sábado, 24 de maio de 2014

Song of my life

Hoje, fiquei a saber, por aqui, que a canção da minha vida é:  Is This Love,  de Bob Marley. 
Se calhar é. Nunca tinha pensada em qual seria a canção da minha vida.
E lá no quizz dizem que é esta porque I'm "easy going and carefree. When life gives [me] lemons, [I] make lemonade. Keep it up and [I] will live to be 100!"

Gosto. Pois, então, que seja. Vivamos até aos 100, pelo menos! 


sábado, 12 de abril de 2014

A censura voltou à rua

http://www.youtube.com/watch?v=MrW6zP161QI

terça-feira, 8 de abril de 2014

" Francisco esteve 26 anos numa quinta do Alentejo, às mãos de uma família portuguesa. "

"(...)Foi explorado pelos patrões, um casal português, que o algemou quando lhe confiscou os documentos de identificação e o obrigou a trabalhar de graça. Francisco entregou os documentos um dia porque pensava que lhe iriam tratar da regularização. Nunca mais viu papel nenhum. Em 26 anos, foi, aqui e ali, pedindo ajuda a alguns. Fecharam-lhe sempre a porta. Convenceu-se de que nunca iria ser capaz de sair dali.
E então ficou com medo de fugir. Medo de ir parar à prisão. Medo de ficar sem comer. Medo de perder o almoço e o jantar. Medo de ficar sem a cama e o banho de água quente que, apesar de tudo, ainda lhe davam. “Fugir para onde?”, perguntou-se, durante 26 anos.(...)"

-------------------------------------

COMENTÁRIO

!

domingo, 6 de abril de 2014

Quando alguém retira a foto do perfil do facebook - Que pensar?



A página de Pedro Passos Coelho já não tem foto de perfil.

Ora, que leituras?


sexta-feira, 28 de março de 2014

A luta todos os dias



COMENTÁRIO


E devia ser assim, todos os dias. Todos os dias, mostrar a esta gente que não presta que está a matar este povo.

Todos os dias. Com poucos. Aqui, ali, acolá, e, depois, outra vez aqui, ali e acolá, de tal maneira que, um dia haveria, que em todos os lados haveria poucos, mas estariam, todos, aqui, ali e acolá.

Todos os dias.

quinta-feira, 27 de março de 2014

O princípio da restrição no acesso à liberdade de expressão


 --------------------------

COMENTÁRIO

Se, ontem, dei a entender (num comentário que fiz no Facebook) que achava que a ideia de que as razões pelas quais o MEC decidira restringir o acesso à internet nada teriam a ver com a questão do tráfego, hoje, com a insistência dessa ideia associada ao facto de se falar de "ataques" à rede, logo, supostamente alegando que as restrições derivam do facto de se procurar garantir maior segurança, mais razões me dão para cada vez mais achar que o grande motivo tem a ver com o facto de se estar a querer restringir a utlização da internet por parte dos cidadãos. 

 Alegando questões de segurança, enganam-se as pessoas que continuam a ser cada vez mais controladas. No caso deste artigo do Diário Digital, a situação ainda é mais grave, porque se está a passar a responsabilidade da situação para os alunos das escolas. Isto é muito preocupante.

Como eu costumo dizer, quando são as próprias pessoas responsáveis que fazem questão de falar dos assuntos e de se multiplicarem em explicações e mais explicações, há indícios, mais do que suficientes, para ficarmos alerta.

Controle-se a utlização dos dispositivos nas escolas, como se controla a utlização de outros recursos que fazem parte do dia a dia dos alunos. Tem de se controlar a utilização. Até para se aprender a usá-las. Que haja procedimentos. Que haja regulamentos.

Restrições desta forma arbitrária responsabilizando menores, não é correto.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Pelo sonho é que vamos (Sebastião da Gama)

Não é habitual publicar aqui o que vou fazendo na escola, enquanto professora de português. Aqui, o espaço é "egocêntrico". Claro que daqui partem muitas outras casas onde eu exploro outros aspetos de que gosto e me dão, acima de tudo, prazer. São espaços lúdicos, na maioria das situações. Outros mais sérios, como é, por exemplo, o espaço onde vou construindo algum trabalho dedicado à investigação, fruto do que aprendi no curso de Mestrado em Pedagogia do Elearning.

Mas fazer propostas de trabalho, orientar a sua realização e ter como resultados recursos de qualidade também me "enchem" o ego. E, por isso, hoje publico, aqui, o primeiro de seis poemas ditos pelas alunas do clube "A Hora das palavras", na rubrica "Dizer as palavras".

Faço, ainda, referência à participação especial de João Quintans, antigo aluno da Escola EB Dr. João das Regras, que realizou o vídeo. As alunas que participaram na atividade são do 9ºB: Andriana Terpodei, Beatriz Malaquias, Carolina Bonifácio, Inês Almeida, Inês Baltazar e Joana Marques.
O Clube funciona às quarta-feiras, das 15:50 às 16:35 e a  intenção é continuar a desenvolver esta rubrica até ao final do ano letivo.

domingo, 23 de março de 2014

A poesia "ajuda a recordar coisas bonitas." (Álvaro Vaz)





---------------------------------

APONTAMENTO

"Porque lês poesia?", pergunta a jornalista.

"Porque ajuda a recordar coisas bonitas", diz Álvaro Vaz. Um menino de 8, 9 anos(?). (1:58)

Nunca me lembraria de dizer tal. Mas o Álvaro tem toda a razão do mundo.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A simplicidade na diferença




"Ele é especial, mas não precisa de tratamento especial."

Tão simples a diferença e tão difícil para tantos.




terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

































Quando braço e perna se confundem num abraço...


Imagem daqui

sábado, 15 de fevereiro de 2014

A Idade Média e a música

"Romances como O Nome da Rosa de Umberto Eco ou filmes tresloucados como Erik, the Viking dos Monty Python transmitem da Idade Média uma imagem rude, poeirente e inóspita. 
Mas a Idade Média foi também a época apaixonante do nascimento de um modo de expressão revolucionário, a polifonia. (...) Com a sua melodia concentrada e vigorosa, com a sua graça primitiva e ardente, o canto gregoriano e a arquitectura românica continuam a ser a expressão mais pura do cristianimso organizado.(...)" (pág. 7

 A música é, segundo Machaut «uma ciência que incita a rir, cantar e dançar.» (pág. 8)
Anjos Músicos. Pintura mural românica do Séc. XIII (pág. 13)


"A Idade Média parece querer colutar-nos os nomes dos autores de obras culturais importantes. Era esse o desejo do autor medieval? Muitos consideravam-se meros transmissores dos saberes clássicos - «Somos», diziam, «anões em cima de gigantes» - ou englobados num coletivo. Outros preferiam atribuir as suas criações a personagens de prestígio. Às vezes, pelo contrário, podemos encontrar expressões de notável orgulho: «Canta-me com atenção, que me fez Juan Rodríguez.» A partir dos trovadores e, sobretudo, da revolução estética da Ars Nova (século XIV), começa a aparecer nas obras musicais o nome do autor, mas subsistindo sempre a consciência de trabalhar sobre um legado adquirido." (pág. 14)

in História da Música, A Música Medieval


(Em construção...)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

2 de setembro de 2013 - Dia do despedimento coletivo de professores

Clicar na imagem para ler a notícia.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mau uso de dinheiros públicos E favorecimento dos colégios privados

Ainda o mau uso de dinheiros públicos no favorecimento dos colégios privados e a ação do SPGL em defesa da escola pública.

REPORTAGEM DA TVI

terça-feira, 20 de agosto de 2013

"má gestão dos dinheiros públicos e uma atitude de compadrio e proteção de interesses ilegítimos”

Usei como título palavras proferidas por António Avelãs (presidente do SPGL) por serem, quanto a mim, apesar de extenso para um título, as palavras que sintetizam melhor a atitude do atual governo face à utilização dos dinheiros públicos.

Passos Coelho quer governar fora da lei. Tem de aprender que não pode. 

Destaco ainda da notícia do Jornal i os seguintes excertos:




Perante estes factos, "Ministério da Educação e Ciência recusou comentar". 

Lamentável. 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O lado irresponsável de Cavavo Silva



A 17 de julho de 2013 sabe-se que o Presidente da República gasta numa viagem às ilhas selvagens, portanto sem ninguém, sem pessoas, 160 mil euros.

A 18 de julho de 2013 sabe-se que há pessoas que compram menos pão, azeite e fruta.

A viagem do presidente da república revela, no mínimo, irresponsabilidade. Podíamos falar também do seu caráter vergonhoso. Mas isso talvez pudesse ser considerado como ofensivo.