and its learning philosophy - Neste artigo, de 5 de Outubro de  2006,  da elearningeuropa.info, é apresentado o novo serviço online para o ensino a distância, promovido pela NKI Distance Education. A chave para essa filosofia de aprendizagem no ensino a distância é, segundo o texto, a aprendizagem em comunidade e a liberdade individual. São abordadas questões como a da aprendizagem em parceria, a criação da uma comunidade de aprendizagem, a satisfações dos estudantes online, as experiências dos estudantes e a forma de as divulgar através dos seus  perfis.

      Profiling Online Students - Neste post, Morten Flate Paulsen celebra o facto de, em Agosto de 2008, a NKI Distance Education its online course enrolment number one hundred thousand. Em simultâneo, refere o catálogo online, onde todos os usuários registados da NKI Distance Education fazem as suas apresentações. Morten Flate Paulsen refere que, neste momento, todos os usuários podem optar por incluir a sua apresentação no catálogo aberto, clicando na opção Visibilidade global no seu perfil de usuário e que um mês após o catálogo ter sido  lançado, 250 pessoas (2,5 por cento dos usuários) tinha escolhido a visibilidade global. Morten considera esse aspecto um desenvolvimento significativo e que deve interessar todos os membros do EDEN, em cujo blog publica o post que estamos a analisar, por três razões. Damos particular destaque à terceira: sendo, tradicionalmente, o estudante de ensino a distância, quase invisível, comparado com outros grupos de estudantes, este tipo de recurso - catálogo online -, onde cada um apresenta o seu perfil e o partilha, pode ajudar o aluno do ensino a distância a ficar mais visível.

      O perfil de Thor Steinsland, no catálogo online - Considerámos pertinente, nesta bibliografia anotada das nossas primeiras pesquisas sobre a Cooperative Freedom, fazer referência ao perfil de Thor Steinsland, uma vez que o mesmo esteve presente, em Outubro de 2008, no workshop do EDEN,  em Paris, para falar da sua experiência como aluno do ensino a distância. Incorporado no perfil, está a sua apresentação publicada no slideshare. Aí, de forma muito sintetizada, relata o seu percurso, enquanto estudante de ensino a distância (slide 2); descreve a importância da negociação em família (slide 3); destaca a necessidade de ter um plano individual de trabalho (slide 4); por fim, no último slide (4), refere a importância do catálogo online da NKI, da participação nos fóruns para a manutenção do contacto com os colegas e professores, da necessidade de encontrar parceiros de aprendizagem (learning partners) e de partilhar o seu trabalho com os parceiros.


      Networks Versus Groups in Higher education - Neste post, de 17 de Março de 2008, Terry Anderson apresenta o uso da rede como forma de permitir uma aprendizagem mais distribuída, indo, por isso, além das aprendizagens em grupos. A propósito do desenvolvimento da Aprendizagem ao longo da vida, Anderson escreve: "Networks afford opportunities for learners to associate, negotiate, plan and execute projects, on a global scale with other learners." Julgamos que é fundamental perceber este conceito para perceber o papel do trabalho em rede na teoria Cooperative Freedom.

      3.3. Os Grupos, as Redes e os Colectivos - Durante as pesquisas e leituras efectuadas para a execução deste primeiro trabalho, sentimos uma constante necessidade de reflectir sobre o conceito de grupo, rede indivíduo. Aliás, a referência anterior vai já nesse sentido. Encontrámos neste capítulo do trabalho de José Mota, um conjunto de referências, análises e sínteses que, acreditamos, nos permitirão distinguir rede de grupo. No entanto, é também perceptível nesta leitura que estes são conceitos cujas definições não são estanques e estão em discussão.

      Processos Pedagógicos em Elearning-09

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      Com a tag PPEL2009 identifico outra unidade curricular (uc) do Curso de Mestrado Pedagogia do E-Learning, da Universidade Aberta: Processos Pedagógicos em Elearning-09. Esta Unidade Curricular tem a particularidade de ser dada pelo professor Morten Flate Paulsen, sendo por isso o inglês a língua de comunicação.

      Assim, todos os postes que aqui publicar, no âmbito desta Unidade Curricular, terão um link que remeterá para a sua tradução.

      A abrir este post podemos ouvir e ver um filme onde Morten Flate Paulsen apresenta a sua  Teoria para o Ensino Online: Cooperative Freedom.


      sábado, 17 de Outubro de 2009

      Diário de bordo - CAeL


      A fim de cumprir um dos requisitos da avaliação da Unidade Curricular Concepção e Avaliação em e-Learning (CAeL), do Curso de Mestrado Pedagogia em E-Learning (Universidade Aberta), criei este espaço que terá sempre a seguinte tag: CAeL.

      Aqui serão reunidos os produtos resultantes de cada actividade desenvolvida na Unidade Curricular, bem como reflexões pessoais sobre todo o processo de trabalho.

      quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

      Verticalidades


      Neste blogue, querendo comentar, e antes de comentar, lemos o seguinte:
      Os comentários dos leitores podem não reflectir a opinião do editor do blogue. Os comentários anónimos, insultuosos, injuriosos e que utilizam linguagem obscena serão removidos logo que detectados pelo administrador do blogue. O uso de nickname só é aceitável mediante prévia identificação pessoal dos comentadores através de envio de email para os editores do blogue ou justificação razoável. Comentários de carácter provocatório, com ou sem nickname, serão removidos."

      Hoje, a propósito deste post, comentei nesse blogue. Discutia-se o ECD e o concurso a professor titular.

      A certa altura e depois da pessoa com quem discutia justificar o facto de não concorrer a professor titular por uma questão de verticalidade, um dos nicks, que, entretanto, também entrou na discussão, em defesa dessa pessoa e da sua verticalidade, fez o seguinte comentário, referindo-se a mim: "A Rosalina é oriunda da Universidade Aberta esse alfobre de gente medíocre."

      Parece-me que este é daqueles comentários que se encaixa naquilo que o autor do blogue considera como insultuoso. É claro que se pode alegar que o autor do blogue não tem de estar 'em cima' do blogue. Mas também é um facto que, pelo esclarecimento, antes dos comentários, o uso de nikname só é aceitável mediante identificação pessoal dos comentadores através de envio de email para os editores do blogue ou justificação razoável. Parece-me que Wegie seja um nikname e não um nome.

      Assim, aqui fica este registo sobre a verticalidade de alguns.






      domingo, 6 de Setembro de 2009

      'Humanus'











      Excessivamente humano!