Hoje, fiquei a saber, por aqui, que a canção da minha vida é: Is This Love, de Bob Marley.
Se calhar é. Nunca tinha pensada em qual seria a canção da minha vida.
E lá no quizz dizem que é esta porque I'm "easy going and carefree. When life gives [me] lemons, [I] make lemonade. Keep it up and [I] will live to be 100!"
Gosto. Pois, então, que seja. Vivamos até aos 100, pelo menos!
sábado, 24 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
sábado, 12 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
" Francisco esteve 26 anos numa quinta do Alentejo, às mãos de uma família portuguesa. "
"(...)Foi explorado pelos patrões, um casal português, que o algemou quando
lhe confiscou os documentos de identificação e o obrigou a trabalhar de
graça. Francisco entregou os documentos um dia porque pensava que lhe
iriam tratar da regularização. Nunca mais viu papel nenhum. Em 26 anos,
foi, aqui e ali, pedindo ajuda a alguns. Fecharam-lhe sempre a porta.
Convenceu-se de que nunca iria ser capaz de sair dali.
E então
ficou com medo de fugir. Medo de ir parar à prisão. Medo de ficar sem
comer. Medo de perder o almoço e o jantar. Medo de ficar sem a cama e o
banho de água quente que, apesar de tudo, ainda lhe davam. “Fugir para
onde?”, perguntou-se, durante 26 anos.(...)"
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COMENTÁRIO
!
domingo, 6 de abril de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
A luta todos os dias
COMENTÁRIO
E devia ser assim, todos os dias. Todos os dias, mostrar a esta gente que não presta que está a matar este povo.
Todos os dias. Com poucos. Aqui, ali, acolá, e, depois, outra vez aqui, ali e acolá, de tal maneira que, um dia haveria, que em todos os lados haveria poucos, mas estariam, todos, aqui, ali e acolá.
Todos os dias.
Todos os dias. Com poucos. Aqui, ali, acolá, e, depois, outra vez aqui, ali e acolá, de tal maneira que, um dia haveria, que em todos os lados haveria poucos, mas estariam, todos, aqui, ali e acolá.
Todos os dias.
carpsi:
CENSURA,
CERTEZAS,
COMENTANDO,
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
quinta-feira, 27 de março de 2014
O princípio da restrição no acesso à liberdade de expressão
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COMENTÁRIO
Se, ontem, dei a entender (num comentário que fiz no Facebook) que achava que a ideia de que as razões pelas quais o MEC decidira restringir o acesso à internet nada teriam a ver com a questão do tráfego, hoje, com a insistência dessa ideia associada ao facto de se falar de "ataques" à rede, logo, supostamente alegando que as restrições derivam do facto de se procurar garantir maior segurança, mais razões me dão para cada vez mais achar que o grande motivo tem a ver com o facto de se estar a querer restringir a utlização da internet por parte dos cidadãos.
Alegando questões de segurança, enganam-se as pessoas que continuam a ser cada vez mais controladas. No caso deste artigo do Diário Digital, a situação ainda é mais grave, porque se está a passar a responsabilidade da situação para os alunos das escolas. Isto é muito preocupante.
Como eu costumo dizer, quando são as próprias pessoas responsáveis que fazem questão de falar dos assuntos e de se multiplicarem em explicações e mais explicações, há indícios, mais do que suficientes, para ficarmos alerta.
Controle-se a utlização dos dispositivos nas escolas, como se controla a utlização de outros recursos que fazem parte do dia a dia dos alunos. Tem de se controlar a utilização. Até para se aprender a usá-las. Que haja procedimentos. Que haja regulamentos.
Restrições desta forma arbitrária responsabilizando menores, não é correto.
carpsi:
CENSURA,
COMENTANDO,
LIBERDADE DE EXPRESSÃO,
LUTA,
MEC,
MOTIVAÇÕES,
RESISTÊNCIA
segunda-feira, 24 de março de 2014
Pelo sonho é que vamos (Sebastião da Gama)
Não é habitual publicar aqui o que vou fazendo na escola, enquanto professora de português. Aqui, o espaço é "egocêntrico". Claro que daqui partem muitas outras casas onde eu exploro outros aspetos de que gosto e me dão, acima de tudo, prazer. São espaços lúdicos, na maioria das situações. Outros mais sérios, como é, por exemplo, o espaço onde vou construindo algum trabalho dedicado à investigação, fruto do que aprendi no curso de Mestrado em Pedagogia do Elearning.
Mas fazer propostas de trabalho, orientar a sua realização e ter como resultados recursos de qualidade também me "enchem" o ego. E, por isso, hoje publico, aqui, o primeiro de seis poemas ditos pelas alunas do clube "A Hora das palavras", na rubrica "Dizer as palavras".
Faço, ainda, referência à participação especial de João Quintans, antigo aluno da Escola EB Dr. João das Regras, que realizou o vídeo. As alunas que participaram na atividade são do 9ºB: Andriana Terpodei, Beatriz Malaquias, Carolina Bonifácio, Inês Almeida, Inês Baltazar e Joana Marques.
O Clube funciona às quarta-feiras, das 15:50 às 16:35 e a intenção é continuar a desenvolver esta rubrica até ao final do ano letivo.
domingo, 23 de março de 2014
A poesia "ajuda a recordar coisas bonitas." (Álvaro Vaz)
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APONTAMENTO
"Porque lês poesia?", pergunta a jornalista.
"Porque ajuda a recordar coisas bonitas", diz Álvaro Vaz. Um menino de 8, 9 anos(?). (1:58)
Nunca me lembraria de dizer tal. Mas o Álvaro tem toda a razão do mundo.
terça-feira, 4 de março de 2014
Olha a cenourinha! É laranjinha.
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COMENTÁRIO
Claro que vão passar. Dizem eles, agora. Começou a campanha eleitoral para as legislativas de 2015.
Porquê em 2015/16 e não em 2014/15?
Porquê em 2015/16 e não em 2014/15?
Imagem daqui.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
A simplicidade na diferença
"Ele é especial, mas não precisa de tratamento especial."
Tão simples a diferença e tão difícil para tantos.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Subsídio de transporte
Porque nunca é demais relembrar os direitos e insistir, persistir (quase exigir) que sejam respeitados, deixo, hoje, o esclarecimento que se pode ler no site do SPGL sobre o subsídio de transporte.
Destaco o último parágrafo dessa informação, na esperança de que todos os que se encontrem em idênticas situações façam o pedido.
"(...) torna-se imperioso que ninguém abdique dos seus direitos, sob pena de mais facilmente eles nos serem retirados no futuro, pelo que todos os docentes que, em cumprimento do seu horário, tenham de, no mesmo dia, realizar deslocações, seja entre estabelecimentos do agrupamento, seja no âmbito de outras atividades, devem preencher e entregar, com regularidade (uma vez por semana ou mês), nos serviços administrativos dos seus agrupamentos , os boletins itinerários relativos a essas deslocações e não devem aceitar passivamente uma resposta negativa, a qual pode até surgir porque as próprias direções dos agrupamentos desconhecem estes direitos ou interpretam mal a legislação sobre a matéria."
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Alemães também querem referendo sobre imigração (comentário)
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Comentário
Claro que querem. Alguns (muitos?!), provavelmente, até um novo holocausto gostariam de referendar.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
A Idade Média e a música
"Romances como O Nome da Rosa de Umberto Eco ou filmes tresloucados como Erik, the Viking dos Monty Python transmitem da Idade Média uma imagem rude, poeirente e inóspita.
Mas a Idade Média foi também a época apaixonante do nascimento de um modo de expressão revolucionário, a polifonia. (...) Com a sua melodia concentrada e vigorosa, com a sua graça primitiva e ardente, o canto gregoriano e a arquitectura românica continuam a ser a expressão mais pura do cristianimso organizado.(...)" (pág. 7
A música é, segundo Machaut «uma ciência que incita a rir, cantar e dançar.» (pág. 8)
![]() | ||
| Anjos Músicos. Pintura mural românica do Séc. XIII (pág. 13) |
"A Idade Média parece querer colutar-nos os nomes dos autores de obras culturais importantes. Era esse o desejo do autor medieval? Muitos consideravam-se meros transmissores dos saberes clássicos - «Somos», diziam, «anões em cima de gigantes» - ou englobados num coletivo. Outros preferiam atribuir as suas criações a personagens de prestígio. Às vezes, pelo contrário, podemos encontrar expressões de notável orgulho: «Canta-me com atenção, que me fez Juan Rodríguez.» A partir dos trovadores e, sobretudo, da revolução estética da Ars Nova (século XIV), começa a aparecer nas obras musicais o nome do autor, mas subsistindo sempre a consciência de trabalhar sobre um legado adquirido." (pág. 14)
in História da Música, A Música Medieval
(Em construção...)
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Mau uso de dinheiros públicos E favorecimento dos colégios privados
Ainda o mau uso de dinheiros públicos no
favorecimento dos colégios privados e a ação do SPGL em defesa da escola
pública.REPORTAGEM DA TVI
terça-feira, 20 de agosto de 2013
"má gestão dos dinheiros públicos e uma atitude de compadrio e proteção de interesses ilegítimos”
Usei como título palavras proferidas por António Avelãs (presidente do SPGL) por serem, quanto a mim, apesar de extenso para um título, as palavras que sintetizam melhor a atitude do atual governo face à utilização dos dinheiros públicos.
Passos Coelho quer governar fora da lei. Tem de aprender que não pode.
Passos Coelho quer governar fora da lei. Tem de aprender que não pode.
Destaco ainda da notícia do Jornal i os seguintes excertos:
Perante estes factos, "Ministério da Educação e Ciência recusou comentar".
Lamentável.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
O lado irresponsável de Cavavo Silva
A 17 de julho de 2013 sabe-se que o Presidente da República gasta numa viagem às ilhas selvagens, portanto sem ninguém, sem pessoas, 160 mil euros.
A 18 de julho de 2013 sabe-se que há pessoas que compram menos pão, azeite e fruta.
A viagem do presidente da república revela, no mínimo, irresponsabilidade. Podíamos falar também do seu caráter vergonhoso. Mas isso talvez pudesse ser considerado como ofensivo.
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