quinta-feira, 20 de março de 2008





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quarta-feira, 19 de março de 2008






Contratados coagidos a assinarem requerimento a pedirem avaliação de desempenho





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Como isto é demasiado grave para ser verdade, só se aceita se for a antecipação do dia das mentiras... Será?!

Imagem do Kaos.

Do Jumento.

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Lamenta-se que este despacho não seja válido.
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terça-feira, 18 de março de 2008

Eis o aspecto mais interessante na notícia do Sol - Ministra diz que comunistas não querem avaliação de professores, Por Andreia Félix Coelho - "Na sessão, Manuel Alegre justificou ainda o uso de óculos escuros por «motivos de saúde»." (último parágrafo)
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Anedota (real):

Duas amigas, uma professora (Rosa), outra advogada (Helena), conversam sobre as suas profissões e o actual estado da nação.

Rosa - Bolas, se arrependimento matasse, eu estaria fulminada. Votei no PS. Contribui para a maioria absoluta... Não volto a votar PS.
Helena - Pois eu não. Nas próximas eleições vou votar PS e olha que não os ajudei a ir para lá...
Rosa - O quê?! Não acredito, Lena. Não podes estar a falar a sério. Mas...
Helena - Estou, estou. Nunca tive tantos casos como agora...
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domingo, 16 de março de 2008



(...)"A Europa afirmou então a importância de o conjuntos dos países
organizarem sistemas de educação e de formação de qualidade e
adequados, na forma e no conteúdo, ao desafio de garantir a qualidade das
aprendizagens básicas e de massificar o ensino e a formação nos níveis
mais elevados de qualificação, estendendo a todos a possibilidade de
aprendizagem ao longo da vida."(...)

(...)"Todavia, considero que o grande desafio continua a ser o da diversidade
dos alunos."(...)



(...)"Em segundo lugar, mudanças de cariz organizacional, devido à
diversificação das responsabilidades e tarefas a realizar na escola. Os
professores necessitam de aprofundar as competências de trabalho em
equipa e de participação no funcionamento dos órgãos pedagógicos.
Em terceiro lugar, as alterações são também de cariz social, reconhecendo se
a necessidade de a escola colaborar com outros parceiros – autarquias,
pais, empresas, associações várias."(...)


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Ridendo castigat mores.




Bonecos daqui.

sábado, 15 de março de 2008







Molti mari e fiumi

Attraverserò
dentro la tua terra
mi ritroverai
turbini e tempeste
io cavalcherò
volerò tra i fulmini
per averti






Meravigliosa creatura sei sola al mondo
meravigliosa paura d'averti accanto
occhi di sole mi bruciano in mezzo al cuore
amore è vita meravigliosa
Luce dei miei occhi
brilla su di me
voglio mille lune
per accarezzarti
pendo dai tuoi sogni
veglio su di te
non svegliarti non svegliarti
non svegliarti .... ancora


Meravigliosa creatura sei sola al mondo
meravigliosa paura d'averti accanto
occhi di sole mi tremano le parole
amore è vita meravigliosa


Meravigliosa creatura un bacio lento
meravigliosa paura d'averti accanto
all'improvviso tu scendi nel paradiso
muoio d'amore meraviglioso




Meravigliosa creatura
meravigliosa
occhi di sole mi bruciano in mezzo al cuore
amore è vita meravigliosa
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(Letra: de Gianna Nannini, Meravigliosa Creatura
// Fotos de Marília Campos)



quarta-feira, 12 de março de 2008






"Como fizemos muitas coisas bem, não podemos perder tempo com o que fizemos mal." - Vitalino Canas (Porta-voz do PS) dixit.


Entretanto, no dia 8 de Março, ao fim de 3 anos de governação do PS, cem mil professores saíram à rua.


Pergunta: Afinal, o que correu bem na área da saúde, da economia, das obras públicas?!...
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terça-feira, 11 de março de 2008

domingo, 9 de março de 2008







Lisboa, 08 Mar (Lusa) - O secretário-geral da CGTP-IN, Manuel Carvalho da Silva, advertiu hoje o primeiro-ministro que, se não retirar consequências da marcha da indignação dos professores, "é a democracia que está em causa".

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Mas o PM que continuamente tem aparecido em todos os canais de televisão, todos os dias, mais do que uma vez por dia, de repente, nos últimos 2 dias, desapareceu.
E o PR está no Brasil...

Penso que não seja necessário esperar que o PM tire consequências. Porque não as vai tirar. A democracia está em causa.

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sábado, 8 de março de 2008



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Vale a pena ler. E vale a pena ler porque é o retrato fiel daquilo que é ser professor hoje em dia. Vale a pena ler. E vale a pena tentar perceber mesmo que se ache que seja ficção. Porque não é.

Obrigada.
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Sem comentários.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Eu vou.
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Eu vou.
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Eu vou.
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Eu vou.
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Eu vou.
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Eu vou.
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Eu vou.
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Eu vou.
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quinta-feira, 6 de março de 2008

Eu vou.
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Ministra da Educação não recua
2008/03/06 | 22:05
A dois dias da «Marcha da Indignação», Maria de Lurdes Rodrigues volta a dizer que sistema de avaliação dos professores é mesmo para avançar. «O que ouço nos protestos é revelador que as pessoas não sabem do que estão a falar», disse, recusando voltar atrás na estratégia: «Qual é o benefício de suspender ou adiar o processo?»


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Portanto, primeiro, porque faltávamos, não queríamos trabalhar. Éramos mandriões.
Agora, porque não lemos o que tem dito e quer que façamos da mesma forma que ela, somos burros.

Entretanto, reconhece que os professores, afinal, até trabalham e muito e o que se lhes está a pedir é mais trabalho, dedicação, etc, etc.

Há coerência nisto?!
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Eu vou.
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Eu vou.
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quarta-feira, 5 de março de 2008

Eu vou.
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terça-feira, 4 de março de 2008



"Não vou fazer qualquer alteração [na ficha] porque é um instrumento de trabalho elaborado para ir a discussão no Conselho Pedagógico do próximo dia 12." Estava decidido assim antes da polémica levantada no Parlamento, e mesmo com o mal-estar geral que existe na escola a presidente do Conselho Executivo (CE) de Escola EB23 Correia Mateus, de Leiria, Esperança Barcelos, não volta atrás e afirma que não recebeu qualquer indicação do Ministério da Educação (ME) para o fazer.

A professora reforça, desta forma, a intenção de manter, tal como estava previsto, a preparação dos instrumentos necessários para pôr em prática o novo sistema de avaliação dos professores, de acordo com os novos despachos da actual equipa do ME.

Diz que a tão polémica ficha, levada à discussão no Parlamento, na passada sexta-feira, é da sua autoria, e defende que, mesmo depois de todo o debate que já protagonizou, deve mantê-la sem qualquer alteração para que seja discutida pelo Conselho Pedagógico (CP), um órgão da escola em que têm assento cerca de 20 representantes, entre eles 16 professores. (...)

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segunda-feira, 3 de março de 2008




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por Núria Masot, A Sombra do Templário, pp 216-217

(...) Sempre segundo ele, essas mesmas personagens reescreveram a história e adequaram-na aos seus interesses. Com o tempo, eram tantas as falsificações e as contradições, que nem eles próprios conseguiam distinguir onde começava a verdade e terminava a mentira. O homem de que falo estava convencido de que o poder necessita de mentir para conservar os seus privilégios e de que tudo isto não passava de um grão de areia na história da infâmia.
- Ou seja, acreditas que os pergaminhos são autênticos?
- A minha segunda resposta, meu filho - continuou Jacques sem se levantar - , é que sou apenas um servidor do Templo, que não me interessa nem a verdade nem a mentira, quando estas estão tão intimamente ligadas que, sendo opostas, acabam por ser iguais. Sou velho, Guillem, aprendi a suportar a mentira dos poderosos, mas suportar não é acreditar.
- Tens a noção do que representa, do que significa este achado, Jacques? Todo o poder de Roma, da Igreja, se baseia na ressurreição de Cristo, no privilégio dos primeiros doze apóstolos, com quem partilhou o mistério.
- Pára de pensar, rapaz, ainda acabas por endoidecer - atalhou Jacques, com um gesto de mau humor.
- Os doze apóstolos foram os únicos que conheciam a verdade, e a autoridade de Roma, do Papa, emana directamente deles, da sua experiência. Pedro foi a primeira testemunha da ressurreição. E se mentiram? - Guillem parecia pensar para si mesmo, concentrado nas suas próprias reflexões, alheio à expressão de indiferença do Bretão. - Tens a noção, Jacques? A ressurreição converteu esse grupo de apóstolos num poder incontestável. Ninguém podia aceder a Cristo senão através deles e dos seus continuadores, até agora.
- E que importância tem isso, Guillem? Que diacho interessa isso agora? É assim tão vital descobrir quem mentiu? Alguém o fez, disso não há dúvidas, mas é possível que eles falassem em sentido simbólico, não real, do momento da morte como uma ressurreição espiritual, de iluminação.
- E alguém transformou isso num instrumento do poder - respondeu Guillem de sobrolho franzido.
- E depois, Guillem, o que é que essa teoria vem alterar? O mundo avança mentira sobre mentira, sempre foi assim desde o princípio dos tempos, e assim continuará a ser, o poder é o eixo sobre o qual dançamos, rapazinho, pára de me aborrecer!
- Nenhuma dessas respostas me serve, Jacques.
- Está bem, eu percebo, mas não tenho outras. Vais ter de construir as tuas próprias respostas, filho, e agira em consequência.
Guillem calou-se, absorto nos próprios pensamentos. A autoridade do Papa decorre directamente de Pedro, pensava, e à Igreja dos primórdios, abalada por graves confrontos internos, convinha-lhe aceitar aquela verdade, a ressurreição de Cristo como um facto real e literal. Os benefícios eram imensos, um poder sobrenatural imenso, de além-túmulo, que lhes oferecia o poder absoluto sobre a multidão de crentes. Um poder para alguns, poucos, escolhidos...
- Em que acreditava o Bernard no meio de tudo isto, Bretão?
O jovem procurava a segurança do mestre.
- O Bernard acreditava na vida e na existência irrefutável dos espiões do Papa. - Jacques soltou um gargalhada. - Deixa isso, rapaz, por esse caminho não consegues nada, dá meia volta e penetra no teu íntimo, é aí que estão as respostas.

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O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira... O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira...O mundo avança mentira sobre mentira...
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02.03.2008 - 22h40 - Alice Vieira, Algarve
Avaliar é indispensável mas duvido que a maioria dos coordenadores dos departamentos curriculares (professores titulares), a maioria dos presidentes dos conselhos executivos ou directores seja o tal "corpo docente altamente qualificado, com mais experiência...".

É impossível que um docente, que só exerceu 3, 4, 5 anos... de actividade efectivamente lectiva, ao longo das suas duas dezenas de anos ou mais de docência, seja um professor altamente qualificado para avaliar outros docentes com largos anos de experiência de actividade efectivamente lectiva.

Observar aulas e avaliar aspectos científico-pedagógicos entre outros: preparação, organização e realização das actividades lectivas requer grande experiência, nestes aspectos.

Lecciono há 3 dezenas de anos, quem me avaliará só experimentou a sala de aula durante 3, 4 anos. Dos 27 anos da sua vida profissional, 23 ou 24 anos esteve a "coordenar", a "gerir", sempre “fugindo” da sala de aula. Que avaliadores! Que observadores de aulas! Que "elevadas" competências! Não basta ser licenciado, mestre, doutor para ser professor titular/avaliador. Grandes equívocos observo neste processo de avaliação!

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Que se diga, porque também é verdade.
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domingo, 2 de março de 2008

GABINETE DA MINISTRA PAGOU À CONFAP










"Há factores de insatisfação que se acumularam e agravaram com o receio da avaliação. Mas eu insisto que a avaliação não é contra os professores. Há muita incompreensão nesta matéria", disse Maria de Lurdes Rodrigues.




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Portanto, os professores são estúpidos, porque a Sra. Ministra até tem explicado, eles é que não compreendem.

No entanto, todos os professores têm dito e escrito que não têm medo da avaliação, nem a recusam. Não aceitam é este modelo de avaliação. Logo, neste caso será também de declarar que:

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Há muita incompreensão por parte do Ministério. De quem será a estupidez nesta perspectiva?
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(...)Mariana sofria de uma doença que a obrigou a diversas intervenções cirúrgicas ao longo do ano lectivo.(...)Vítor frequentava, também, o 6.º ano de escolaridade. Pela terceira vez. Reprovações dos anos anteriores devidas a falta de assiduidade. Falta de acompanhamento dos pais que, mesmo estando em casa e sabendo que o filho tinha aulas, o deixavam ficar a dormir.(...)André andava no 5.º ano, pela segunda vez. Raramente ia às aulas. Quando o fazia, era apenas para distrair o tédio de alguns dos seus dias, "animando" as aulas à custa dos "setores" e dos colegas. (...)

(...)
Curiosamente, os três alunos seriam tratados, nas suas faltas, com muitas semelhanças pelo novo Estatuto do Aluno (Lei n.º 3/2008), realizando uma prova em cada disciplina com excesso de faltas (justificadas ou não), que poderia conduzir a uma não aprovação. Mariana, já tão sofrida, teria de se sujeitar a essas provas, não tendo os professores autonomia para aplicarem apenas as medidas que considerassem adequadas e que tão bons resultados deram. Vítor sabia que reprovaria se ultrapassasse o número limite de faltas e foi esse receio, em paralelo com a intervenção da escola e do treinador, que o levaram a ir às aulas; o receio de uma prova não produziria, certamente, o mesmo efeito. Quanto a André e à sua família, importavam-se com as provas? Viessem quinhentas! Se ele lá aparecesse, seria, certamente, mais uma oportunidade para "gozar" com os "setores" e com o sistema.
(...)

sábado, 1 de março de 2008

A redução do insucesso escolar atingiu no último ano lectivo um valor histórico. Foram mais vinte mil alunos que passaram de ano face aos valores obtidos em 2005/06. Entre os 1 084 800 alunos inscritos no Ensino Básico, dez por cento reprovou ou abandonou os estudos. Uma melhoria face aos 10,6 por cento do ano lectivo anterior e os 15 por cento de insucesso escolar verificados há dez anos.

Mas que se diga que este ministério nada tem a ver com estes resultados, ao contrário do que irá dizer.

Tal como a ministra reconhece em entrevista, no ano de 2006, a propósito da Plano da Matemática, os resultados em matéria de educação não são instantâneos.

No caso de Matemática, para obter bons resultados no 9.º ano, é preciso melhorar as condições de ensino no primeiro ciclo. Temos de ter paciência e persistência para conseguir isto. Não podemos correr atrás de modas e agir casuísticamente para melhorar um resultadozinho. Só veremos os primeiros resultados daqui a seis anos. - Maria de Lurdes Rodrigues dixit.

Esperemos 10 anos, cara ministra, e depois veremos a sua marca nos resultados.

Nós temos paciência, somos professores.
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