sábado, 6 de março de 2010

Tema 4 - Construção do conhecimento

Objectivo da Actividade 4 de Concepção e Avaliação em E-Learning:
 - Proporcionar uma análise, reflexão e discussão sobre as modalidades/estratégias, instrumentos e actividades que têm vindo a emergir na literatura sobre avaliação das aprendizagens em contextos de educação/formação online. 
A metodologia sugerida para atingir o objectivo foi a constituição de pequenos grupos com vista à selecção de um texto que, após análise, teria de resultar na apresentação de um powerpoint onde fosse apresentada a abordagem do texto. Tal como fiz nas actividades anteriores, irei descrever o processo de desenvolvimento da actividade noutro post. Aqui, refiro apenas que, desta vez, formei equipa com a Teresa Fernandes, a Maria de Lurdes Martins e o Luís Miguel Rodrigues. O texto escolhido pelo grupo para trabalhar foi - HAMMOND, Michael (2005) “A review of recent papers on online discussion in teaching and learning in higher education” Journal of Asynchronous Learning Networks. http://www.sloan-c.org/jaln/pdfs/v9n3_hammond.pdf e, por sugestão do Luís Miguel, usámos o VoiceThread para apresentar o nosso trabalho à turma pelo seu potencial de interacção, na formação online.



Desta vez, no debate que se seguiu, procurei encontrar um fio condutor entre os vários trabalhos apresentados pela turma, ou, pelo menos,  encontrar forma de ligar, nos meus comentários, os três trabalhos apresentados. Disso darei conta de seguida, transcrevendo as três participações que resultaram dessa intenção. Num dos momentos de interacção da discussão, houve uma colega que referiu como ambiciosa essa minha intenção. Julgo que consegui atingir o meu objectivo por isso, neste caso, foi gratificante ter sido ambiciosa, até porque as minhas intervenções proporcionaram a continuação do debate.

1ª Participação - No espaço de discussão do trabalho - Avaliação em ambientes online -  apresentado por Mónica Velosa, José Carlos Figueiredo, Sandra Brás e Paulo Simões.  
Segunda, 22 Fevereiro 2010, 01:09
Vou começar a minha participação por destacar uma das referências da Teresa Fernandes sobre o Vosso trabalho: Passa-se então para um modelo mais centrado no aluno, em que é este que “gera produtos e recursos que podem ser utilizados e partilhados por outros”, comunicando, participando e contribuindo na comunidade online. Já foi destacado nas várias entradas a importância de centrar os modelos nos alunos. Estamos a falar de estudos que remontam ao final do século XX, princípios do século XXI. Creio que o ano mais antigo é 1999. Ora, eu comecei a trabalhar em 1989 e desde então que oiço e leio sobre a necessidade de centrar o ensino no aluno. Esta será uma questão consensual. Seja o ensino online, seja presencial. O que é facto é que os estudos continuam a mostrar que esse deve ser o caminho, significando, então, que talvez não seja esse o caminho que ande a ser percorrido. Deste trabalho dos colegas, eu vou destacar não esse aspecto, mas aquele que me parece esteja a faltar para que, de facto, o ensino se centre no aluno. E aqui, fazer, já, uma pequena correcção ao meu próprio discurso. Tenho estado a escrever, como repararam, certamente, ensino em itálico, sempre que insiro o vocábulo na expressão ensino se centre no aluno. Foi propositado, porque me parece que a alteração de perspectiva será efectiva, quando todos, naturalmente, começarmos a escrever e dizer: aprendizagem se centre no aluno. É disso que se trata. Já não existe o professor que sabe e debita, como também já aqui dissemos. Deveria existir o professor que facilitaria a aprendizagem, o professor / tutor. E a questão é saber se também o professor está a valorizar o uso da tecnologia na aprendizagem. Faço aqui referência, em concreto, aos slides que apresentam os resultados das investigações de Alexander e McKenzie (1999) que estudaram "as percepções da tecnologia por parte de estudantes e o valor da tecnologia para a aprendizagem". E um dado que acho curioso é a conclusão de que apesar dos estudantes terem a percepção de que o uso da tecnologia influencia a forma como abordam a aprendizagem; de reconhecerem que a tecnologia facilita a sua relação com os pares não sintam que haja ganhos consideráveis de aprendizagem. Estes aspectos são muito interessantes. E, nestes momentos, em que estou a ler e a tentar perceber a razão destas percepções que envolvem, sem dúvida, questões do foro psicológico, acho que também deveria estar a fazer a uc de PSICOLOGIA E INTERNET. De certeza que me/ nos iria facilitar, pelo menos ajudar a perceber melhor estes fenómenos. E aqui, salto para outro aspecto que me parece pertinente da apresentação: a questão da nova concepção do currículo. Após o slide que introduz esta temática, lemos a seguinte síntese:  A Web enquanto ambiente educativo afasta modelos de ensino baseados na transmissão de conteúdos, sendo o aluno a gerar produtos e recursos que podem ser utilizados e partilhados com outros. Sem dúvida, mas a construção desses conteúdos e recursos tem de ter sempre uma origem. E esse será o papel do professor. Para Collins e Moonen (2001), o professor planeia actividades para a máxima participação dos alunos; para Sfaard (1998), o professor é a entidade que facilita e mentor; para Kearsly e Schneiderman o professor [e vou, também, manter a versão inglesa] coaching of project based learning; para Biggs (1999), o professor maximiza a estrutura e promove a auto-direcção. Nós não teríamos produzido estes recursos, nem estaríamos aqui a ter esta discussão se não tivesse havido uma proposta de actividade. Isto é, penso que, e apesar de concordar que a grande mudança resida no facto da aprendizagem passar a ser centrada no aluno, essa perspectiva acaba por só se tornar real se o professor alterar a forma de estar. É ele que tem de promover essa mudança, nas suas práticas. Reconheço que, pela experiência do curso, talvez seja mais fácil acontecer em ambiente, totalmente, online. Digo isto porque, por exemplo, uma colega que está também a frequentar um curso de mestrado noutra Universidade, em regime também online, tem de fazer exames no final de cada semestre. É algo que, apesar dela já me ter explicado vários vezes que acontece para dar mais 'credibilidade' ao processo, eu continuo sem entender. Mais credibilidade como? Creio que a consequência mais directa será mesmo a desvalorização da aprendizagem online. E claro que valoriza a importância da avaliação do professor em detrimento do processo de aprendizagem do aluno.
2ª Participação - No espaço de discussão do trabalho - E-Portefólios -  apresentado por Filomena Marques, Maria Leal, Pedro Teixeira e Teresa Rafael.
Segunda, 22 Fevereiro 2010, 03:33
Lidos os nossos trabalhos, debati-me sobre a forma como deveria participar na discussão. Sendo o objectivo discutir sobre as modalidades/estratégias, instrumentos e actividades que têm vindo a emergir na literatura sobre avaliação das aprendizagens em contextos de educação/formação online, e sendo o produto do nosso trabalho a análise, precisamente, de alguma da literatura, inicialmente, achei que deveria fazer uma texto onde apresentasse a minha leitura dos três trabalhos. Entretanto, na discussão do trabalho do grupo do José Carlos, Mónica, Paulo e Sandra, houve um aspecto que me chamou a atenção e decidi rever a minha estratégia de participação. Revi os powerpoints e encontrei um elo de ligação entre o Vosso trabalho e o do grupo antes mencionado. Na última parte do trabalho do grupo já referido, faz-se a seguinte afirmação: A avaliação com o uso da Web é mais flexível e adaptável e permite a avaliação contínua. De seguida, são apresentados os e-portfólios que, segundo Kendle e Northhcote (2000), são projectos onde se combinam a avaliação qualitativa e quantitativa, constando-se o progresso dos alunos. E é aqui que entra, na minha óptica, a Vossa apresentação. De acordo com o que percebi da leitura que fiz do Vosso powerpoint, o mesmo está estruturado em duas partes. Numa primeira parte, apresentando o e-portfólio como ferramenta de avaliação de cursos online, recorrendo a várias referências e imagens, definem e-portfólio, apresentam a sua estrutura, enquanto e-portfólio educacional, descrevem o uso e as vantagens, destacando os aspectos do uso multimédia. Numa segunda parte, apresentam os resultados dum estudo de caso. E, neste ponto, destaco a opinião de um dos alunos que registaram no Vosso powerpoint: O e-portfólio foi um grande passo em prol da afirmação do que havíamos aprendido - reuniu alguns dos trabalhos que tínhamos feito durante o curso e obrigou-nos a reflectir e a ligar os objectos de aprendizagem. Essa opinião faz eco, quanto a mim, de uma das referências que podemos encontrar no slide 10: A premissa básica da aprendizagem através do portfólio é a de que a reflexão ao longo do tempo aumenta a capacidade de dar sentido à experiência concreta. A aquisição de competências vem através da reflexão sobre as actividades e produtos que o aluno experimenta e gera num contexto social. (Cambridge & Cambridge, 2003). E fazendo de novo a ligação com o trabalho do José Carlos, Mónica, Paulo e Sandra, parece-me, pelo resultado da análise do Vosso Estudo de caso que o portfólio potencia ser uma ferramenta para a concretização de uma avaliação contínua e qualitativa como aquela que se pretende seja a avaliação com o recurso às tecnologias e, em particular, à Web (uide CAEL, slide final - Conclusões). A terminar, resta-me apenas sublinhar, também, uma das conclusões do Estudo que analisaram: o facto do e-portefólio ser considerado o meio adequado para o processo de avaliação final de um curso em que os objectos de aprendizagem sejam a base do curso.
3ª Participação - No espaço de discussão do trabalho apresentado pelo meu grupo.
Segunda, 22 Fevereiro 2010, 04:36
Nesta que tem sido a minha odisseia nocturna de hoje , faltava apenas, para concluir o périplo pelos três trabalhos apresentados, esta última paragem. Começo a ficar já cansada, por isso, provavelmente, serei mais breve que nas anteriores participações, aqui [1ª Participação] e aqui [2ª Participação]. Bom, de qualquer forma, vou tentar manter o fio condutor, deixando, no final, para discussão, uma questão. Tendo começado pela leitura do texto sobre avaliação online, passei para a apresentação do e-portefólio afirmando que, de certa forma, essa apresentação materializava, ou melhor, desenvolvia, um dos processos apresentados no primeiro texto como sendo uma possibilidade de poder avaliar as aprendizagens de forma contínua e qualitativa. No final da minha participação aqui [2ª Participação], destaco o facto de, nas conclusões do estudo, se afirmar que o e-portefólio é considerado o meio adequado para o processo de avaliação final de um curso em que os objectos de aprendizagem sejam a base do curso.  A questão que, entretanto, me surgiu foi: e se o curso tiver como base a discussão em Fóruns? Não poderá o e-portfólio funcionar, também, como meio adequado para o processo de avaliação final do curso?
Depois da questão levantada, três colegas participaram, no sentido, de concordarem que um ePortefólio poderá, também, reunir o resultado das participações dos alunos, em fóruns.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Tema 3 - Descrição da actividade

A Actividade 3 iniciou no dia 11 de Dezembro( 2009), pretendendo-se desenvolver a seguinte competência:
- Caracterizar perspectivas sobre a avaliação das aprendizagens em contexto online.
Foi-nos proposto que desenvolvêssemos esta actividade a pares e em cinco etapas distintas, com um momento de apresentação, em Fórum, e consequente discussão dos trabalhos resultantes. 
O colega Luís Miguel Rodrigues sugeriu que trabalhássemos em pareceria e eu aceitei. Julgo que, pelo facto de nas anteriores actividades termos também trabalhado em conjunto, e tendo a metodologia adoptada dado resultado, tornámos a usar o mesmo procedimento: criação de um wiki (imagem da página inicial, em baixo, clicar para visualizar melhor) para desenvolvimento das várias tarefas inerentes à Actividade. E, sendo dois os textos que tínhamos de ler e analisar, após a primeira leitura dos mesmos, decidimos dividir a tarefa de análise da seguinte forma:
BARBERÀ, E. (2006) “Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación”. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI. http://www.um.es/ead/red/M6/ - Luís Miguel Rodrigues;
PRIMO, Alex (2006) "Avaliação em processos de educação problematizadora online". In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, v. , p. 38-49. http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/EAD5.pdf - Rosalina Simão Nunes
Refiro, então, o link [http://cael09.wikispaces.com/tradu%C3%A7%C3%B5es2#S] onde publiquei a síntese que fiz do texto de Primo (2006).
Os produtos resultantes dos trabalhos de síntese foram reunidos num só documento.
O Luís Miguel Rodrigues  apresentou o nosso trabalho no dia 7 de Janeiro, no Fórum aberto para o efeito, tendo a última fase da actividade - Debate sobre os trabalhos apresentados - ocorrido até meados do mês de Janeiro.

Tema 3 - Construção do conhecimento

Objectivo da Actividade 3 de Concepção e Avaliação em E-Learning:
 - proporcionar uma análise, reflexão e discussão sobre as perspectivas, princípios e modalidades/estratégias que têm vindo a emergir na literatura que aborda as questões específicas da avaliação das aprendizagens no contexto da educação online. 
Desta vez, foi-nos pedido que trabalhássemos a pares.  Sobre o processo de desenvolvimento da actividade, farei, posteriormente, um post, à semelhança do que fiz em relação à primeira e segunda actividades. Trabalhei em pareceria com o colega Luís Miguel Rodrigues. A fim de cumprirmos o objectivo, tínhamos de ler e analisar dois artigos:
  • BARBERÀ, E. (2006) “Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación”. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI. http://www.um.es/ead/red/M6/
  • PRIMO, Alex (2006) "Avaliação em processos de educação problematizadora online". In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, v. , p. 38-49. http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/EAD5.pdf
Concluída essa fase, era-nos pedido que elaborássemos um documento (3/4 pág.), sintetizando as grandes linhas de força sobre o tema em estudo, complementada com uma breve reflexão final sobre o mesmo. Indico o link [http://www.scribd.com/doc/27753013/Analise-e-Reflexao] onde publiquei o produto final resultante dessa primeira fase e transcrevo a breve reflexão final:
A avaliação, tradicionalmente considerada como o indicador da superação ou não do processo de aprendizagem, passa a ser vista como uma facilitadora do processo de aprendizagem em contextos digitais.
No ensino presencial clássico, a avaliação era encarada como o processo em que era afirmado, depois da aplicação de um instrumento de avaliação, se o aluno tinha ou não aprendido o que era suposto. A classificação, ao assumir vários graus, expressava o quanto o aluno tinha sido capaz de corresponder à aprendizagem esperada.
Um ensino centrado no aluno, e nas suas expectativas, que o procure formar para um bom desempenho pessoal e social, tem nas TIC um poderoso aliado, pois estas permitem, além do EaD digital - o e-LEarning - uma grande inovação na avaliação: o acompanhamento do processo de aprendizagem. E é sobre esta última que nos vamos centrar.
Feedback
A avaliação, como um direito que o aluno tem, ao ser realizada recorrendo às possibilidades criadas pelo ambiente web 2.0, é uma grande facilitadora do processo de aprendizagem. Desde logo, ganha especial destaque a importância do feedback. Este, ao acontecer ao longo do processo de aprendizagem, permite que o aluno receba ajudas do professor-facilidator em ordem à obtenção de uma melhor aprendizagem, cooperando com este na construção e publicitação do conhecimento.
Comunidades de aprendizagem
Com o recurso a ferramentas apropriadas da web, os alunos e professores podem interagir de modo muito satisfatório e criar autênticas comunidades de aprendizagem, com disponibilidade e flexibilidade próprias do e-learning. Este sentido de pertença é um grande facilitador da aprendizagem e um bom incentivo para haver perseverança na aprendizagem, logo, para se alcançar melhores resultados.
A grande vantagem, neste processo quer de aprendizagem, quer de avaliação reside no facto do professor não avaliar apenas o produto final, nem sobretudo este, mas sim o processo que foi realizado ao longo de toda a aprendizagem. Esta diferença faz com que a avaliação seja mais justa e realista, deixando de ser vista como um "mal necessário" para validar a aprendizagem, para ser encarada como um elemento imprescindível da aprendizagem.
A missão de avaliar, agora, pode caber não apenas ao professor, mas também aos pares. Ou seja, num processo de aprendizagem realizado em grupo, e com o recurso às ferramentas da segunda geração web, os outros alunos também podem avaliar e apreciar o trabalho dos colegas: emitindo pareceres sobre o rumo que o trabalho leva; sugerindo fontes e actividades para alcançar de uma forma mais assertiva os objectivos de aprendizagem; valorizando o contributo que cada membro teve na realização das tarefas.
Se a avaliação é catalisador positivo para a aprendizagem, nomeadamente a avaliação entre pares, convém, no entanto, ter presente o tipo de comunidade de aprendizagem com que se está a trabalhar. Vendo a questão mais a montante, que tipo de alunos são o público-alvo ideal para o ensino à distância: é claramente um grupo de alunos adulto, motivado e comprometido.
No contexto educacional em que esta reflexão é produzida é clara a afirmação acima, mas falar de ensino pode ser falar de desmotivação, abandono e falta de comunidade de aprendizagem, por isso, a relevância dada ao feedback e ao conceito de comunidade de aprendizagem, nesta reflexão.

Do debate que se seguiu à apresentação dos trabalhos à turma, destaco as seguintes intervenções que fiz:
1ª PARTICIPAÇÃO 
Contextualização
Em resposta à intervenção de um colega sobre as mais valias no processo de aprendizagem e avaliação com recurso às ferramentas da web 2.0, no espaço de discussão do nosso trabalho (meu e do Luís Rodrigues), procurei esclarecer aquilo que me pareceu ser uma interpretação menos focada do nosso texto:
Quinta, 14 Janeiro 2010, 10:10
Nós não dizemos isso na nossa reflexão. O que realçamos como mais valia neste processo de aprendizagem e avaliação com recurso às ferramentas da web 2.0 é o facto do professor não avaliar apenas o produto final, nem sobretudo este, mas sim o processo que foi realizado ao longo de toda a aprendizagem.
Quanto à transparência que pode resultar da apreciação e avaliação por parte dos pares, não me parece que haja dúvida e estaremos todos de acordo. No entanto, não posso deixar de sublinhar a importância que nesse contexto tem a existência da comunidade de aprendizagem. É fundamental, antes de mais, garantir que ela exista, de facto, para que a avaliação entre pares seja válida. (Reflexão / Comunidades de Aprendizagem / 4º Parágrafo)
E atrevo-me a arriscar que para que tal aconteça, o papel do professor / tutor é fundamental.
2ª PARTICIPAÇÃO
Contextualização
Mais tarde, no mesmo tema da anterior intervenção, reflecti sobre o conceito de avaliação distribuída. A essa entrada dei o título de Reflexão extemporânea.
Quinta, 28 Janeiro 2010, 08:51
Designei esta entrada por extemporânea porque está a ser feita fora de tempo.
Porquê agora?
Desde que esta discussão começou que não deixei de pensar em avaliação. A realização desta actividade decorreu num período de tempo em que eu também tive de avaliar (Avaliações Sumativas do 1º Período).
Sei que aqui discutimos a avaliação das aprendizagens em contexto online, portanto, supostamente, diferente da avaliação que eu faço, uma vez que se trata de avaliação das aprendizagens adquiridas / desenvolvidas presencialmente. No entanto, hoje em dia, já trabalho, também, em contexto online. Logo, esta é também uma problemática cuja análise necessito fazer, enquanto professora, de forma a poder optimizar as aprendizagens dos alunos.
De tudo o que escrevemos, é consensual a importância do feedback. Mas este será um aspecto comum ao da avaliação feita presencialmente. 
Talvez o que distinga a avaliação das aprendizagens em contexto online das outras modalidades seja o facto desse contexto permitir a tal avaliação interpares e consequentemente a necessidade de ser feito em numa comunidade de aprendizagem.
Eu gosto dessa ideia. A questão em que tenho andado a pensar é: como é que isso se faz?
No nosso trabalho, eu e o Luís, discutimos isso, e no nosso documento esse aspecto foi referido: "Se a avaliação é catalisador positivo para a aprendizagem, nomeadamente a avaliação entre pares, convém, no entanto, ter presente o tipo de comunidade de aprendizagem com que se está a trabalhar. Vendo a questão mais a montante, que tipo de alunos são o público-alvo ideal para o ensino à distância: é claramente um grupo de alunos adulto, motivado e comprometido."
Penso que esta opinião irá ao encontro daquilo que a Professora escreveu aqui: "Não sei se esta avaliação "distribuída" se aplicará de igual modo a todos os níveis, mas aos mais elevados de formação penso que é sem dúvida um factor importante a considerar.
Portanto, para já, seria possível discutir e considerar uma avaliação "distribuída" quer em situações onde o público-alvo fosse o aluno adulto, motivado e comprometido, quer, aos mais elevados [níveis] de formação.
Continuo a gostar da ideia. Mas não posso também deixar de aqui partilhar as palavras que escrevi, quando eu e o Luís estávamos a construir a nossa reflexão: 
Luís, tenho algumas dúvidas sobre a "democratização" da avaliação, na perspectiva de que todos se avaliem a todos sem que seja necessária alguma disciplina. No final, alguém tem de ser responsável pela avaliação. Se aceitarmos como viável esse tipo de comunidade de aprendizagem em que a avaliação seja da responsabilidade da própria comunidade, teríamos de ter uma comunidade imune aos interesses e ambições pessoais que todos sabemos que existem. Teríamos de ter uma comunidade em que o objectivo final fosse só mesmo o da partiha do conhecimento e o de aprender mais. Ora, sabemos que a sociedade não funciona dessa forma. E a sensação que começo a ter, ultimamente, quando trabalho para o mestrado é a de que estamos a estudar e defender práticas que depois, na vida real, dificilmente conseguiremos construir, já que têm por base uma comunidade que, de facto, não existe.
Isto é, eu julgo que, quando escrevi isto, não me estava a reportar apenas aos meus alunos, mas também à minha experiência enquanto aprendente. Neste Curso e noutros que tenho frequentado a nível da formação profissional.
E agora que estou mais distante deste trabalho, revendo o que todos fizemos e dissemos, aventurar-me ia a sugerir que uma avaliação distribuída não poderia ser quantitativa.
De acordo com a leitura que fizemos do texto de Barberà, quando o conceito de avaliação multidimensioal da avaliação é descrito, no aspecto da avaliação a partir da aprendizagem, é dito que os alunos têm direito a melhorar as suas próprias produções a partir do próprio desenho da avaliação e isso também acarreta deveres para eles e que o feedback virtual abre campos a uma necessária revisão e chama a atenção dos alunos sobre a qualidade dos seus contributos.
Ora a questão que coloco é: como se quantifica este processo?
3ª PARTICIPAÇÃO 

Contextualização
Na discussão do trabalho da Mónica Velosa e Sandra Brás, destaquei do seu trabalho um ponto que me pareceu relevante: a referência ao trabalho individual, feita por Primo:
Quinta, 14 Janeiro 2010, 10:27
Da Vossa reflexão destaco o seguinte parágrafo: 
Terá que existir um balanço. Primo, enquanto defensor de uma aprendizagem mais colaborativa online não coloca totalmente de lado o trabalho individual. Por conseguinte, a avaliação online não deve totalmente desconsiderar os resultados e o trabalho que cada aluno desenvolveu individualmente cujo processo não foi “auscultado” um grupo. Esse balanço deverá estar no uso combinado de formas e instrumentos de avaliação. Porque é que avaliar o processo inválido a avaliação dos resultados? E vice-versa.
É, quanto a mim, muito importante a referência, primeiro, à necessidade de fazer balanços. Reflectir sobre o que cada um e os outros fizeram. Depois, o facto de terem dado destaque à importância do trabalho individual. Seria excelente se conseguíssemos desenhar um modelo de ensino e, por consequência, de avaliação online onde a perspectiva individual fosse tão valorizada como a colaborativa.
Ultimamente, em particular, desde que começámos este semestre e com a frequência da uc de processos pedagógicos, a teoria do cooperativismo por comparação com a aprendizagem em colaboração tem-me feito reflectir sobre as nossas práticas. Claro que ainda não cheguei a qualquer conclusão. Nem sei se lá chegarei... Pelo menos de forma definitiva, mas não posso deixar de sublinhar a importância deste tipo de trabalho de reflexão.

Nota: O fundo das participações é diferente para distinguir as participações individuais (cinzento) da reflexão feita em conjunto (cor-de-rosa) com o Luís Miguel Rodrigues.

Tema 2 - Descrição da actividade

A Actividade 2 iniciou no dia 4 de Novembro ( 2009), pretendendo-se desenvolver duas competências:
- Caracterizar diferentes propostas de desenvolvimento/avaliação da qualidade de cursos online;
- Propor e fundamentar um modelo de avaliação de cursos online.
Foi-nos proposto que desenvolvêssemos esta actividade em oito etapas distintas, com dois momentos de apresentação, em Fórum, e consequente discussão dos trabalhos resultantes.
Portanto, distinguem-se duas partes que se desenvolveram faseadamente: 
 - Na primeira parte, cada pequeno grupo, proporia um modelo de avaliação com base em todas as propostas, resultantes da primeira fase da actividade. O processo seria desenvolvido em 4 fases;
- Na segunda parte, a turma, após discussão de cada modelo apresentado, elaboraria uma proposta única, partindo do conjunto de contributos dados pelos diferentes grupos (processo desenvolvido em 4 fases).
A primeira etapa da primeira parte consistia em formar pequenos grupos (3/4 elementos) e seleccionar um dos textos indicados em Recursos. Os textos eram:
  • ACHTEMEIER, Sue D.; MORRIS, Libby, V.; FINNEGAN, Catherine L. (2003) "Considerations for Developing Evaluations of Online Courses". JALN 7, Issue 1. http://www.edtechpolicy.org/ArchivedWebsites/Articles/ConsiderationsDevelopingEvaluations.pdfVolume
  • CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241).http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/Carr-Chellaman%202000.pdf
  • HERRINGTON, Anthony; HERRINGTON, Jan; OLIVER, Ron; STONEY, Sue & WILLIS, Jackie (2001) "Quality Guidelines for online Courses:The Development of an Instrument to Audit Online Units" In G. Kennedy, M. Keppell, C. McNaught & T. Petrovic (Eds.) Meeting at the crossroads: Proceedings of ASCILITE 2001 (pp 263-270).
  • TINKER, Robert (2001) "E-learning Quality: The Concord Model for Learning from a Distance"NASSP Bulletin, Vol. 85, No. 628, 36-46
  • HOLSAPPLE, Clyde. W. & LEE-POST Anita (2006) "Defining, Assessing, and promoting E-learning Sucess: An information systems perspective". Decision Sciences Journal of Innovative Education, Vol.4 Nº1 (pp 67-85)
Formei grupo com o Pedro Teixeira, a  Maria de Lurdes Martins e Luís Miguel  Rodrigues. O texto escolhido foi: CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241). http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/CarrChellaman%202000.pdf
O modus operandi para a realização da  segunda etapa da Actividade foi semelhante àquele que foi usado durante a primeira actividade.
Uma vez que nos foi proposto proceder  à leitura e análise do texto escolhido, tendo em vista realizar uma síntese que focasse os seus principais aspectos, caracterizando a proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online, foi de novo, criado um wiki (foto da página inicial, em cima, à direita, clicar para visualizar melhor) e nele desenvolvemos o nosso trabalho colaborativo.  Assim, tratando-se de um texto em inglês, decidimos dividi-lo para tradução. Registo o link [http://www.scribd.com/doc/27750939/theideal-Traducao] para o  documento que reúne os contributos dos quatro elementos e o link [http://cael09.wikispaces.com/tradu%C3%A7%C3%B5es2#A] que remete para a  parte do texto que escolhi para traduzir. Como após a tradução do texto, elaborámos uma síntese que serviu de base para a construção do filme,  insiro também o link [http://www.scribd.com/doc/27751763/theideal-Sintese] que remete para o documento onde reuni esse produto. A discussão sobre a tradução e as alterações foram feitas no wiki e respectivo espaço de discussão. Posteriormente,  fizemos uma síntese do texto traduzido que, depois, deu origem à apresentação, tendo-se optado pelo Youtube para publicar o trabalho final.
Usámos, também o wiki para construir a proposta de modelo de avaliação ( 5º) Com base no trabalho desenvolvido por todos os grupos e discussão efectuada, cada pequeno grupo apresenta uma proposta de modelo de avaliação de um curso online, e sua fundamentação.)
A interacção entre os vários elementos do grupo efectuou-se através do espaço de discussão do wiki e, também, no Fórum de Trabalho da Actividade 2, na Plataforma Moodle, no tema aberto com o título do texto que analisávamos onde, no final, se registaram 28 respostas.  Das minhas participações, destaco três situações. A primeira, a propósito da organização inicial do trabalho, a segunda e terceira foram feitas durante a construção do vídeo de apresentação do trabalho. 

1ª Participação
Sábado, 7 Novembro 2009, 02:11
Continuo a achar que a proposta do Luís é bastante equilibrada. No entanto, estamos, de novo, com um texto em inglês...
 (Eu acho que nós vamos sair daqui mestres em e-learning e em tradução.)Por isso, se ainda for a tempo..., sugeria que adoptássemos para esta primeira parte da actividade, trabalho em pequeno grupo, uma metodologia de trabalho idêntica à da primeira actividade, isto é: 
1.Divisão do texto; 
2.Escolha para tradução; 
3.Tradução; 
4.Revisão da tradução; 
5.Síntese que seria, então, apresentada em filme.
1, 2 e 3 - até 9/10 de Novembro.
4, 5 - 11 a 13 ou 14 de Novembro, consoante a data limite que o grupo/turma decida para a discussão.
Esta primeira fase da actividade terá de estar concluída até ao dia 16 de Novembro. Talvez fosse, também, importante, combinarmos com os restantes grupos de trabalho, a data limite para apresentar ao grupo/turma o trabalho desenvolvido (3º aspecto indicado pela Professora), já que o 4º aspecto é a discussão geral que terá de estar concluída a 16.
A fim de adiantar trabalho, no caso de acharem este ajuste oportuno, deixo já uma proposta de divisão do texto.
Proposta de divisão do texto para tradução:
-Introdution / What is an online courses? / Why online courses? / : pp 229 - 232;
-Technologies invoved in an ideal online course/ The ideal online course -/ The study Guide /   The online textbook / Assignments : pp 232 - 235;
-Examples online / Course Communications / Interactive skill building : pp 235 - 237;
-Theoretical bases / Some practical debates / Conclusion : pp 237 - 240.
Podia-se usar também o wiki como ferramenta.
(Se, entretanto, já tiverem despachado o texto, esqueçam estas palavras.)
    2ª Participação
    Sábado, 14 Novembro 2009, 01:09
    Tenho estado tão confortável no nosso wiki que me esqueci de aqui vir dando conta da evolução do meu trabalho lá. Disso darei conta, quando, no blog, fizer referência a este trabalho colaborativo que, uma vez mais, me surpreendeu pela forma como conseguimos interagir e desenvolver trabalho assincronamente. Gosto desta forma de trabalhar.
    Em relação ao produto final aqui colocado, devo confessar que, quando o Luís sugeriu a realização de um vídeo para apresentação de uma síntese, fiquei mais ou menos assim: pensativo. ehehhehhe... Mas, claro, vamos a isso!
    E ei-lo.
    Visto em ecrã grande, consegue-se acompanhar perfeitamente a leitura e a música, Luís, é fantástica.
    Excelente escolha!
    Passarei agora a indicar algumas sugestões que me parecem poderão melhorar o nosso trabalho. 
    1ª - Esta sugestão prende-se com o design. Gostei das cores de fundo de todo o filme em que a síntese é apresentada. Bastante sóbrias e facilitam a concentração. Para maior harmonização, sugeria que a imagem inicial - título - e a final - Ficha Técnica - tivessem também como fundo um azul mais acinzentado. A letra também poderia ser alterada para uma que fosse mais semelhante àquela em que a síntese aparece escrita.
    2ª - Com o título do texto, julgo que seria pertinente introduzir uma pequena indicação do que seja o nosso trabalho. Qualquer coisa como: uma síntese dos principais aspectos, com a caracterização da proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online... 
    3ª - Pormenores: 
    0:24 - "...diluir a natureza do próprio ensino ensino onlie / online; instrucional. (ponto final) 
    0:39 - No tópico Porquê cursos online?, falta o ponto e vírgula entre os vários aspectos apresentados. 
    1:19 - "m/um conflito". 
    1:32 - Julgo que a partir daqui (ou quase...) sempre que aparece online, aparece escrito desta forma on-line... Sugeria que se alterasse para online, ou, então, que se fizesse essa alteração, na primeira parte, caso achem mais apropriado. 
    2:42 - "3)...finalidade de: (faltam os dois pontos). 
    2:45 - Faltam os pontos finais. 
    5:09 - Falta um ponto final. 
    [Desculpem-me esta coisa dos pontos... É defeito de profissão... ]
    Entretanto, deixo aqui a seguinte questão. Gostaria de discutir, também, esse aspecto convosco: 
    De cada vez que revejo o texto, a tradução e, agora, as nossas sínteses, acho 'ideal' deverá ser traduzido em muitas das situações por modelo e não ideal... 
    Que dizem sobre isso? A começar pelo título: O curso online ideal ou Um modelo de curso online?

    3ª Participação
    Sábado, 14 Novembro 2009, 19:15
    (...)Quanto ao prazo para finalizar a tarefa, creio que estamos perfeitamente dentro do timing, ainda que a data de 16 seja indicada como o momento em que a discussão já tenha sido feita. Mas como não surgiram outros trabalhos, até agora, parece-me que não haja problemas com o prazo.
    Em relação ao subtítulo, concordo com a sugestão, Luís. Quanto à discussão sobre Ideal, a minha ideia era mesmo discutir a ideia que coloco, porque também não consigo ter a certeza. Parece-me que...Portanto, julgo que seja perfeitamente aceitável que se mantenha a tradução de ideal. 
    Entretanto, deveríamos alinhavar uma introdução, quando apresentássemos o vídeo à turma, não acham? Talvez com base nas conclusões do artigo?

    Da parte final da actividade - construção da proposta de modelo da turma - gostaria de destacar dois momentos de interacção, no Fórum de discussão:

    1º Momento
    Contextualização
    Na primeira situação, dialogo com uma colega que sugeriu que a referência dos três tipos de avaliação (diagnóstica, formativa e sumativa) talvez não se enquadrasse num modelo de avaliação de um curso online, mas sim num modelo de avaliação das aprendizagens dos estudantes de um curso online.
    Em resposta escrevi:
    Quarta, 16 Dezembro 2009, 00:22
    (...)A propósito da questão que coloca, também levantei essa questão, quando analisava o documento que estava na wiki. No entanto, e como diz, esses tipos de avaliação são indicadores de informação / sucesso do curso.   
    Aliás, creio mesmo, por exemplo, que, no inquérito que anexou ,está prevista a sua avaliação. Veja, considerando, como dizemos no nosso modelo, que a avaliação formativa pretende transmitir, ao aluno um feedback sobre as suas aprendizagens e os progressos realizados, vemos esses aspectos a serem contemplados na proposta de questionário de avaliação de cursos online anexado neste fórum, na alínea D::  
    D) Como caracteriza o apoio administrativo, no que diz respeito a cada um dos seguintes aspectos: 
    1. Receptividade às questões apresentadas 
    2. Resolução das questões apresentadas 
    3. Tempo de resposta
    E ainda no que respeita a introdução de ajustes, no curso, por parte do professor, também na
    avaliação formativa, na alínea E: 
    E) Como avalia a coordenação pedagógica do e-curso, no que  diz respeito a cada um dos seguintes aspectos:   
    2. Acções correctivas ou de melhoria implementadas.  
    Portanto, não sei se não será de manter essas referências aos tipos de avaliação.
    2º Momento
    Contextualização
    Na segunda situação, uma das colegas fez a seguinte sugestão de inclusão na última versão do texto: "...que fosse contemplada a dimensão "conteúdos", para além das descritas por Holsapple & Lee-Post.
    Nesta dimensão, eu consideraria os seguintes aspectos:
    - Organização /articulação dos conteúdos
    - Adequação dos conteúdos aos objectivos de aprendizagem definidos
    - Rigor científico
    - Adequação dos conteúdos aos destinatários
    - Clareza da linguagem utilizada"

    Sugeri a seguinte redacção:
    Segunda, 14 Dezembro 2009, 04:43
    Parece-me que é pertinente a sua referência aos conteúdos. No entanto, não sei se será necessário introduzir uma nova dimensão. Julgo que a sua sugestão (a bold) possa ser incluída na dimensão Entrega.
    Deixo a seguir uma proposta:
    O Professor/Formador, enquanto orientador/facilitador promove o nível metacognitivo da aprendizagem, integrando actividades e avaliação. 
    Os recursos devem estar acessíveis de acordo com as necessidades dos alunos num formato não linear, reflectindo o tema do momento e sendo actualizados regularmente. Os conteúdos disponibilizados devem ser apresentados de forma organizada, articulada e adequada aos objectivos de aprendizagem definidos. O rigor científico, a adequação dos conteúdos aos destinatários e a utilização de uma linguagem utilizada clara serão sempre critérios de orientação. 
    Os recursos deverão, ainda, reflectir a variedade de perspectivas de modo que os alunos tenham a oportunidade de julgar o mérito de diferentes posições, em vez de lhes ser dado apenas um ponto de vista, permitindo, assim, que os alunos acendam a uma variedade de opiniões. As actividades devem ser diversificadas, complexas, sustentadas e reflectir tarefas da realidade. 
    Na construção das actividades, sugere-se que possam ser utilizados os seguintes recursos: escrita, discussões assíncronas, discussões síncronas, estudos de caso, problemas práticos, tutoriais, trabalhos, exames práticos, redes sociais, blogues, micro-blogues (twitter), slides, áudio e vídeo, portfolios.

    O documento final, com a proposta de Modelo de Avaliação do Grupo / Turma foi disponibilizado, no Fórum da Actividade, no dia 11 de Dezembro de 2009 e, posteriormente, publicado, pela Teresa Fernandes, no issuu.

    terça-feira, 2 de março de 2010

    Tema 2 - Construção do conhecimento

    Objectivo da Actividade 2 de Concepção e Avaliação em E-Learning:
     - Caracterizar diferentes modelos de desenvolvimento/avaliação da qualidade de cursos online, tendo em vista propor um modelo de avaliação que resulte dessa análise e da discussão gerada.
    Foi-nos pedido que desenvolvêssemos a actividade, numa primeira fase, em pequenos grupos, para, na segunda parte, discutir, em turma, o resultado desse trabalho inicial. Sobre o processo de desenvolvimento da actividade, farei, posteriormente, um post, à semelhança do que fiz em relação à primeira actividade.
    Porque o objectivo da actividade era propor um modelo de avaliação que resultasse da análise e discussão gerada, a actividade teria, ainda, um terceiro momento, dividido em duas partes:
    - Na primeira parte, cada pequeno grupo, proporia um modelo de avaliação com base em todas as propostas, resultantes da primeira fase da actividade;
    - Na segunda parte, a turma, após discussão de cada modelo apresentado, elaboraria uma proposta única, partindo do conjunto de contributos dados pelos diferentes grupos.
    Do meu grupo faziam parte o Pedro Teixeira, a  Maria de Lurdes Martins e Luís Miguel  Rodrigues. O texto escolhido, tendo em vista realizar uma síntese que focasse os seus principais aspectos, caracterizando a proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online foi: CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241). http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/CarrChellaman%202000.pdf
    Apresentámos, no respectivo Fórum, aberto para o efeito, o resultado dessa primeira fase, através de um filme no Youtube, (à direita).

    No dia 20 de Novembro, o Luís Miguel Rodrigues iniciou o debate, apresentando uma proposta de checklist de avaliação. Na sequência dessa prestação, no dia  22 de Novembro, juntei aos contributos do Luís Miguel Rodrigues e Mónica Velosa a análise que fiz dos vários artigos trabalhados pelos pequenos grupos.
    Deixo aqui a transcrição dessa participação.
    Domingo, 22 Novembro 2009, 06:07
    Parece-me que se podem identificar aspectos importantes, em cada um dos artigos, que nos permitam construir uma proposta de modelo de avaliação fundamentada.
    Em "The ideal online course" são feitas considerações sobre o que constitui um bom ensino online, assim como sobre o bom uso das tecnologias que estão cada vez mais estão presentes nos nossos ambientes de ensino.
    Além de abordarem esses aspectos em cursos online, os autores sugerem inclusive que, hoje em dia, a tendência será que deixe de haver distinção entre ensino presencial e ensino online. O curso online preconizado pelos autores centra-se no aluno, havendo indicações concretas sobre a importância do feedback que deve ser dado aos alunos, e baseia-se na teoria construtivista.
    Outro aspecto que me parece importante destacar neste texto é a referência às vias de comunicação: síncrona, assíncrona e por mail.
    Há um dado que encontrei neste texto e que não me parece seja abordado nos outros e que se prende com a questão dos cursos serem de acesso público desde que as universidades não necessitem desse acesso para se financiar. Talvez possa ser também um elemento a ter em conta na construção de um modelo avaliação, podendo ser uma condicionante do processo.
    Em "Quality Guidelines for online Courses: The Development of an Instrument to Audit Online Units", os autores dão destaque à qualidade dos recursos usados em cursos online e sugerem listas de verificação organizadas em três áreas: pedagogias (actividades de aprendizagem); recursos (conteúdo e informação fornecida aos alunos); estratégias de entrega (formas através das quais o curso é entregue/ apresentado aos alunos). Penso que serão referências importantes, quando estivermos a construir as nossas propostas de modelo de avaliação.
    Do texto "Considerations for Developing Evaluations of Online Courses", destacaria o slide número 5, onde são apresentadas 6 questões que deverão orientar a planificação da avaliação:
    - Porque se realiza a avaliação;
    - A avaliação fica o aluno ou o professor? A entrega? O desenho do curso?
    - Que resultados estão a ser avaliados? A que nível?
    - Quando deverá ser realizada a avaliação?
    - Onde e como deverá ser realizada a avaliação?
    - Quem deverá estar envolvido?
    Talvez devêssemos começar o nosso trabalho de construção do modelo de avaliação por aqui. 
    Dou ainda destaque, no texto referido no parágrafo anterior, ao slide onde são apresentados os aspectos que devem ser considerados na qualidade da avaliação, e que é o facto de se referir que a própria avaliação deva ser avaliada. Julgo que este é um elemento bastante importante e que deverá ser alvo da nossa atenção no trabalho que se segue. Julgo que no texto "Defining, Assessing, and promoting E-learning Sucess: An information systems perspective" poderemos encontrar algumas pistas sobre como operacionalizar essa questão, uma vez que o modelo preconizado pelos autores vai no sentido de avaliar e medir o sucesso do e-learning através da abordagem do processo, concretizando-se este em 3 dimensões: design, entrega e resultados.

    Passámos, de seguida, à elaboração da proposta de modelo em cada pequeno grupo com base nas várias sínteses - o quinto momento da Actividade ( 5º) Com base no trabalho desenvolvido por todos os grupos e discussão efectuada, cada pequeno grupo apresenta uma proposta de modelo de avaliação de um curso online, e sua fundamentação.)

    Registo o Resumo da Proposta de Modelo de Avaliação do meu grupo e o link [ http://www.scribd.com/doc/27686769/Proposta-de-Modelo-de-Avaliacao] que dá acesso a todo o texto:
    Resumo 
    Com base nos trabalhos apresentados pelas várias equipas, decorrentes da leitura e análise dos texto escolhidos, e tendo em vista realizar uma síntese que focasse os seus principais aspectos, este documento apresenta uma proposta de modelo / avaliação da qualidade de cursos online. 
    Palavras-chave: Modelo de Avaliação, Ensino a Distância, Curso online

    segunda-feira, 1 de março de 2010

    Tema 1 - Descrição da actividade

    A Actividade 1 iniciou no dia 20 de Outubro, de 2009, pretendendo-se desenvolver duas competências:
    - Clarificar conceitos correlacionados com a qualidade em e-learning;
    - Fazer o levantamento do conjunto de factores que determinam a qualidade dos cursos online.
    Tratando-se de uma actividade que teria de ser desenvolvida pelo grupo / turma, de acordo com as orientações, o primeiro passo foi definir procedimentos. No Fórum aberto para o desenvolvimento desta actividade, o tema que mais participações (40) teve foi, precisamente, aquele onde se procedeu à discussão sobre a metodologia a seguir.

    Dessa discussão, decidiu-se criar um wiki  a partir do qual todo o trabalho colaborativo seria desenvolvido. Na página inicial do wiki (foto à direita - clicar para visualizar melhor) foi apresentada a proposta de divisão dos textos para tradução.  Escolhi para traduzir o segundo momento do texto de  Wisenberg  (2005). Indico o link  [http://cael09.wikispaces.com/tradu%C3%A7%C3%B5es2#Q] onde se pode ler o excerto traduzido por mim. Um dos temas abertos, no Fórum de Trabalho da Actividade,  intitulava-se "DICIOFORUM" com o objectivo de uniformizar a tradução.
    Após o trabalho de tradução, os vários contributos individuais foram reunidos com vista a proceder a uma revisão global dos textos, tendo sido apresentadas as versões finais no dia 30 de Outubro. Nesse mesmo dia, a discussão foi iniciada e prolongou-se até ao dia 7 de Novembro, tendo havido ainda, após essa data, algumas participações. Foram iniciados 6 temas para discussão, tendo o tema A Qualidade num curso online - Factores para o sucesso sido aquele que mais respostas obteve (16).
    Traduções:
    • PENNA, Maria Pietronilla & STARA, Vera (2008) "Approaches to E-learning quality Assessment". http://isdm.univ-tln.fr/PDF/isdm32/isdm_pietronilla.pdf http://www. - Tradução / mpel3
    • WISENBERG, Faye & STACEY, Elizabeth (2005) "Reflections on teaching and Learning Online:Quality program design, delivery and support issues from a cross-global perspective". Distance Education Vol.26, Nº3, (385-404). http://casat.unr.edu/docs/Weisenberg2005.p - Tradução / mpel3

    quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

    Unity 4 - Final Report

     



    Activity 1 - Compiling, refining and expanding the three annotated bibliographies
    Description -  I have compiled, using the links, the three annotated bibliographies, in which I added a reflection, more data and some information that I highlighted with pink color.

    Activity 2 - Compiling, refining and expanding the learning objects into a learning module:
    Description - In the first learning object, related to cooperative freedom, I added more information about Cooperative Freedom. In the second, related to online teaching techniques, and in the third, related to transparency in online education, I added reflections.
    In all cases, where changes were made, at the end of each post, I wrote a brief note informing about the changes made and the date on which it occurred.

    Activity 3 - Writing a reflection paper discussing the impressions from the course and the learning outcome from our selected readings, the development of our learning objects and our participation in the discussion forums: (coming soon...)


    Final note - I used a wiki to aggregate all the work developed during the course. It is available here: http://ppel2009.wikispaces.com/


    (Image: I used wordle.net)


     
    *Edited the February 28, 2010, to add the descriptions and final note.

    segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

    Amar


    Porque, às vezes, são precisas as pausas, mesmo quando o tempo nos atropela...
    .
    .
    .

    sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

    Activity 4 - Brainstorming on transparency

    Discussion on transparencies in forums - Part I
    I arrived late to  discussion on transparency in the forums, but I would like still contribute.
    While I was reading the participation of my colleagues, I made the following survey of the key ideas:
    Defenders
    Sandra Brás (25.01.10 // 04:45 PM ) - "...it would be useful to see the discussions that our colleagues of the Multimedia master usually have. (...) So the University should give us that choice. Not only for a matter of transparency in all our courses but also for the possibility of knowing other people's perspective in some issue that is important to us."
    Joaquim Lopes (25.01.10 // 06:11 PM) - "However, the possibility of just reading the forum posts could be an interesting idea."
    Luís Rodrigues (25.01.10 // 09:38 PM ) - "First, I agree with the creation of mechanisms to see what is being produced in enclosed spaces. But how? Providing each group, what it considers good and interest, according to the criterion of the group. (...) Transparency, but with caution."
    Opponents
    Maria de Lurdes Martins (25.01.10 // 07:55 PM ) - "I think that forums should be available to the class that is attached to the course, not to all members oj UaB. (...) it’s a little stressing to follow so many things and I’m not capable to focus on a particular task or information."
    Paulo Simões (
    25.01.10 // 09:00 PM) - "However I believe that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course."
    Mónica Velosa (27.01.10 // 03:36 PM ) - "I agree more with Paul when he says that he believes that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course.
    For those wishing to share their ideas beyond the group can always do it on your blog, as we already done throughout this course."
    Teresa Rafael (27.01.10 // 05:53 PM ) - "So...before the implementation of transparency in education it is necessary to know  if the "people" and the system are   prepared/ mature for that.  Talking it political: “anarchism" as not proved yet that it work! I love my “privacy and individualism” as much as I dislike to be an intruder! "Transparency, but with caution"."
    There are therefore two colleagues, Sandra and Joaquim, that sugest  the possibility of reading the forums  as an interesting idea, even if the reader  could not participate. 
    Luís  considers appropriate since provided with  criteria.
    Then we have four colleagues who argue that there must be  a place holder only for the group. Two, Paul and Monica, defende the  there is a need to defend the group. Maria de Lurdes think that way because it will be more comfortable writing to a group that is known and, finally, Teresa feels that, before transparency, it will be important  whether the participants are prepared for it.
    My opinion
    As for me, considering that transparency in online education is the ability to share with others what we do and get their feedback, with forums, this possibility will always be limited, since only students and professors have access to that produced in those forums. However, in many cases, we publish our blogs in the outcome of our participation here, why not allow, such as Sandra and Joaquim suggest, that others follow the process, reading. Allow them to participate would be complicated to manage, particularly for the teacher who will then evaluate. It Would be like Joaquim says in its share of 25.01.10, 06:11 PM, a nightmare.  The end result is important, but observing the process through which to build the end product of learning allows us to see how others do. And that is a guarantee of success. Therefore, I agree with Sandra and Joaquim.

    Publishing statistics and data - Part II

    What data and statistics would it be interesting to see based on the information UA has about their students?

    For this question, as an answer, I do another: publishing it, some personal data , can improve student learning?

    In my view, make this data public would only have the aim to build trust in the institution. So, to students might be important, however, should be done only if the students allowed it, even if the data were more or less anonymous, as the professor suggests.

     PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

    Discussão sobre a transparência nos  fóruns - Parte I
     Cheguei tarde à discussão sobre a transparência nos fóruns, mas gostaria, ainda assim, de contribuir.
    Estive a ler as participações dos meus colegas e fiz o seguinte levantamento:
    Defensores
    Sandra Brás (25.01.10 // 04:45 PM ) - "...it would be useful to see the discussions that our colleagues of the Multimedia master usually have. (...) So the University should give us that choice. Not only for a matter of transparency in all our courses but also for the possibility of knowing other people's perspective in some issue that is important to us."
    Joaquim Lopes (25.01.10 // 06:11 PM) - "However, the possibility of just reading the forum posts could be an interesting idea."
    Luís Rodrigues (25.01.10 // 09:38 PM ) - "First, I agree with the creation of mechanisms to see what is being produced in enclosed spaces. But how? Providing each group, what it considers good and interest, according to the criterion of the group. (...) Transparency, but with caution."
    Opositores
    Maria de Lurdes Martins (25.01.10 // 07:55 PM ) - "I think that forums should be available to the class that is attached to the course, not to all members oj UaB. (...) it’s a little stressing to follow so many things and I’m not capable to focus on a particular task or information."
    Paulo Simões (
    25.01.10 // 09:00 PM) - "However I believe that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course."
    Mónica Velosa (27.01.10 // 03:36 PM ) - "I agree more with Paul when he says that he believes that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course.
    For those wishing to share their ideas beyond the group can always do it on your blog, as we already done throughout this course."
    Teresa Rafael (27.01.10 // 05:53 PM ) - "So...before the implementation of transparency in education it is necessary to know  if the "people" and the system are   prepared/ mature for that.  Talking it political: “anarchism" as not proved yet that it work! I love my “privacy and individualism” as much as I dislike to be an intruder! "Transparency, but with caution"."

    Portanto, há dois colegas, a Sandra e o Joaquim que consideram a possibilidade de ler a participação nos fóruns de um curso interessante, ainda que o leitor não possa participar na discussão. O Luís considera pertinente desde que existam critérios definidos.
    Cheguei tarde à discussão sobre a transparência nos fóruns, mas gostaria, ainda assim, de contribuir.
    Estive a ler as participações dos meus colegas e fiz o seguinte levantamento:
    Portanto, há dois colegas, a Sandra e o Joaquim que consideram a possibilidade de ler a participação nos fóruns de um curso interessante, ainda que o leitor não possa participar na discussão. O Luís considera pertinente desde que existam critérios definidos.
    Temos, depois, quatro colegas que defendem a existência de um espaço reservado só para o grupo. Dois, o Paulo e a Mónica, fazem-no porque há a necessidade de defender o grupo, uma, a Maria de Lurdes, pensa dessa forma porque será mais confortável escrever para um grupo que se conhece e, por fim, a Teresa que considera importante, antes da transparência , saber se os participantes estão preparados para isso.
    A minha opinião
    Quanto a mim, considerando que a transparência na educação online é a possibilidade de partilhar com os outros aquilo que fazemos e ter o seu feedback, em fóruns, essa possibilidade será sempre limitada, uma vez que só têm acesso ao que produzimos em fóruns aqueles que fazem parte do curso. No entanto, se em muitos dos casos, nós publicamos nos nossos blogs o resultado das nossas participações aqui, porque não permitir, tal como a Sandra e o Joaquim sugerem, que outros acompanhem o processo, lendo. Permitir que participem seria complicado de gerir, particularmente, para o professor que depois irá avaliar. Seria, como o Joaquim diz, na sua participação de 25.01.10, 06:11 PM, um pesadelo.
    O resultado final é importante, mas observar o processo através do qual se constrói o produto final de uma aprendizagem permite-nos ver como os outros fazem. E essa é uma garantia de sucesso. Portanto, estou de acordo com a Sandra e o Joaquim.

    A publicação de estatísticas e dados - Parte II

    What data and statistics would it be interesting to see based on the information UA has about their students?
     
    Para esta pergunta, como resposta,  eu faço outra: de que forma a publicação desses dados, alguns pessoais, poderá melhorar a aprendizagem dos alunos?

    No meu ponto de vista, tornar esses dados públicos teria apenas o objectivo de credibilizar a instituição. Assim, para os próprios estudantes isso poderia ser importante, no entanto, só se deveria fazer se os alunos permitissem, mesmo que os dados fossem mais ou menos anónimos, tal como o professor sugere.  


    -----------------
    *Edited on 30.01.10 to add a review about the publication of statistics and data.

    quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

    "Ler, Lazer e Aprender" - Projecto de Leitura




    No âmbito das actividades desenvolvidas, enquanto Coordenadora do PNL, criei este Vídeo para divulgação do Projecto de Leitura do Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância D. Lourenço Vicente, Lourinhã: "Ler, Lazer e Aprender".
    .
    .
    .

    terça-feira, 26 de janeiro de 2010

    Activity 3 - review on learning object and an annotated bibliography

    For this task, Professor Morten Paulsen asked us a review of one learning object (activity 2) produced by our  colleagues and a review of the annotated bibliography (Activity 1).
    I chose this object, made by Teresa Rafael, because I think that Glogster could be a great tool to serve as a repository of the most important issues. And that's what Teresa did.
    She created a poster (Glog) where we can find topics and key words and ideas on transparency in online collaborative learning. Part of the text is interactive, since clicking colored tacks, we can access other resources available online and that complement the key ideas presented.
    The choice of shapes, colors and pictures in the construction of the poster is one aspect, in my opinion, quite appealing as it can develop creativity and also reflected the way that student organized the materials.
    I created an account . However, it seems to me that, as a teacher of Portuguese Language,  I will have some limitations in its use, because cedilla, hyphen and graphic accents are not recognized.

    In the first paragraph of her annotated bibliography, Helen explains how transparency can be an important issue in the cooperative learning. This description concludes that having transparency in  learning gives exposure.  From this point raises a question: How much and what kind of information should a student and teacher being exposed. This issue introduces the first bibliographic reference: an article by Kathryn Linder, MA, published on Faculty Focus, September 14, 2009, where, according to the comments of Helen, the author points out the disadvantages and advantages of developing in social networks of learning communities. It outlines some boundaries and guiding lines to follow in order to protect yourself from too much exposure .
    Within this first aspect, has been done  the second reference: a post from George Siemens, entitled "Teaching the transparent learning" (published on April 28, 2009). And as she did in relation to an article by Kathryn Linde,  the aspects most relevant to the issues raised are highlight.
    In the second part of your annotated bibliography, it uses the same methodology, beginning to introduce another concept related to transparency in learning: the fact that people who have similar cognitive structures to better understand and learn better with each other because they can relate better. In support of this view, she refers the article written by Torhild Slaat and Morten Flate Paulsen, In Learning partner opportunities for cooperation in distance learning.
    The last  material related to transparency in online education is an article by Christian Dalsgaard: Social networking sites: Transparency in Online Education. It seems to me that was introduced at this point, as previously stated that the social networking sites can be an adequate space for sharing knowledge, thoughts and ideas.
    So,  it seems to me that Helena chose to build a reflexion on transparency in cooperative learning, highlighting two of the most important aspects and introducing significant references to support your reasoning.
    Perhaps, introducing, as the teacher has suggested us, the date and place of publication, and the date it was accessed, could improve the work. This is also one of the improvements that I have to do in my annotated bibliographies.
    Visually, I think it easier to read if the letters were bigger. I further propose that in the sidebar should be the posts identified for each of the activities, for  that would make your query faster.
    Finally, let me say that I appreciated the way  how Helena has structured the content, though, being  an annotated bibliography, should produce, perhaps, greatest impact if her reflexion had been made after the description of each reference.

     PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

    Para esta tarefa, o professor Morten Paulsen pediu-nos que fizéssemos a análise de um dos objectos de aprendizagem (Actividade 2) produzidos pelos colegas e uma análise a uma das bibliografias anotadas (Actividade 1).

    Recurso: Transparency in online cooperative learning, por Teresa Rafael

    Escolhi este recurso, feito pela Teresa Rafael, porque me parece uma excelente ferramenta para servir de repositório dos aspectos mais importantes sobre determinada matéria.
    E foi o que a Teresa fez. Criou um poster (Glog) onde podemos encontrar tópicos e palavras e ideias chave sobre a transparência na aprendizagem cooperativa online. Parte do texto é interactivo, uma vez que, clicando em tachas coloridas, acedemos a outros recursos disponíveis online e que complementam as ideias chave apresentadas.
    A possibilidade de escolher as formas, imagens e cores na construção do poster é um aspecto, quanto a mim, bastante apelativo, dado que permite desenvolver a criatividade e acaba, também, por reflectir a maneira como, neste caso, o estudante organizou as matérias.
    Criei já uma conta. No entanto, parece-me que, enquanto professora de Língua Portuguesa, terei algumas limitações na sua utilização, uma vez que sinais como a cedilha, hífen e acentos gráficos não são reconhecidos.

    Bibliografia anotada: Transparency for a better cooperation and learning gains, por Helena Prieto

    No primeiro parágrafo da sua bibliografia anotada, a Helena explica de que forma a transparência pode ser um factor positivo na aprendizagem cooperativa. Dessa descrição, conclui que a existência de transparência no processo de aprendizagem significa exposição, darmo-nos a conhecer às outras pessoas. Partindo deste ponto, coloca uma questão: Que quantidade e que tipo de informação devem um estudante e professor expor. Esta questão introduz a primeira referência bibliográfica: um artigo de  Kathryn Linder, M.A, publicado no site Faculty Focus, a 14 de Setembro de 2009, onde, de acordo com as observações da Helena, a autora aponta as desvantagens e vantagens da criação, nas redes sociais de comunidades de aprendizagem. Destaca ainda a lista de limites que a autora sugere para que a exposição online não seja excessiva.
    Ainda dentro desta primeira questão, é apresentada a segunda referência bibliográfica: um post de George Siemens, intitulado  ”Teaching as transparent learning” (publicado a 28 de Abril de 2009). E tal como fez, em relação ao artigo de Kathryn Linder, destacam-se  os aspectos mais relevantes para a problemática levantada.
    Na segunda parte da bibliografia anotada, utiliza-se a mesma metodologia, começando por introduzir outro conceito relacionado com a transparência na aprendizagem: o facto das pessoas que tenham estruturas cognitivas semelhante se compreenderem melhor e aprenderem melhor uns com os outros, porque se conseguem relacionar melhor. Para fundamentar esta perspectiva, é referido o artigo de Torhild Slaato and Morten Flate Paulsen, In Learning partner opportunities for cooperation in distance learning
    O último recurso apresentado é um artigo de Christian Dalsgaard: Social networking sites: Transparency in online Education. Parece-me que foi introduzido neste ponto, porque anteriormente se refere que os sites de redes sociais podem ser um espaço adequado para a partilha de conhecimentos, pensamentos e ideias
     Portanto, parece-me que a Helena optou por construir um texto de reflexão sobre a transparência na aprendizagem cooperativa, destacando dois dos aspectos mais importantes e introduzindo referências bibliográficas relevantes para fundamentar o seu raciocínio.
    Talvez, introduzindo, como o professor já nos sugeriu, a data e  local de publicação, bem como a data em que foi acedido, pudesse melhorar o trabalho. Esse será, também, um dos melhoramentos que terei de fazer nas minhas bibliografias anotadas. 
    Visualmente, penso que facilitaria a leitura se as letras fossem maiores. Sugiro ainda que na barra lateral estejam identificados os postes referentes a cada uma das actividades, uma vez que isso tornaria a sua consulta mais rápida. 
    Por fim, gostaria de dizer que apreciei bastante a forma como a Helena estruturou o post do ponto de vista do conteúdo, ainda que, sendo uma bibliografia anotada, talvez produzisse maior impacto se a sua reflexão tivesse sido feito posteriormente à descrição de cada um dos recursos.


    sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

    Eu aprendo, eles aprendem. Nós crescemos.

    Depois de tanta coisa aprendida e, mais importante, apreendida durante o 1º Semestre do Curso de Mestrado em Pedagogia do ELearning da Universidade Aberta, aquando do início da preparação do Ano Lectivo 2009/10, em Setembro (2009), comecei a olhar para o futuro com olhos digitais. E decidi que os alunos das turmas que me fossem atribuídas iriam usufruir dessas minhas aprendizagens.
    Conversei com o Director do Agrupamento, Professor Pedro Damião,  e perguntei se seria possível, na elaboração do horário, disponibilizarem-me sempre a mesma sala. Outra condição necessária seria a garantia de poder requisitar cinco computadores portáteis para todas as aulas. Por fim, o acesso à Internet na sala de aula.
    Tive as garantias de que necessitava. E o processo já tinha começado.

    Sempre que falo deste Projecto, para o caracterizar em termos gerais, digo: Neste ano, aboli o papel da sala de aula.
    É claro que esta frase é hiperbólica. O papel ainda existe, não só porque há um manual adoptado e que foi adquirido pelos alunos, mas porque a maioria das aprendizagens e hábitos de estudo dos alunos passa, ainda, por esse suporte.

    Recorrendo à Plataforma  Moodle, num regime que se aproximará do b-learning, o 1º Período decorreu. E fazendo o balanço, julgo que seja bastante positivo.

    Neste post, não irei descrever ao pormenor todo o processo. Deixarei esse registo para um momento mais reflexivo. Provavelmente, no final do Ano Lectivo.
    No entanto, observar cinco a seis grupos de alunos a trabalhar, de facto, em sala de aula , todos os dias, a agir, no preciso momento em que estão a aprender. Vê-los a construir o seu próprio conhecimento em simultâneo com os colegas, revelando uma autonomia e responsabilidade que não lhes conhecia, obrigou-me a partilhar esta incipiente experiência. A utilização do computador com acesso à Web 2.0 liberta-os para fazer.
    São alunos do 8º e 9º Anos.

    Lentamente, começam a trazer os seus próprios portáteis para a sala de aula. Na última aula de hoje, numa turma de 22 alunos, dos cinco computadores da Escola, apenas tiveram de ser usados dois. Os restantes 11 eram dos alunos, parte deles adquiridos através do Programa e-escola.

    Sou professora de Língua Portuguesa do 3º Ciclo.

    quarta-feira, 20 de janeiro de 2010



    Ontem, recebi da Slideshare Team esta mensagem.
    Fiquei satisfeita. Não sei se é muito se é pouco... Mas penso que o número de pessoas que, no ano de 2009, viram os trabalhos que publiquei no slideshare é considerável, atendendo ao facto de serem materiais respeitantes, em particular, ao ensino da Língua Portuguesa.
    Agradeço à equipa do Slideshare a informação e àqueles que têm por lá passado: Muito obrigada!

    segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

    Activity 2 - producing a learning object related to transparency in online education

    Introduction

    When I'm studying, I often need to summarize the ideas that I assimilate. It is an important exercise in my learning process. Transforming this mental operation in dynamic imaging has been a very interesting challenge during this course.
    Here is the thrust of my reading the post by George Siemens on being a transparent learner: Teaching as transparent learning




    COMMENT

    The  Siemens's post  that gave me the support to the achievement of my learning object is an importante source of ideas about  of transparency.

    It starts by title: Teaching the transparent learning. In this expression the act of teaching is diluted in the teacher's own learning, because the way it teaches is transparent. And transparency in this context is an  invitation to participate in the conversation through the  work that is in blogs, articles, books: "My work on blogs, articles, handbooks, and so on is an invitation to engage in conversation, not a proclamation of what I absolutely know." So in addition to sharing their work, teachers promote the discussion not to show what they know, but to develop ideas.

    In the process, Siemens knows that he isn't  alone. Others, like him, have contributed to that learning is transparent:

    "There are many others. All have contributed to my learning by being willing to share how they develop and advance ideas."

    Another concept that I found interesting in this article was the peer-to-peer learning. About his work with Stephen Downes for CCK08, Siemens underlines the fact that the two were only two nodes on the network:"As the course facilitators, we were active in sharing our ideas and views, but we were only two nodes in multi-node network. "

    Therefore, it is important share ideas and opinions with those who can guarantee a peer to peer learning. ( "The varying cognitive architecture of those who are new to a subject and those with significant experience provides support to the value of peer-to-peer learning."). It is easier to share knowledge, experiences, frustrations and be understood by those who are on the same level of learning than we do:

            "Transparency in expressing our understanding, our frustrations, and our insights helps others who are at a similar stage. "

    In our course in Pedagogical Processes in e-Learning, it was promoted transparency, since all activities were published online, as well as peer to peer learning, visible, for example, in the  third activity of each unit, where we had to write a review in the forum on two learning objects published by colleagues.

    * Edited the February 25, 2010, to add the comment.


    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

    .

    Um mimo pronto a desembrulhar. Parabéns.