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terça-feira, 23 de abril de 2024

O poder da mente? IA? Ou apenas uma coincidência?

Comprei o vestido (?) na semana passada. Quando o escolhi gostei particularmente das cores. Da conjugação das cores. Foram-me familiares. Escolhi-o para vestir hoje.

Na foto, estou numa aula a coadjuvar uma turma do 7.° ano que está, neste momento, a explorar o " Cavaleiro da Dinamarca".
Portanto, quando escolhi o vestido para comprar, quando o escolhi para vestir, hoje, estive de alguma forma condicionada nas minhas opções ou foi tudo aleatório?
Nota final relevante: quem se apercebeu da "coincidência" foi a minha colega.

sexta-feira, 19 de abril de 2024

"E agora?! Já não avalio as atitudes?"

 A propósito do algoritmo 80% 20% nos critérios de avaliação da maioria das escolas em Portugual, publiquei, hoje, no blog eArquivo, um recurso criado no Genial.ly onde se explora essa ideia no âmbito do trabalho que tem vindo a ser desenvolvimento no meu agrupamentos há cerca de 4 anos. 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

os diretores, as práticas pedagógicas e as reuniões de avaliação sumativa do 1.º período

A propósito de uma orientação sobre como as reuniões no 1.º período deveriam ser realizadas, fiz, no dia 21/12/20, a seguinte reflexão no Facebook:

Eu acho que os diretores deviam ter de dar aulas a pelo menos uma turma. Talvez dessa forma percebessem que proporcionar um calendário de reuniões de avaliação sumativa de uma hora e 15 minutos por videoconferência não é compatível com o desenvolvimento de boas práticas pedagógicas. Aliás, não é sequer exequível a não ser que se preconize a automatização do processo de aprendizagem dos alunos.

Da interação com uma das amigas que comentou, perguntando, ironicamente se as reuniões não serviam apenas para preencher documentos, acrescentei o seguinte na caixa dos comentários:

...não estou habituada a isso. Aqui costumamos ter tempo para nos centrarmos no que importa: o aluno. Sempre assim foi e continua a ser. O que se passa neste momento, e penso que se passará em todos os Agrupamentos e escolas, é partir-se do princípio de que todos somos competentes na utilização das TIC só porque assistimos a webinares desde março. E, como sabemos, isso não é assim. Compete, por isso, a quem saiba o que seja a aprendizagem mediada pelos designadas NOVAS tecnologias, manter-se firme e tornar claro para quem ainda não percebeu que, afinal, o que se está a passar é, simplesmente, uma mudança de paradigma. E assumir isso. Assumir que sabemos e não aceitamos mais do mesmo. Que este é o tempo de "sair fora da caixa". De ousar. E exigir tempo. Sim, tempo. Precisamos de tempo. Mais do que nunca. Os alunos entendem isso. Tão bem. E sabem esperar. Porque também estão a aprender que desta forma aprendem mais e melhor. Com mais responsabilidade e autonomia. Com mais liberdade. E devemos também falar sobre "isto", de maneira clara, quem verdadeiramente já estudou e sabe. Porque há muita gente que sabe com qualidade. Aqui, nas redes sociais, mas também nas reuniões que também passaram a ser realizadas em rede. E quando o tempo que nós dão é incapaz de permitir que o processo pedagógico aconteça, devemos mostrar que não estamos disponíveis para trabalhar dessa forma. Como? Assumindo. Dizendo. E, se for caso disso, escrevendo. 

Parece-me um testemunho reflexivo válido e relevante no contexto atual do trabalho desenvolvido nas escolas. Por isso, o publico aqui, já que neste espaço poderá alcançar mais leitores.