segunda-feira, 30 de julho de 2007



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por José Rodrigues dos Santos, O Codex 632, pp. 119-120, Gradiva

"Exactamente. De resto, e se formos a ver bem, esta política fazia todos o sentido. Os portugueses eram um povo pequeno e com recursos limitados, não seriam capazes de competir com as grandes potências europeias em plano de igualdade se todos partilhassem a mesma informação. Eles perceberam que a informação é poder, e, conscienciosos, guardaram-na com grande avareza, preservando assim o monopólio do conhecimento sobre esta matéria estratégica para o seu futuro. É certo que o silenciamento não era total, mas selectivo, ocultando apenas determinados factos sensíveis. Note que havia situações em que, pelo contrário, até era conveniente publicitar as descobertas, uma vez que a prioridade da exploração de um território era o primeiro critério na reivindicação da sua soberania."

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Eles perceberam que a informação é poder... - lição apreendida.

2 comentários:

tempus fugit disse...

Até que enfim!!!!
EhEhEhEh
Boas férias.
Beijos

Rosalina disse...

Pois foi, pois foi, tempus. Este excerto despertou-me para depois me adormecer outra vez.

Creio que estamos no tempo do sono. ;)


Boas férias para ti, também.
Beijocas.