terça-feira, 31 de janeiro de 2017
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Combater o insucesso
Escolas começam sexta-feira a receber professores para combater insucesso
OBSERVAÇÃO
Portanto, os professores que por lá têm andado até agora são uns incompetentes.
OBSERVAÇÃO
Portanto, os professores que por lá têm andado até agora são uns incompetentes.
Estes títulos são fantásticos!
carpsi:
COMENTANDO,
ESCOLA,
PERPLEXIDADES,
PROFESSORES,
RESISTÊNCIA
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
As editoras, as escolas, as relações (perigosas?!) entre editoras e escolas...
E assim, de repente, "chovem" propostas de formação promovidas por editoras e atividades dinamizadas por autores de livros.Será coincidência? Provocação? Teste à capacidade de resistência dos professores? É que não há tempo para... Será...quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
A solução pedagógica da atualidade: o milagre da coadjuvação
Quando me "obrigarem" a coadjuvar, a partilha a que vou dar primazia
com os/as colegas coadjuvantes vai ser a de corrigir / classificar testes e
restantes trabalhos escritos. É essa, sem dúvida, a tarefa onde sinto
necessidade de maior auxílio e mais colaboração.
E não estou a ser irónica.
(latim coadjuvo, -are, socorrer, proteger)
verbo transitivo
1. Prestar ajuda a outrem. = AUXILIAR
2. Trabalhar com, colaborar num intuito comum.
"coadjuvar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/coadjuvar [consultado em 25-01-2017].
2. Trabalhar com, colaborar num intuito comum.
"coadjuvar", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/coadjuvar [consultado em 25-01-2017].
carpsi:
A MINHA OPINIÃO CONTA,
Coadjuvação,
Pedagogias,
PROFESSORES
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Evitar usar “emoticons”
Neste ano para classificar provas finais, vulgo,
exames, vai ser preciso saber "comunicar" assincronamente numa
plataforma da web 2.0.
O IAVE preocupado com a "eficácia" da
coisa e em cima do acontecimento, no 9ºAno, por exemplo, a primeira
prova é já a 17 de junho, disponibiliza um manual de utilização.
E, na página 16, naquilo que designam por "Regras para uma participação
eficaz nos fóruns, lê-se, entre outras pérolas, isto: "― Evitar usar
“emoticons”, abreviaturas, siglas, etc.;"
Outra que
também deve ter sido inventada por algum génio é esta: "O supervisor
reserva-se o direito de apagar os comentários que não estejam
relacionados com o processo de classificação."
Isto para não falar da última regra: "― Reler o comentário antes de o publicar."
É o delírio!
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Qual é a importância que o SPGL dá a Mário Nogueira?
Breve reflexão, após a primeira leitura da Revista de Informação digital do SPGL que tem como tema central e relevante a realização do 12º Congresso da FENPROF:
Acabei de receber o a revista digital do SPGL ( Spgl no Facebook). O Dossier, portanto, o destaque da revista, é sobre o 12º Congresso da FENPROF.
Pode-me ter escapado assim na primeira leitura, feita na diagonal... Mas, do
Mário Nogueira só vejo assim mesmo por lá espalhada a sua imagem e em
tamanho pequeno!!!!!!
Fica-se, para quem vai acompanhado a "coisa", mesmo que à distância,
até com a ideia de que a Manuela Mendonça, Coordenadora do SPN (Spn no Facebook), terá grande importância para o SPGL. Afinal, tem direito a duas páginas na revista.
Do Mário Nogueira nada.
Pois. Afinal, o que foi o Mário Nogueira fazer ao 12º Congresso?
Na revista aparece mencionado UMA vez, na pág. 18, pela jornalista
Lígia Calapez, por ter sido quem encerrou no quadro do Congresso a a
conferência internacional “Um sindicalismo progressista ao serviço da
educação para todos”.
Por exemplo, o nome de Mario Draghi, também
Mário, aparece QUATRO vezes. As vezes, QUATRO, a que se dá destaque ao
de Manuela Mendonça, por exemplo.
Quem é mesmo o Mário Nogueira?!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Sobre condecorações e condecorados presidenciais ou "presidenciáveis"...*
A propósito desta notícia do Diário Económico.
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Leia-se antes do que escrevo o que sobre a Ordem do Infante D.Henrique se diz neste link.
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Como professora, ofende-me esta distinção. Qual foi a relevância de Crato enquanto ME? Qual foi o feito extraordinário de Crato como ME?
É desta forma que o mérito perde valor.
E não tenho dúvidas em afirmar que, neste ato, o PR não soube ouvir / perceber aqueles que mais teriam a dizer sobre o assunto: os professores.
Pode-se argumentar que a opinião do Presidente da República é diferente e que, como cidadão, tem uma opinião diversa. Ouvi, ontem, esse argumento de um deputado, não sei se do PSD se do CDS, para justificar o veto presidencial a propósito das alterações à lei do aborto e da adoção.
Quanto a mim, essa postura, a da achar que o PR, porque é cidadão, pode decidir de acordo com a sua opinião pessoal, é discutível. O PR não é apenas Presidente de uma parte dos portugueses que pensam como ele. É Presidente de todos os portugueses que estão representados por deputados na AR. Logo, isso deveria ser respeitado. Há regras que regulamentam as relações institucionais. Afinal, a questão nunca entrou no âmbito da constitucionalidade das leis aprovadas na AR. Parece ter-se tratado apenas de dúvidas pessoais.
O mesmo acontece, parece-me, no que respeita esta notícia: escolhas meramente arbitrárias.
Sobre Gaspar e restantes não me pronuncio.
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ADENDA
Volto a publicar.
A ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues também vai ser condecorada. Pois. A senhora não foi ministra de Passos. Mas, realmente, é que como se tivesse sido.
A ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues também vai ser condecorada. Pois. A senhora não foi ministra de Passos. Mas, realmente, é que como se tivesse sido.
Não merece.
carpsi:
A MINHA OPINIÃO CONTA,
NÃO SE DEVIA,
RESISTÊNCIA
sábado, 16 de maio de 2015
Aos camaradas da Lista V, Por um SPGL Forte e Combativo
Eleições SPGL 2015-19
Sou filha de militar. A palavra camarada sempre teve, por isso, uma
conotação forte de espírito de partilha, entreajuda, força, resistência,
ação e combate.
Quando, há alguns anos, me sindicalizei no SPGL, já
sendo professora há cerca de 16 anos, e nas intervenções, em reuniões e
ações de luta, ouvia a exortação aos "camaradas" , os professores,
perguntava-me: Porquê "camarada"?! Somos apenas colegas.
Hoje, após quase três intensos meses de trabalho sindical com o
objetivo de vencer as eleições do SPGL | 2015-19, aprendi um novo
sentido da palavra camarada.
Será com orgulho e satisfação que, a partir de agora, a
ouvirei quando a mim se dirigirem dessa forma.
Obrigada, Camaradas, por me terem permitido aprender e apreender este novo sentido. Foi um
prazer ter estado convosco ontem.
Vamos construir sindicato juntos,
hoje!
Abraço.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Absurdos sindicalistas
Óscar Soares, num artigo publicado na Edição Digital Diária do PS faz publicar um artigo no mínimo curioso.
A certa altura, este senhor escreve:
"(...)Neste momento a opção é clara: ou se dá o
aprofundamento da Prática Democrática e Reivindicativa, que temos
concretizado no SPGL, ou se dá um enorme retrocesso, com predominância
de orientações que lhe virão do exterior.
Acreditamos que a prática sindical que
temos protagonizado, além de mais correta, é a que serve melhor os
interesses dos professores e da Escola Portuguesa.
O perigo de retrocesso no SPGL é tanto
mais real, quanto a lista que nos é alternativa se reforçou com alguns
militantes que integram a atual Direção, cujo projeto abandonaram, sem
terem apresentado quaisquer discordâncias programáticas, mas tão-só
questões de protagonismo na futura Direção a constituir.(...)"
O primeiro parágrafo transcrito é a versão cínica da popular expressão que se costumava usar para assustar as criancinhas ao pequeno-almoço, quando se acenava com a imagem do "papão" que iria aparecer, caso a criancinha não comesse. Não merece outro comentário.
Em relação ao segundo parágrafo, diga-se que a prática sindical que têm protagonizado aqueles que constituem a lista onde este senhor está, assenta no pilar da secretária e no carro sindical à porta de casa, para usar, por exemplo, para ir buscar os filhos que estudam em Lisboa, quando se mora, por exemplo, a alguns, poucos quilómetros. Há reuniões que são muito bem vindas quando se realizam ao fim da tarde de uma quinta-feira, por exemplo. Ou quando há ações sindicais ao sábado e até o filho pode ir jantar a casa. Claro que tudo isso também pode ser designado de rentabilização de recursos...
Em relação ao retrocesso no SPGL caso vença a Lista V, na qual sou candidata, a realidade é que o SPGL tinha, no passado, mais associados do que tem agora. Esse é um facto indiscutível. Claro que sempre se pode argumentar como o Governo faz em relação aos números do desemprego. Aí, entra a tal prática sindical de que se regozija Óscar Soares.
Depois, o senhor, fala de abandono de projeto... Ora, se estamos em fim de mandato, qualquer projeto estará a ser abandonado. E é falso quando afirma que nunca foram apresentadas quaisquer discordâncias programáticas. É falso, porque nem sequer é real. Nunca houve um projeto partilhado entre as pessoas que constituem a atual direção para o quadriénio de 2015-2019.
Como o senhor Óscar Soares bem sabe, porque foi protagonista ativo, a lista que integra nunca chegou a ser a lista dos candidatos do Projeto Com os Professores, por um SPGL Forte e Combativo.
Aliás, o que o senhor Óscar deveria descrever era o seu papel, quanto a mim muito pouco ético, na escolha do candidato a Presidente da Lista a que pertence. Sim, era sobre isso que esse senhor deveria escrever. Talvez, um dia destes, essa história venha a ser pública para seu opróbrio.
Preferiu usar o seu partido (afinal também há gente com partido na sua lista!) para destilar ódio e rancor, e algum receio, quiçá..., numa prosa que se torna constrangedora para quem tenha acompanhado todo o processo.
É de lamentar que o PS se sujeite a isso. Mas esta será outra razão para que eu não torne a votar no PS.
Entretanto, o Candidato a Presidente da Direção Central da Lista V e a quem o senhor Óscar se refere como um quase agente infiltrado do PCP, quando toda a gente sabe que é bloquista, já respondeu a este chorrilho de disparates que afinal, imagine-se, só traduzem o medo que este senhor tem do SPGL poder vir a ser oposição ao PS quando este for governo: " A vitória desta orientação político-sindical significaria que o SPGL
corria o risco de passar a ser uma base para uma politica de oposição
cega a um eventual governo do PS, mesmo que contraditoriamente com a
vontade dos Professores e com os seus interesses." Esquece-se este senhor que foi no reinado do seu partido,o PS, que os professores começaram a ser fortemente atacados, desrespeitados e enxovalhados pela tutela. Refiro-me, como é óbvio, à governação liderada por José Sócrates e à figura da ex-ministra da educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
E, já agora, é a 14 de maio. Ou, se o senhor Óscar preferir a outra preposição, no dia 14 de maio.
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Editado a 16-0515
Entretanto, o senhor Óscar respondeu a este post.
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Editado a 16-0515
Entretanto, o senhor Óscar respondeu a este post.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Em democracia não há "papões"
Sou candidata à Direção Central pela Lista V Com os Professores, por um SPGL Forte e Combativo, nas eleições do SPGL | 2015-19.
No meu testemunho de apoio à Lista pela qual sou candidata escrevo o seguinte:
Depois, foi a construção de uma lista Forte, Coesa, Combativa.
Queremos ser o rosto dos Professores da Grande Lisboa!
A 26 de março entregámos a nossa Lista que adotou a letra V para sua identificação. Entregámos um Programa Eleitoral muito completo e que assume o pleno compromisso de servir acima de tudo os interesses dos Professores e da Escola Pública. Por ele, dão a cara 244 candidatos efectivos (nº máximo permitido) aos diversos órgãos e 170 suplentes. Acrescento ainda que a nossa lista entregou 1215 subscrições, sendo que 500 eram as exigidas pelos Estatutos do SPGL.
Pelo facto de termos entre nós camaradas com fortes ligações a partidos políticos, BE, PS e PCP, a Lista adversária tem usado esse argumento para nos acusar direta ou indiretamente de estarmos / sermos manietados por dinâmicas partidárias. Referem-se a nós nas últimas palavras do seu programa como se fôssemos uma coligação partidária.
Claro que nós não somos os únicos a ter nas fileiras gente que pertença a partidos.
Por exemplo, o candidato a Presidente da Direção Central pela Lista A tem participado em reuniões do PS e o atual Presidente e também candidato, António Avelãs, é subscritor do Livre.
Portanto, afinal, todos somos partidários e pertencer a um partido é ter sentido democrático, principalmente, quando falamos de partidos que assumam a clara posição na defesa dos trabalhadores.
"Há três anos desafiaram-me, pela primeira vez, para pertencer a uma lista candidata à direção de um sindicato: o SPGL - sindicato de professores da Grande Lisboa. Aceitei o desafio.Iniciado esse processo de formação de lista pelo grupo de professores liderado por Manuel Grilo aliámo-nos a outra corrente político-sindical, a dos Professores Unidos, e, assim, a 21 de março tivemos a primeira reunião conjunta.
Passado esse tempo, e quando me parecia que a minha experiência, enquanto dirigente sindical, tinha ficado por este mandato que agora termina, foi-me proposto outro desafio: - Ser candidata por uma lista que, pese embora muitos de nós que a constituímos, pertençamos aos atuais Corpos gerentes, Conselho Fiscal e Conselho Geral do SPGL, se distinga, tal como dizemos no nosso manifesto "pela importância que quer dar ao trabalho coletivo e democrático e à persistência na construção da unidade dos e das docentes." Democracia. Trabalho coletivo. Unidade. Professores. (continua)
Depois, foi a construção de uma lista Forte, Coesa, Combativa.
Queremos ser o rosto dos Professores da Grande Lisboa!
A 26 de março entregámos a nossa Lista que adotou a letra V para sua identificação. Entregámos um Programa Eleitoral muito completo e que assume o pleno compromisso de servir acima de tudo os interesses dos Professores e da Escola Pública. Por ele, dão a cara 244 candidatos efectivos (nº máximo permitido) aos diversos órgãos e 170 suplentes. Acrescento ainda que a nossa lista entregou 1215 subscrições, sendo que 500 eram as exigidas pelos Estatutos do SPGL.
Pelo facto de termos entre nós camaradas com fortes ligações a partidos políticos, BE, PS e PCP, a Lista adversária tem usado esse argumento para nos acusar direta ou indiretamente de estarmos / sermos manietados por dinâmicas partidárias. Referem-se a nós nas últimas palavras do seu programa como se fôssemos uma coligação partidária.
Claro que nós não somos os únicos a ter nas fileiras gente que pertença a partidos.
Por exemplo, o candidato a Presidente da Direção Central pela Lista A tem participado em reuniões do PS e o atual Presidente e também candidato, António Avelãs, é subscritor do Livre.
Portanto, afinal, todos somos partidários e pertencer a um partido é ter sentido democrático, principalmente, quando falamos de partidos que assumam a clara posição na defesa dos trabalhadores.
domingo, 19 de abril de 2015
Os erros de quem "ataca" o novo acordo ortográfico
Que haja quem não defenda a lei do novo acordo ortográfico é aceitável e tem de ser respeitado. Trata-se de uma opinião.
Que haja quem não respeite o acordo é discutível. Desrespeita a lei, logo, que seja punido. De qualquer forma é uma decisão pessoal que deverá ser sempre ponderada por aquele ou aquela que assim aja. Aconselha-se.
Que haja quem argumente contra o novo acordo, usando argumentos falaciosos e falsos, é inaceitável. E está errado.
Vem isto a propósito da partilha de uma amiga no Facebook da imagem que aqui publico também.
A argumentação apresentada com o exemplo de "Alto e para o baile!" está errada e, por isso, é falsa.
As palavras aparecem em contextos, as frases, os textos. É isso que as distingue e é nesses contextos que temos de as perceber. Tal como acontece, por exemplo, em: "Dá-me o
molho das chaves." e "Molho sempre os pés no mar, quando vou à praia no
inverno. Não me parece que alguém fique com dificuldades em distinguir verbo de nome, ainda que palavras homónimas.
Considerando que "Alto e para o baile" seja uma expressão idiomática, jamais seria usada no contexto do após acordo ortográfico apresentado na imagem.
Uma expressão idiomática é uma manifestação espontânea "da criatividade, do humor e da beleza de qualquer língua. Não é
possível, portanto, determinar a sua origem, pois fazem parte da
essência da comunicação verbal.
As expressões idiomáticas não têm uma utilidade específica, mas criam imagens que captam a emoção e a sensibilidade dos falantes, podendo ainda facilitar a memorização."sábado, 11 de abril de 2015
Falar para vs falar com
Enquanto professora de português, digo muitas vezes aos alunos que na comunicação oral todo o processo seria muito fácil se as pessoas, quando abrissem a boca, soubessem porque e com que intenção o faziam.
Afinal, as hipóteses são apenas quatro, com pequenas variantes:
Afinal, as hipóteses são apenas quatro, com pequenas variantes:
- Fala-se porque se pretende informar, declarar e constroem-se frases de tipo declarativo;
- Fala-se porque há emoções a partilhar e dizem-se frases de tipo exclamativo;
- Fala-se porque há conselhos, ordens, pedidos a dar e fazer, soltando-se frases de tipo imperativo;
- Fala-se porque se tem dúvidas, se pretendem informações e a pergunta é acontece (frases de tipo interrogativo).
Outro aspeto essencial, e que refiro, é o facto de devermos usar a seguinte regência, no uso do verbo falar: falarmos com. Ou seja, quando se fala deveria ser sempre com alguém.
Afinal, só assim é que a comunicação pode existir.
Afinal, só assim é que a comunicação pode existir.
No fim dessas minhas preleções enquanto professora, concluo, apelando à reflexão: não acham que se todos falássemos assim, uns com os outros e com a certeza da razão ou emoção que nos leva a abrir a boca, mais de metade dos desentendimentos desapareceriam?
Fico, muitas vezes, com a sensação, pela expressão facial deles, que aquela é a primeira vez que alguém lhes diz aquilo. Outros olham para mim como se eu fosse de outro planeta. E, claro, há sempre um grupo que olha mas não está a "ver".
E vem isto a propósito do facto de ter encontrado por aí a foto, em cima, e que enriquece estas palavras. Sim, não é mero adorno das minhas palavras.
Quanto dei com esta imagem do atual ministro da educação, perguntei-me: para quem falaria o senhor ministro da educação, naquele momento... Certamente, com ninguém que estivesse na plateia. Se calhar até estava sozinho... Ou, então, falava para os professores.
Com Deus não seria, certamente.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
A Municipalização da Educação em Oeiras e as apreensões da Comunidade Educativa
Destaco:
(Para ler o artigo na íntegra, clicar na imagem.)
"(...)Entre esta sessão e a que a CDU realizou em 7 de Novembro do ano passado(ver aqui),
algumas coisas se terão alterado, mas, no essencial, tudo permanece
igual. Dos promotores (Governo e Câmaras) as mesmas certezas. Do lado da
Comunidade Educativa, as reservas, as inquietações e as discordâncias
ou são as mesmas ou aparecem agora reforçadas. Os eleitos da CDU
presentes colocaram questões (uma, a única a ser aplaudida, a outra a
provocar significativos sorrisos) que mereceram respostas de
circunstância. Que se desenganem, Governo e Câmara: o que se passou, no
passado dia 23 do Auditório Escola Secundária Sebastião e Silva, em
Oeiras nem esclareceu nem tranquilizou ninguém.(...)"
Comuntário: Mais do mesmo. Não se ouve a voz da razão. O objetivo é destruir a Escola Pública.
Comuntário: Mais do mesmo. Não se ouve a voz da razão. O objetivo é destruir a Escola Pública.
quinta-feira, 26 de março de 2015
Lapsos ou erros sindicais
Naquele que foi o seu último Editorial, enquanto Diretor da Revista Escola Informação e presidente do SPGL - Sindicato de Professores da Grande Lisboa, António Avelãs, também no último parágrafo escreve: "Quero crer que, com a próxima direção, o SPGL continuará a ser a força dos professores, uma força indispensável na construção de uma Escola Pública de Qualidade."
Ora, "A Força dos Professores" é o lema da lista que o próprio Avelãs integra. E estamos a falar de um processo eleitoral a que não se apresentará apenas uma lista.
Terá sido lapso?
Foi referência propositada?
Fica a dúvida... Ou não.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Contestação e falta de rigor no "exame da Cambridge" mantêm-se
"(...)A FENPROF continuará a acompanhar este processo e, para além das
minutas de requerimento já divulgadas e que se encontram na sua página Web (requerimento de dispensa; requerimento para pagamento de serviço extraordinário), irá:
- Apresentar, como já havia divulgado, pré-aviso de greve a todo o
serviço relacionado com este “exame da Cambridge”, para o período
compreendido entre 7 de abril e 6 de Maio de 2015. A FENPROF convidou
outras organizações sindicais de professores a subscreverem esta
convocatória de greve, tornando ainda mais ampla a contestação ao abuso e
ao desrespeito a que os professores de Inglês estão a ser sujeitos;
- Organização de uma ação, a apresentar nos tribunais, em
representação dos interesses coletivos dos seus associados, para que
sejam dispensados de uma tarefa que não constitui seu dever
profissional;
- Apoio jurídico a ações individuais que os docentes pretendam apresentar, caso os seus requerimentos sejam indeferidos;
- Divulgação de minuta junto de todos os professores de Inglês para
que requeiram a equivalência da sua habilitação profissional ao sistema
europeu de transferência de créditos, vendo assim reconhecida a sua
formação dentro do espaço europeu de livre mobilidade."
O Secretariado Nacional da FENPROF
17/03/2015
17/03/2015
sábado, 7 de março de 2015
sábado, 28 de fevereiro de 2015
O Passos e os sorrisos matinais
Vou começar hoje com uma nova rubrica por aqui.
Chama-se "Títulos matinais apetecíveis"!
Eis o primeiro:
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
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