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sexta-feira, 19 de abril de 2024

o poder de pedir a palavra

"- Peço a palavra!"

Coimbra, 17 de abril de 1969, Alberto Martins, presidente da Associação Académica de Coimbra.

 Para saber +

terça-feira, 25 de abril de 2017

25 de Abril | SEMPRE!


sábado, 1 de abril de 2017

"A propósito d"A não redução de alunos por turma

Inauguro, hoje, uma nova rubrica aqui por este espaço: "A propósito de..." Será, por isso, uma nova tag. Provavelmente, na coluna ao lado, das etiquetas, já haverá outras que poderiam ser esta. E serão, por isso, tagadas sempre e também com esta.
Mas talvez esta seja a forma de que materializar o reconhecimento de uma nova fase pela web... Já tive tantas desde que esta aventura começou...
Mas, e sem mais delongas, porquê agora, esta nova rubrica. 
Ultimamente, e mais uma vez, que, afinal, vistas bem as "coisas" tem sido uma linha contínua, os professores têm estado a ser alvo de uma campanha de mal dicência. Muito velada, é certo. Muito discreta. Muito soft. Muito fofa. Mas têm. E, passarei agora a usar a primeira pessoa do plural porque cada vez mais me identifico com aquilo que estou neste momento a teclar / escrever.
Sobre essa técnica refinada de nos denegrir aos olhos da opinião pública falarei numa das rubricas. Assim, não me irei, aqui, alongar.
E é por essa razão que resolvi pôr a alma nas palavras e dizê-la. Ora, dizer a alma também daria uma boa rubrica!...
(...)
Talvez mais tarde.
Tendo nos as redes sociais tão à mão, nomeadamente, e principalmente o facebook, em particular nos grupos de discussão, tenho participado ativamente nas deiscussão que envolvem, atualmente, a educação em Portugal. E, como, no facebook, não é possível a organização que o blogue permite, irei transpor para aqui esses registos. Portanto, é desta forma que nasce a rubrica "A propósito de..."

A de hoje é sobre o conteúdo deste artigo de  Rui Gualdino Cardoso: : Chutar para canto… A redução do número de alunos por turma não é para todos.         

Já do final de 2016, continua atualíssimo. E tendo-me aparecido, no meu mural,  numa das memórias do Facebook, suscitou-me a seguinte reflexão:
"Ontem" como hoje, continuamos igual. Toda a gente é ouvida. Até aos alunos se dá, e bem, voz. MAS aos professores não é dado, sequer, o benefício da dúvida. Andamos há anos a dizer que a maioria dos problemas na educação se resolveria com a redução de alunos por turma. Ninguém respeita este "saber de experiência feito". Aliás, deve estar para sair um estudo qualquer com base em experiências, na Finlândia, provavelmente, ou num nicho qualquer por aí, perto de nós, a garantir, contra qualquer razão de plausibilidade, que o número de alunos por turma "não tem nada a ver"... E que o que é mesmo bom é sem turma. Sem aulas. Mas com muitos, muitos projetos. 
Desrespeito! Desrespeito! Desrespeito. Contínuo. Persistente. Ultrajante! 

Imagem inicial daqui, 
reutilizada por mim. 

sábado, 18 de fevereiro de 2017

"Alterações profundas ao programa de Crato"

http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2017/02/IMG_20170217_234945-e1487375479697.jpg
Pronto, lá vou passar aos testes exclusivamente de cruzinhas. 
É o adeus à escrita.
Querem assim. Que seja. Outros virão. 
Nós continuaremos por cá.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Para quando uma greve de professores?!

"(...)Apesar da existência de aspetos positivos, a confirmar no futuro diploma, já identificados no decurso do processo negocial, a FENPROF rejeita o tom triunfalista com que o Ministério da Educação anunciou em comunicado os novos diplomas.(...)"

Apesar de tudo continuar mal, e em alguns aspetos ter piorado, a FENPROF congratula-se pela existência de aspetos positivos.
Até quando continuarão a estar comprometidos, esquecendo a luta?!
Ler isto, logo hoje que o pessoal não docente está em greve, incomoda-me. O comunicado devia ser sobre a data da greve do pessoal docente.
Quero lá saber das constatações da FENPROF!...
Exige-se ação.
Totalmente solidária com os funcionários que hoje estão em luta.
A luta continua.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Combater o insucesso

Escolas começam sexta-feira a receber professores para combater insucesso

OBSERVAÇÃO
Portanto, os professores que por lá têm andado até agora são uns incompetentes.
Estes títulos são fantásticos!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Qual é a importância que o SPGL dá a Mário Nogueira?

Breve reflexão, após a primeira leitura da Revista de Informação digital do SPGL que tem como tema central e relevante a realização do 12º Congresso da FENPROF:


Acabei de receber o a revista digital do SPGL ( Spgl no Facebook). O Dossier, portanto, o destaque da revista, é sobre o 12º Congresso da FENPROF.
Pode-me ter escapado assim na primeira leitura, feita na diagonal... Mas, do Mário Nogueira só vejo assim mesmo por lá espalhada a sua imagem e em tamanho pequeno!!!!!!
Fica-se, para quem vai acompanhado a "coisa", mesmo que à distância, até com a ideia de que a Manuela Mendonça, Coordenadora do SPN (Spn no Facebook), terá grande importância para o SPGL. Afinal, tem direito a duas páginas na revista. 
Do Mário Nogueira nada.
Pois. Afinal, o que foi o Mário Nogueira fazer ao 12º Congresso?
Na revista aparece mencionado UMA vez, na pág. 18, pela jornalista Lígia Calapez, por ter sido quem encerrou no quadro do Congresso a a conferência internacional “Um sindicalismo progressista ao serviço da educação para todos”.
Por exemplo, o nome de Mario Draghi, também Mário, aparece QUATRO vezes. As vezes, QUATRO, a que se dá destaque ao de Manuela Mendonça, por exemplo.
Quem é mesmo o Mário Nogueira?! 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Sobre condecorações e condecorados presidenciais ou "presidenciáveis"...*

http://www.museu.presidencia.pt/item_images/ordens_03_large.jpg A propósito desta notícia do Diário Económico.
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Leia-se antes do que escrevo o que sobre a Ordem do Infante D.Henrique se diz neste link.
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Como professora, ofende-me esta distinção. Qual foi a relevância de Crato enquanto ME? Qual foi o feito extraordinário de Crato como ME?
É desta forma que o mérito perde valor.

E não tenho dúvidas em afirmar que, neste ato, o PR não soube ouvir / perceber aqueles que mais teriam a dizer sobre o assunto: os professores.
Pode-se argumentar que a opinião do Presidente da República é diferente e que, como cidadão, tem uma opinião diversa. Ouvi, ontem, esse argumento de um deputado, não sei se do PSD se do CDS, para justificar o veto presidencial a propósito das alterações à lei do aborto e da adoção.
Quanto a mim, essa postura, a da achar que o PR, porque é cidadão, pode decidir de acordo com a sua opinião pessoal, é discutível. O PR não é apenas Presidente de uma parte dos portugueses que pensam como ele. É Presidente de todos os portugueses que estão representados por deputados na AR. Logo, isso deveria ser respeitado. Há regras que regulamentam as relações institucionais. Afinal, a questão nunca entrou no âmbito da constitucionalidade das leis aprovadas na AR. Parece ter-se tratado apenas de dúvidas pessoais.
O mesmo acontece, parece-me, no que respeita esta notícia: escolhas meramente arbitrárias.
Sobre Gaspar e restantes não me pronuncio.
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ADENDA
Volto a publicar.
A ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues também vai ser condecorada. Pois. A senhora não foi ministra de Passos. Mas, realmente, é que como se tivesse sido.
Não merece.





*Post publicado inicialmente no meu mural do facebook.



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Limpeza no PSD

Que a "coisa" impluda. De vez, e definitivamente.

terça-feira, 17 de junho de 2014

À volta do bule do chá

No dia 10 de junho, publiquei, no meu mural do Facebbok,  com o seguinte comentário, a foto de cima:

Orgulhosamente, Professora!

Hoje, chegou-me, por mãos amigas, o texto que a seguir publico com a devida autorização do seu autor.

O orgulho é o mesmo.

« À VOLTA DO BULE DO CHÁ

Alguns comentadores da nossa praça, nenhum deles insuspeito, diga-se em abono da verdade, quiseram aproveitar o desmaio de Cavaco Silva, na Guarda, para, a partir de um discurso aparentemente solidário com o cidadão momentaneamente fragilizado, se atirarem a quem, naquele espaço público, protestava contra o governo e as políticas que põem em causa o futuro de Portugal e destroçam a vida de milhões de portugueses.
O que se passou na sequência do desmaio, não quiseram esses comentadores saber. Não lhes interessava reconhecer (embora alguns saibam) que os manifestantes estavam muito longe do palanque onde discursava o PR, não havia som no local e a visibilidade era reduzida dada a quantidade de gente presente e também devido à segurança montada. Não lhes interessa reconhecer que, tal como passou em canais televisivos, em direto, os manifestantes não se aperceberam do desmaio e, no final, frisaram que o respeito pelo ser humano era algo inquestionável. A nenhum dos comentadores interessou saber quando tinham sido recolhidas as imagens em que manifestantes sorriam e se o faziam na sequência do desmaio ou reagindo a provocações feitas por uns quantos quadros partidários e alguns agentes à paisana que, notou-se, gostariam que a reação tivesse sido outra. Não consta que algum desses comentadores tivesse tentado saber o que, realmente, se passara, pois isso poderia pôr em causa (poria) o comentário pretendido.
Conhecendo-os como conhecemos, o que deverá ter incomodado comentadores e dirigentes dos partidos do governo (alguns fazendo o “dois em um”) foi mesmo o protesto e a sua dimensão. Não foi o desmaio de Cavaco Silva, nem tão pouco a brincadeira de alguns humoristas face à situação, pois a isso não reagiram… era a brincar. O protesto, bom, esse era a sério.
Um ou outro dos que comentaram lá foi dizendo que aquele dia também não era próprio para protestos, embora sem acrescentar a razão. Que todos os dias são bons para os governantes provocarem, com as suas políticas, mais pobreza – cortando salários, pensões e prestações sociais –, mais desemprego, mais e maiores fragilizações na Educação, na Saúde e em outras áreas sociais, isso parece incontestável. Agora protestar contra essa governação é que eles gostariam que tivesse os dias contados… e, se possível, fossem poucos.
Do alto da sua arrogância, alguns dos “radio/television man show” decidiram aproveitar o caso para dirigirem insultos ao Secretário-geral da FENPROF que, acompanhando o Sindicato que coordena, esteve no protesto. Desqualificado e mal-educado foram alguns dos mimos de quem, o que gostaria mesmo era chamar-lhe “comuna” o que, em sua opinião, seria a mãe de todos os insultos. Sendo verdade que a contenção verbal prevaleceu, pois ficaria mal o recurso a linguagem própria dos fascistas, já a intenção não se distanciou dos métodos daqueles: isolar quem se quer atingir, denegrir socialmente e fragilizar, ainda que recorrendo a mentiras.
Prender, por ser comunista e/ou sindicalista, para já, não é possível. Abril tem 40 anos, mas tem sabido renovar-se. Sobram, então, as palavras. Entendia um dos comentadores que, dominicalmente, debita a sua homilia, que teria faltado chá ao Mário Nogueira em criança. É verdade, chá e outras coisas, que são todas as que faziam a diferença entre o que faltava aos filhos de operários e o que sobrava aos filhos de ministros do fascismo. Ambos os pais de cabeça levantada, é verdade, embora uns olhando para ver quem os contestava, outros para garantirem não estar a ser perseguidos pela pide. Mas não é essa diferença entre classes, em que o chá em criança distinguirá os bons dos maus, que confere a alguém um estatuto de casta superior. A democracia que, desde Abril de 74, Portugal vive tem um só lado e nele estão todos, em pé de igualdade, tenham ou não crescido encostados a um bule. »

Mário Nogueira
Cidadão, Professor e Sindicalista

quinta-feira, 27 de março de 2014

O princípio da restrição no acesso à liberdade de expressão


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COMENTÁRIO

Se, ontem, dei a entender (num comentário que fiz no Facebook) que achava que a ideia de que as razões pelas quais o MEC decidira restringir o acesso à internet nada teriam a ver com a questão do tráfego, hoje, com a insistência dessa ideia associada ao facto de se falar de "ataques" à rede, logo, supostamente alegando que as restrições derivam do facto de se procurar garantir maior segurança, mais razões me dão para cada vez mais achar que o grande motivo tem a ver com o facto de se estar a querer restringir a utlização da internet por parte dos cidadãos. 

 Alegando questões de segurança, enganam-se as pessoas que continuam a ser cada vez mais controladas. No caso deste artigo do Diário Digital, a situação ainda é mais grave, porque se está a passar a responsabilidade da situação para os alunos das escolas. Isto é muito preocupante.

Como eu costumo dizer, quando são as próprias pessoas responsáveis que fazem questão de falar dos assuntos e de se multiplicarem em explicações e mais explicações, há indícios, mais do que suficientes, para ficarmos alerta.

Controle-se a utlização dos dispositivos nas escolas, como se controla a utlização de outros recursos que fazem parte do dia a dia dos alunos. Tem de se controlar a utilização. Até para se aprender a usá-las. Que haja procedimentos. Que haja regulamentos.

Restrições desta forma arbitrária responsabilizando menores, não é correto.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

"A Escola Pública responde a todos." (Mário Nogueira)


No dia (17 de julho) em que o ministério da educação não se quis reunir com os professores, adiando a reunião.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

História ficcionada sobre prepotências

Imaginem que são médicos. Imaginem que são médicos e que trabalham num hospital público. Nesse hospital, tudo trabalha muito bem. Os médicos cumprem todos o seu horário de forma rigorosa. Está definido quanto tempo dura cada consulta e os médicos têm hora certa de entrar e sair. Tudo é muito bem controlado.

Imaginem, agora, que um doente, com consulta marcada para uma qualquer sexta-feira de uma qualquer semana de um mês e ano quaisquer, às 10:00, informa que não pode estar presente nessa consulta. Os doentes nesse hospital têm de informar quando não podem ir à consulta. Mas como o doente está muito doente e precisa muito daquela consulta, pergunta se o médico na semana seguinte não poderia dar a consulta, para evitar ter de tornar a marcar consulta.

Naquele hospital, essa prática era possível: através dum formulário, chamado Pedido de Reposição de consultas, pedia-se autorização ao diretor do Hospital. E, neste caso, o diretor do Hospital, percebendo a urgência do doente, aceitou o pedido e deu autorização ao médico para repor essas horas da consulta com o doente que não podia estar na sexta-feira, às 10:00, noutro dia. O doente foi informado.

Entretanto, o médico recebeu, por escrito, uma convocatória a convocá-lo para uma operação de urgência, na sexta-feira, às 10:00, com outro doente. Um convocatória que, claro está, não anula a reposição, antes obriga o médico a estar presente.

O médico quis saber porquê. A resposta foi: por conveniência de serviço ou qualquer coisa do género. Entretanto, e como era habitual para aquele tipo de operações, foi também convocado outro médico, como suplente, que àquela hora estava na sua hora de pausa, mas ao serviço do hospital nesse dia.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Resistir porque.