quarta-feira, 3 de março de 2010

Tema 2 - Descrição da actividade

A Actividade 2 iniciou no dia 4 de Novembro ( 2009), pretendendo-se desenvolver duas competências:
- Caracterizar diferentes propostas de desenvolvimento/avaliação da qualidade de cursos online;
- Propor e fundamentar um modelo de avaliação de cursos online.
Foi-nos proposto que desenvolvêssemos esta actividade em oito etapas distintas, com dois momentos de apresentação, em Fórum, e consequente discussão dos trabalhos resultantes.
Portanto, distinguem-se duas partes que se desenvolveram faseadamente: 
 - Na primeira parte, cada pequeno grupo, proporia um modelo de avaliação com base em todas as propostas, resultantes da primeira fase da actividade. O processo seria desenvolvido em 4 fases;
- Na segunda parte, a turma, após discussão de cada modelo apresentado, elaboraria uma proposta única, partindo do conjunto de contributos dados pelos diferentes grupos (processo desenvolvido em 4 fases).
A primeira etapa da primeira parte consistia em formar pequenos grupos (3/4 elementos) e seleccionar um dos textos indicados em Recursos. Os textos eram:
  • ACHTEMEIER, Sue D.; MORRIS, Libby, V.; FINNEGAN, Catherine L. (2003) "Considerations for Developing Evaluations of Online Courses". JALN 7, Issue 1. http://www.edtechpolicy.org/ArchivedWebsites/Articles/ConsiderationsDevelopingEvaluations.pdfVolume
  • CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241).http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/Carr-Chellaman%202000.pdf
  • HERRINGTON, Anthony; HERRINGTON, Jan; OLIVER, Ron; STONEY, Sue & WILLIS, Jackie (2001) "Quality Guidelines for online Courses:The Development of an Instrument to Audit Online Units" In G. Kennedy, M. Keppell, C. McNaught & T. Petrovic (Eds.) Meeting at the crossroads: Proceedings of ASCILITE 2001 (pp 263-270).
  • TINKER, Robert (2001) "E-learning Quality: The Concord Model for Learning from a Distance"NASSP Bulletin, Vol. 85, No. 628, 36-46
  • HOLSAPPLE, Clyde. W. & LEE-POST Anita (2006) "Defining, Assessing, and promoting E-learning Sucess: An information systems perspective". Decision Sciences Journal of Innovative Education, Vol.4 Nº1 (pp 67-85)
Formei grupo com o Pedro Teixeira, a  Maria de Lurdes Martins e Luís Miguel  Rodrigues. O texto escolhido foi: CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241). http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/CarrChellaman%202000.pdf
O modus operandi para a realização da  segunda etapa da Actividade foi semelhante àquele que foi usado durante a primeira actividade.
Uma vez que nos foi proposto proceder  à leitura e análise do texto escolhido, tendo em vista realizar uma síntese que focasse os seus principais aspectos, caracterizando a proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online, foi de novo, criado um wiki (foto da página inicial, em cima, à direita, clicar para visualizar melhor) e nele desenvolvemos o nosso trabalho colaborativo.  Assim, tratando-se de um texto em inglês, decidimos dividi-lo para tradução. Registo o link [http://www.scribd.com/doc/27750939/theideal-Traducao] para o  documento que reúne os contributos dos quatro elementos e o link [http://cael09.wikispaces.com/tradu%C3%A7%C3%B5es2#A] que remete para a  parte do texto que escolhi para traduzir. Como após a tradução do texto, elaborámos uma síntese que serviu de base para a construção do filme,  insiro também o link [http://www.scribd.com/doc/27751763/theideal-Sintese] que remete para o documento onde reuni esse produto. A discussão sobre a tradução e as alterações foram feitas no wiki e respectivo espaço de discussão. Posteriormente,  fizemos uma síntese do texto traduzido que, depois, deu origem à apresentação, tendo-se optado pelo Youtube para publicar o trabalho final.
Usámos, também o wiki para construir a proposta de modelo de avaliação ( 5º) Com base no trabalho desenvolvido por todos os grupos e discussão efectuada, cada pequeno grupo apresenta uma proposta de modelo de avaliação de um curso online, e sua fundamentação.)
A interacção entre os vários elementos do grupo efectuou-se através do espaço de discussão do wiki e, também, no Fórum de Trabalho da Actividade 2, na Plataforma Moodle, no tema aberto com o título do texto que analisávamos onde, no final, se registaram 28 respostas.  Das minhas participações, destaco três situações. A primeira, a propósito da organização inicial do trabalho, a segunda e terceira foram feitas durante a construção do vídeo de apresentação do trabalho. 

1ª Participação
Sábado, 7 Novembro 2009, 02:11
Continuo a achar que a proposta do Luís é bastante equilibrada. No entanto, estamos, de novo, com um texto em inglês...
 (Eu acho que nós vamos sair daqui mestres em e-learning e em tradução.)Por isso, se ainda for a tempo..., sugeria que adoptássemos para esta primeira parte da actividade, trabalho em pequeno grupo, uma metodologia de trabalho idêntica à da primeira actividade, isto é: 
1.Divisão do texto; 
2.Escolha para tradução; 
3.Tradução; 
4.Revisão da tradução; 
5.Síntese que seria, então, apresentada em filme.
1, 2 e 3 - até 9/10 de Novembro.
4, 5 - 11 a 13 ou 14 de Novembro, consoante a data limite que o grupo/turma decida para a discussão.
Esta primeira fase da actividade terá de estar concluída até ao dia 16 de Novembro. Talvez fosse, também, importante, combinarmos com os restantes grupos de trabalho, a data limite para apresentar ao grupo/turma o trabalho desenvolvido (3º aspecto indicado pela Professora), já que o 4º aspecto é a discussão geral que terá de estar concluída a 16.
A fim de adiantar trabalho, no caso de acharem este ajuste oportuno, deixo já uma proposta de divisão do texto.
Proposta de divisão do texto para tradução:
-Introdution / What is an online courses? / Why online courses? / : pp 229 - 232;
-Technologies invoved in an ideal online course/ The ideal online course -/ The study Guide /   The online textbook / Assignments : pp 232 - 235;
-Examples online / Course Communications / Interactive skill building : pp 235 - 237;
-Theoretical bases / Some practical debates / Conclusion : pp 237 - 240.
Podia-se usar também o wiki como ferramenta.
(Se, entretanto, já tiverem despachado o texto, esqueçam estas palavras.)
    2ª Participação
    Sábado, 14 Novembro 2009, 01:09
    Tenho estado tão confortável no nosso wiki que me esqueci de aqui vir dando conta da evolução do meu trabalho lá. Disso darei conta, quando, no blog, fizer referência a este trabalho colaborativo que, uma vez mais, me surpreendeu pela forma como conseguimos interagir e desenvolver trabalho assincronamente. Gosto desta forma de trabalhar.
    Em relação ao produto final aqui colocado, devo confessar que, quando o Luís sugeriu a realização de um vídeo para apresentação de uma síntese, fiquei mais ou menos assim: pensativo. ehehhehhe... Mas, claro, vamos a isso!
    E ei-lo.
    Visto em ecrã grande, consegue-se acompanhar perfeitamente a leitura e a música, Luís, é fantástica.
    Excelente escolha!
    Passarei agora a indicar algumas sugestões que me parecem poderão melhorar o nosso trabalho. 
    1ª - Esta sugestão prende-se com o design. Gostei das cores de fundo de todo o filme em que a síntese é apresentada. Bastante sóbrias e facilitam a concentração. Para maior harmonização, sugeria que a imagem inicial - título - e a final - Ficha Técnica - tivessem também como fundo um azul mais acinzentado. A letra também poderia ser alterada para uma que fosse mais semelhante àquela em que a síntese aparece escrita.
    2ª - Com o título do texto, julgo que seria pertinente introduzir uma pequena indicação do que seja o nosso trabalho. Qualquer coisa como: uma síntese dos principais aspectos, com a caracterização da proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online... 
    3ª - Pormenores: 
    0:24 - "...diluir a natureza do próprio ensino ensino onlie / online; instrucional. (ponto final) 
    0:39 - No tópico Porquê cursos online?, falta o ponto e vírgula entre os vários aspectos apresentados. 
    1:19 - "m/um conflito". 
    1:32 - Julgo que a partir daqui (ou quase...) sempre que aparece online, aparece escrito desta forma on-line... Sugeria que se alterasse para online, ou, então, que se fizesse essa alteração, na primeira parte, caso achem mais apropriado. 
    2:42 - "3)...finalidade de: (faltam os dois pontos). 
    2:45 - Faltam os pontos finais. 
    5:09 - Falta um ponto final. 
    [Desculpem-me esta coisa dos pontos... É defeito de profissão... ]
    Entretanto, deixo aqui a seguinte questão. Gostaria de discutir, também, esse aspecto convosco: 
    De cada vez que revejo o texto, a tradução e, agora, as nossas sínteses, acho 'ideal' deverá ser traduzido em muitas das situações por modelo e não ideal... 
    Que dizem sobre isso? A começar pelo título: O curso online ideal ou Um modelo de curso online?

    3ª Participação
    Sábado, 14 Novembro 2009, 19:15
    (...)Quanto ao prazo para finalizar a tarefa, creio que estamos perfeitamente dentro do timing, ainda que a data de 16 seja indicada como o momento em que a discussão já tenha sido feita. Mas como não surgiram outros trabalhos, até agora, parece-me que não haja problemas com o prazo.
    Em relação ao subtítulo, concordo com a sugestão, Luís. Quanto à discussão sobre Ideal, a minha ideia era mesmo discutir a ideia que coloco, porque também não consigo ter a certeza. Parece-me que...Portanto, julgo que seja perfeitamente aceitável que se mantenha a tradução de ideal. 
    Entretanto, deveríamos alinhavar uma introdução, quando apresentássemos o vídeo à turma, não acham? Talvez com base nas conclusões do artigo?

    Da parte final da actividade - construção da proposta de modelo da turma - gostaria de destacar dois momentos de interacção, no Fórum de discussão:

    1º Momento
    Contextualização
    Na primeira situação, dialogo com uma colega que sugeriu que a referência dos três tipos de avaliação (diagnóstica, formativa e sumativa) talvez não se enquadrasse num modelo de avaliação de um curso online, mas sim num modelo de avaliação das aprendizagens dos estudantes de um curso online.
    Em resposta escrevi:
    Quarta, 16 Dezembro 2009, 00:22
    (...)A propósito da questão que coloca, também levantei essa questão, quando analisava o documento que estava na wiki. No entanto, e como diz, esses tipos de avaliação são indicadores de informação / sucesso do curso.   
    Aliás, creio mesmo, por exemplo, que, no inquérito que anexou ,está prevista a sua avaliação. Veja, considerando, como dizemos no nosso modelo, que a avaliação formativa pretende transmitir, ao aluno um feedback sobre as suas aprendizagens e os progressos realizados, vemos esses aspectos a serem contemplados na proposta de questionário de avaliação de cursos online anexado neste fórum, na alínea D::  
    D) Como caracteriza o apoio administrativo, no que diz respeito a cada um dos seguintes aspectos: 
    1. Receptividade às questões apresentadas 
    2. Resolução das questões apresentadas 
    3. Tempo de resposta
    E ainda no que respeita a introdução de ajustes, no curso, por parte do professor, também na
    avaliação formativa, na alínea E: 
    E) Como avalia a coordenação pedagógica do e-curso, no que  diz respeito a cada um dos seguintes aspectos:   
    2. Acções correctivas ou de melhoria implementadas.  
    Portanto, não sei se não será de manter essas referências aos tipos de avaliação.
    2º Momento
    Contextualização
    Na segunda situação, uma das colegas fez a seguinte sugestão de inclusão na última versão do texto: "...que fosse contemplada a dimensão "conteúdos", para além das descritas por Holsapple & Lee-Post.
    Nesta dimensão, eu consideraria os seguintes aspectos:
    - Organização /articulação dos conteúdos
    - Adequação dos conteúdos aos objectivos de aprendizagem definidos
    - Rigor científico
    - Adequação dos conteúdos aos destinatários
    - Clareza da linguagem utilizada"

    Sugeri a seguinte redacção:
    Segunda, 14 Dezembro 2009, 04:43
    Parece-me que é pertinente a sua referência aos conteúdos. No entanto, não sei se será necessário introduzir uma nova dimensão. Julgo que a sua sugestão (a bold) possa ser incluída na dimensão Entrega.
    Deixo a seguir uma proposta:
    O Professor/Formador, enquanto orientador/facilitador promove o nível metacognitivo da aprendizagem, integrando actividades e avaliação. 
    Os recursos devem estar acessíveis de acordo com as necessidades dos alunos num formato não linear, reflectindo o tema do momento e sendo actualizados regularmente. Os conteúdos disponibilizados devem ser apresentados de forma organizada, articulada e adequada aos objectivos de aprendizagem definidos. O rigor científico, a adequação dos conteúdos aos destinatários e a utilização de uma linguagem utilizada clara serão sempre critérios de orientação. 
    Os recursos deverão, ainda, reflectir a variedade de perspectivas de modo que os alunos tenham a oportunidade de julgar o mérito de diferentes posições, em vez de lhes ser dado apenas um ponto de vista, permitindo, assim, que os alunos acendam a uma variedade de opiniões. As actividades devem ser diversificadas, complexas, sustentadas e reflectir tarefas da realidade. 
    Na construção das actividades, sugere-se que possam ser utilizados os seguintes recursos: escrita, discussões assíncronas, discussões síncronas, estudos de caso, problemas práticos, tutoriais, trabalhos, exames práticos, redes sociais, blogues, micro-blogues (twitter), slides, áudio e vídeo, portfolios.

    O documento final, com a proposta de Modelo de Avaliação do Grupo / Turma foi disponibilizado, no Fórum da Actividade, no dia 11 de Dezembro de 2009 e, posteriormente, publicado, pela Teresa Fernandes, no issuu.

    terça-feira, 2 de março de 2010

    Tema 2 - Construção do conhecimento

    Objectivo da Actividade 2 de Concepção e Avaliação em E-Learning:
     - Caracterizar diferentes modelos de desenvolvimento/avaliação da qualidade de cursos online, tendo em vista propor um modelo de avaliação que resulte dessa análise e da discussão gerada.
    Foi-nos pedido que desenvolvêssemos a actividade, numa primeira fase, em pequenos grupos, para, na segunda parte, discutir, em turma, o resultado desse trabalho inicial. Sobre o processo de desenvolvimento da actividade, farei, posteriormente, um post, à semelhança do que fiz em relação à primeira actividade.
    Porque o objectivo da actividade era propor um modelo de avaliação que resultasse da análise e discussão gerada, a actividade teria, ainda, um terceiro momento, dividido em duas partes:
    - Na primeira parte, cada pequeno grupo, proporia um modelo de avaliação com base em todas as propostas, resultantes da primeira fase da actividade;
    - Na segunda parte, a turma, após discussão de cada modelo apresentado, elaboraria uma proposta única, partindo do conjunto de contributos dados pelos diferentes grupos.
    Do meu grupo faziam parte o Pedro Teixeira, a  Maria de Lurdes Martins e Luís Miguel  Rodrigues. O texto escolhido, tendo em vista realizar uma síntese que focasse os seus principais aspectos, caracterizando a proposta de modelo/avaliação da qualidade de cursos online foi: CARR-CHELLMAN, Allison & DUCHASTEL, Philip (2000) "The ideal online course". British Journal of Educational Technology, Vol 31, Nº3 (229-241). http://www.personal.psu.edu/users/k/h/khk122/woty/F2FHybridOnline/CarrChellaman%202000.pdf
    Apresentámos, no respectivo Fórum, aberto para o efeito, o resultado dessa primeira fase, através de um filme no Youtube, (à direita).

    No dia 20 de Novembro, o Luís Miguel Rodrigues iniciou o debate, apresentando uma proposta de checklist de avaliação. Na sequência dessa prestação, no dia  22 de Novembro, juntei aos contributos do Luís Miguel Rodrigues e Mónica Velosa a análise que fiz dos vários artigos trabalhados pelos pequenos grupos.
    Deixo aqui a transcrição dessa participação.
    Domingo, 22 Novembro 2009, 06:07
    Parece-me que se podem identificar aspectos importantes, em cada um dos artigos, que nos permitam construir uma proposta de modelo de avaliação fundamentada.
    Em "The ideal online course" são feitas considerações sobre o que constitui um bom ensino online, assim como sobre o bom uso das tecnologias que estão cada vez mais estão presentes nos nossos ambientes de ensino.
    Além de abordarem esses aspectos em cursos online, os autores sugerem inclusive que, hoje em dia, a tendência será que deixe de haver distinção entre ensino presencial e ensino online. O curso online preconizado pelos autores centra-se no aluno, havendo indicações concretas sobre a importância do feedback que deve ser dado aos alunos, e baseia-se na teoria construtivista.
    Outro aspecto que me parece importante destacar neste texto é a referência às vias de comunicação: síncrona, assíncrona e por mail.
    Há um dado que encontrei neste texto e que não me parece seja abordado nos outros e que se prende com a questão dos cursos serem de acesso público desde que as universidades não necessitem desse acesso para se financiar. Talvez possa ser também um elemento a ter em conta na construção de um modelo avaliação, podendo ser uma condicionante do processo.
    Em "Quality Guidelines for online Courses: The Development of an Instrument to Audit Online Units", os autores dão destaque à qualidade dos recursos usados em cursos online e sugerem listas de verificação organizadas em três áreas: pedagogias (actividades de aprendizagem); recursos (conteúdo e informação fornecida aos alunos); estratégias de entrega (formas através das quais o curso é entregue/ apresentado aos alunos). Penso que serão referências importantes, quando estivermos a construir as nossas propostas de modelo de avaliação.
    Do texto "Considerations for Developing Evaluations of Online Courses", destacaria o slide número 5, onde são apresentadas 6 questões que deverão orientar a planificação da avaliação:
    - Porque se realiza a avaliação;
    - A avaliação fica o aluno ou o professor? A entrega? O desenho do curso?
    - Que resultados estão a ser avaliados? A que nível?
    - Quando deverá ser realizada a avaliação?
    - Onde e como deverá ser realizada a avaliação?
    - Quem deverá estar envolvido?
    Talvez devêssemos começar o nosso trabalho de construção do modelo de avaliação por aqui. 
    Dou ainda destaque, no texto referido no parágrafo anterior, ao slide onde são apresentados os aspectos que devem ser considerados na qualidade da avaliação, e que é o facto de se referir que a própria avaliação deva ser avaliada. Julgo que este é um elemento bastante importante e que deverá ser alvo da nossa atenção no trabalho que se segue. Julgo que no texto "Defining, Assessing, and promoting E-learning Sucess: An information systems perspective" poderemos encontrar algumas pistas sobre como operacionalizar essa questão, uma vez que o modelo preconizado pelos autores vai no sentido de avaliar e medir o sucesso do e-learning através da abordagem do processo, concretizando-se este em 3 dimensões: design, entrega e resultados.

    Passámos, de seguida, à elaboração da proposta de modelo em cada pequeno grupo com base nas várias sínteses - o quinto momento da Actividade ( 5º) Com base no trabalho desenvolvido por todos os grupos e discussão efectuada, cada pequeno grupo apresenta uma proposta de modelo de avaliação de um curso online, e sua fundamentação.)

    Registo o Resumo da Proposta de Modelo de Avaliação do meu grupo e o link [ http://www.scribd.com/doc/27686769/Proposta-de-Modelo-de-Avaliacao] que dá acesso a todo o texto:
    Resumo 
    Com base nos trabalhos apresentados pelas várias equipas, decorrentes da leitura e análise dos texto escolhidos, e tendo em vista realizar uma síntese que focasse os seus principais aspectos, este documento apresenta uma proposta de modelo / avaliação da qualidade de cursos online. 
    Palavras-chave: Modelo de Avaliação, Ensino a Distância, Curso online

    segunda-feira, 1 de março de 2010

    Tema 1 - Descrição da actividade

    A Actividade 1 iniciou no dia 20 de Outubro, de 2009, pretendendo-se desenvolver duas competências:
    - Clarificar conceitos correlacionados com a qualidade em e-learning;
    - Fazer o levantamento do conjunto de factores que determinam a qualidade dos cursos online.
    Tratando-se de uma actividade que teria de ser desenvolvida pelo grupo / turma, de acordo com as orientações, o primeiro passo foi definir procedimentos. No Fórum aberto para o desenvolvimento desta actividade, o tema que mais participações (40) teve foi, precisamente, aquele onde se procedeu à discussão sobre a metodologia a seguir.

    Dessa discussão, decidiu-se criar um wiki  a partir do qual todo o trabalho colaborativo seria desenvolvido. Na página inicial do wiki (foto à direita - clicar para visualizar melhor) foi apresentada a proposta de divisão dos textos para tradução.  Escolhi para traduzir o segundo momento do texto de  Wisenberg  (2005). Indico o link  [http://cael09.wikispaces.com/tradu%C3%A7%C3%B5es2#Q] onde se pode ler o excerto traduzido por mim. Um dos temas abertos, no Fórum de Trabalho da Actividade,  intitulava-se "DICIOFORUM" com o objectivo de uniformizar a tradução.
    Após o trabalho de tradução, os vários contributos individuais foram reunidos com vista a proceder a uma revisão global dos textos, tendo sido apresentadas as versões finais no dia 30 de Outubro. Nesse mesmo dia, a discussão foi iniciada e prolongou-se até ao dia 7 de Novembro, tendo havido ainda, após essa data, algumas participações. Foram iniciados 6 temas para discussão, tendo o tema A Qualidade num curso online - Factores para o sucesso sido aquele que mais respostas obteve (16).
    Traduções:
    • PENNA, Maria Pietronilla & STARA, Vera (2008) "Approaches to E-learning quality Assessment". http://isdm.univ-tln.fr/PDF/isdm32/isdm_pietronilla.pdf http://www. - Tradução / mpel3
    • WISENBERG, Faye & STACEY, Elizabeth (2005) "Reflections on teaching and Learning Online:Quality program design, delivery and support issues from a cross-global perspective". Distance Education Vol.26, Nº3, (385-404). http://casat.unr.edu/docs/Weisenberg2005.p - Tradução / mpel3

    quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

    Unity 4 - Final Report

     



    Activity 1 - Compiling, refining and expanding the three annotated bibliographies
    Description -  I have compiled, using the links, the three annotated bibliographies, in which I added a reflection, more data and some information that I highlighted with pink color.

    Activity 2 - Compiling, refining and expanding the learning objects into a learning module:
    Description - In the first learning object, related to cooperative freedom, I added more information about Cooperative Freedom. In the second, related to online teaching techniques, and in the third, related to transparency in online education, I added reflections.
    In all cases, where changes were made, at the end of each post, I wrote a brief note informing about the changes made and the date on which it occurred.

    Activity 3 - Writing a reflection paper discussing the impressions from the course and the learning outcome from our selected readings, the development of our learning objects and our participation in the discussion forums: (coming soon...)


    Final note - I used a wiki to aggregate all the work developed during the course. It is available here: http://ppel2009.wikispaces.com/


    (Image: I used wordle.net)


     
    *Edited the February 28, 2010, to add the descriptions and final note.

    segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

    Amar


    Porque, às vezes, são precisas as pausas, mesmo quando o tempo nos atropela...
    .
    .
    .

    sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

    Activity 4 - Brainstorming on transparency

    Discussion on transparencies in forums - Part I
    I arrived late to  discussion on transparency in the forums, but I would like still contribute.
    While I was reading the participation of my colleagues, I made the following survey of the key ideas:
    Defenders
    Sandra Brás (25.01.10 // 04:45 PM ) - "...it would be useful to see the discussions that our colleagues of the Multimedia master usually have. (...) So the University should give us that choice. Not only for a matter of transparency in all our courses but also for the possibility of knowing other people's perspective in some issue that is important to us."
    Joaquim Lopes (25.01.10 // 06:11 PM) - "However, the possibility of just reading the forum posts could be an interesting idea."
    Luís Rodrigues (25.01.10 // 09:38 PM ) - "First, I agree with the creation of mechanisms to see what is being produced in enclosed spaces. But how? Providing each group, what it considers good and interest, according to the criterion of the group. (...) Transparency, but with caution."
    Opponents
    Maria de Lurdes Martins (25.01.10 // 07:55 PM ) - "I think that forums should be available to the class that is attached to the course, not to all members oj UaB. (...) it’s a little stressing to follow so many things and I’m not capable to focus on a particular task or information."
    Paulo Simões (
    25.01.10 // 09:00 PM) - "However I believe that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course."
    Mónica Velosa (27.01.10 // 03:36 PM ) - "I agree more with Paul when he says that he believes that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course.
    For those wishing to share their ideas beyond the group can always do it on your blog, as we already done throughout this course."
    Teresa Rafael (27.01.10 // 05:53 PM ) - "So...before the implementation of transparency in education it is necessary to know  if the "people" and the system are   prepared/ mature for that.  Talking it political: “anarchism" as not proved yet that it work! I love my “privacy and individualism” as much as I dislike to be an intruder! "Transparency, but with caution"."
    There are therefore two colleagues, Sandra and Joaquim, that sugest  the possibility of reading the forums  as an interesting idea, even if the reader  could not participate. 
    Luís  considers appropriate since provided with  criteria.
    Then we have four colleagues who argue that there must be  a place holder only for the group. Two, Paul and Monica, defende the  there is a need to defend the group. Maria de Lurdes think that way because it will be more comfortable writing to a group that is known and, finally, Teresa feels that, before transparency, it will be important  whether the participants are prepared for it.
    My opinion
    As for me, considering that transparency in online education is the ability to share with others what we do and get their feedback, with forums, this possibility will always be limited, since only students and professors have access to that produced in those forums. However, in many cases, we publish our blogs in the outcome of our participation here, why not allow, such as Sandra and Joaquim suggest, that others follow the process, reading. Allow them to participate would be complicated to manage, particularly for the teacher who will then evaluate. It Would be like Joaquim says in its share of 25.01.10, 06:11 PM, a nightmare.  The end result is important, but observing the process through which to build the end product of learning allows us to see how others do. And that is a guarantee of success. Therefore, I agree with Sandra and Joaquim.

    Publishing statistics and data - Part II

    What data and statistics would it be interesting to see based on the information UA has about their students?

    For this question, as an answer, I do another: publishing it, some personal data , can improve student learning?

    In my view, make this data public would only have the aim to build trust in the institution. So, to students might be important, however, should be done only if the students allowed it, even if the data were more or less anonymous, as the professor suggests.

     PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

    Discussão sobre a transparência nos  fóruns - Parte I
     Cheguei tarde à discussão sobre a transparência nos fóruns, mas gostaria, ainda assim, de contribuir.
    Estive a ler as participações dos meus colegas e fiz o seguinte levantamento:
    Defensores
    Sandra Brás (25.01.10 // 04:45 PM ) - "...it would be useful to see the discussions that our colleagues of the Multimedia master usually have. (...) So the University should give us that choice. Not only for a matter of transparency in all our courses but also for the possibility of knowing other people's perspective in some issue that is important to us."
    Joaquim Lopes (25.01.10 // 06:11 PM) - "However, the possibility of just reading the forum posts could be an interesting idea."
    Luís Rodrigues (25.01.10 // 09:38 PM ) - "First, I agree with the creation of mechanisms to see what is being produced in enclosed spaces. But how? Providing each group, what it considers good and interest, according to the criterion of the group. (...) Transparency, but with caution."
    Opositores
    Maria de Lurdes Martins (25.01.10 // 07:55 PM ) - "I think that forums should be available to the class that is attached to the course, not to all members oj UaB. (...) it’s a little stressing to follow so many things and I’m not capable to focus on a particular task or information."
    Paulo Simões (
    25.01.10 // 09:00 PM) - "However I believe that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course."
    Mónica Velosa (27.01.10 // 03:36 PM ) - "I agree more with Paul when he says that he believes that to defend the group, there should be a dedicated space, accessed only by the students in the course.
    For those wishing to share their ideas beyond the group can always do it on your blog, as we already done throughout this course."
    Teresa Rafael (27.01.10 // 05:53 PM ) - "So...before the implementation of transparency in education it is necessary to know  if the "people" and the system are   prepared/ mature for that.  Talking it political: “anarchism" as not proved yet that it work! I love my “privacy and individualism” as much as I dislike to be an intruder! "Transparency, but with caution"."

    Portanto, há dois colegas, a Sandra e o Joaquim que consideram a possibilidade de ler a participação nos fóruns de um curso interessante, ainda que o leitor não possa participar na discussão. O Luís considera pertinente desde que existam critérios definidos.
    Cheguei tarde à discussão sobre a transparência nos fóruns, mas gostaria, ainda assim, de contribuir.
    Estive a ler as participações dos meus colegas e fiz o seguinte levantamento:
    Portanto, há dois colegas, a Sandra e o Joaquim que consideram a possibilidade de ler a participação nos fóruns de um curso interessante, ainda que o leitor não possa participar na discussão. O Luís considera pertinente desde que existam critérios definidos.
    Temos, depois, quatro colegas que defendem a existência de um espaço reservado só para o grupo. Dois, o Paulo e a Mónica, fazem-no porque há a necessidade de defender o grupo, uma, a Maria de Lurdes, pensa dessa forma porque será mais confortável escrever para um grupo que se conhece e, por fim, a Teresa que considera importante, antes da transparência , saber se os participantes estão preparados para isso.
    A minha opinião
    Quanto a mim, considerando que a transparência na educação online é a possibilidade de partilhar com os outros aquilo que fazemos e ter o seu feedback, em fóruns, essa possibilidade será sempre limitada, uma vez que só têm acesso ao que produzimos em fóruns aqueles que fazem parte do curso. No entanto, se em muitos dos casos, nós publicamos nos nossos blogs o resultado das nossas participações aqui, porque não permitir, tal como a Sandra e o Joaquim sugerem, que outros acompanhem o processo, lendo. Permitir que participem seria complicado de gerir, particularmente, para o professor que depois irá avaliar. Seria, como o Joaquim diz, na sua participação de 25.01.10, 06:11 PM, um pesadelo.
    O resultado final é importante, mas observar o processo através do qual se constrói o produto final de uma aprendizagem permite-nos ver como os outros fazem. E essa é uma garantia de sucesso. Portanto, estou de acordo com a Sandra e o Joaquim.

    A publicação de estatísticas e dados - Parte II

    What data and statistics would it be interesting to see based on the information UA has about their students?
     
    Para esta pergunta, como resposta,  eu faço outra: de que forma a publicação desses dados, alguns pessoais, poderá melhorar a aprendizagem dos alunos?

    No meu ponto de vista, tornar esses dados públicos teria apenas o objectivo de credibilizar a instituição. Assim, para os próprios estudantes isso poderia ser importante, no entanto, só se deveria fazer se os alunos permitissem, mesmo que os dados fossem mais ou menos anónimos, tal como o professor sugere.  


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    *Edited on 30.01.10 to add a review about the publication of statistics and data.

    quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

    "Ler, Lazer e Aprender" - Projecto de Leitura




    No âmbito das actividades desenvolvidas, enquanto Coordenadora do PNL, criei este Vídeo para divulgação do Projecto de Leitura do Agrupamento de Escolas e Jardins de Infância D. Lourenço Vicente, Lourinhã: "Ler, Lazer e Aprender".
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    terça-feira, 26 de janeiro de 2010

    Activity 3 - review on learning object and an annotated bibliography

    For this task, Professor Morten Paulsen asked us a review of one learning object (activity 2) produced by our  colleagues and a review of the annotated bibliography (Activity 1).
    I chose this object, made by Teresa Rafael, because I think that Glogster could be a great tool to serve as a repository of the most important issues. And that's what Teresa did.
    She created a poster (Glog) where we can find topics and key words and ideas on transparency in online collaborative learning. Part of the text is interactive, since clicking colored tacks, we can access other resources available online and that complement the key ideas presented.
    The choice of shapes, colors and pictures in the construction of the poster is one aspect, in my opinion, quite appealing as it can develop creativity and also reflected the way that student organized the materials.
    I created an account . However, it seems to me that, as a teacher of Portuguese Language,  I will have some limitations in its use, because cedilla, hyphen and graphic accents are not recognized.

    In the first paragraph of her annotated bibliography, Helen explains how transparency can be an important issue in the cooperative learning. This description concludes that having transparency in  learning gives exposure.  From this point raises a question: How much and what kind of information should a student and teacher being exposed. This issue introduces the first bibliographic reference: an article by Kathryn Linder, MA, published on Faculty Focus, September 14, 2009, where, according to the comments of Helen, the author points out the disadvantages and advantages of developing in social networks of learning communities. It outlines some boundaries and guiding lines to follow in order to protect yourself from too much exposure .
    Within this first aspect, has been done  the second reference: a post from George Siemens, entitled "Teaching the transparent learning" (published on April 28, 2009). And as she did in relation to an article by Kathryn Linde,  the aspects most relevant to the issues raised are highlight.
    In the second part of your annotated bibliography, it uses the same methodology, beginning to introduce another concept related to transparency in learning: the fact that people who have similar cognitive structures to better understand and learn better with each other because they can relate better. In support of this view, she refers the article written by Torhild Slaat and Morten Flate Paulsen, In Learning partner opportunities for cooperation in distance learning.
    The last  material related to transparency in online education is an article by Christian Dalsgaard: Social networking sites: Transparency in Online Education. It seems to me that was introduced at this point, as previously stated that the social networking sites can be an adequate space for sharing knowledge, thoughts and ideas.
    So,  it seems to me that Helena chose to build a reflexion on transparency in cooperative learning, highlighting two of the most important aspects and introducing significant references to support your reasoning.
    Perhaps, introducing, as the teacher has suggested us, the date and place of publication, and the date it was accessed, could improve the work. This is also one of the improvements that I have to do in my annotated bibliographies.
    Visually, I think it easier to read if the letters were bigger. I further propose that in the sidebar should be the posts identified for each of the activities, for  that would make your query faster.
    Finally, let me say that I appreciated the way  how Helena has structured the content, though, being  an annotated bibliography, should produce, perhaps, greatest impact if her reflexion had been made after the description of each reference.

     PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

    Para esta tarefa, o professor Morten Paulsen pediu-nos que fizéssemos a análise de um dos objectos de aprendizagem (Actividade 2) produzidos pelos colegas e uma análise a uma das bibliografias anotadas (Actividade 1).

    Recurso: Transparency in online cooperative learning, por Teresa Rafael

    Escolhi este recurso, feito pela Teresa Rafael, porque me parece uma excelente ferramenta para servir de repositório dos aspectos mais importantes sobre determinada matéria.
    E foi o que a Teresa fez. Criou um poster (Glog) onde podemos encontrar tópicos e palavras e ideias chave sobre a transparência na aprendizagem cooperativa online. Parte do texto é interactivo, uma vez que, clicando em tachas coloridas, acedemos a outros recursos disponíveis online e que complementam as ideias chave apresentadas.
    A possibilidade de escolher as formas, imagens e cores na construção do poster é um aspecto, quanto a mim, bastante apelativo, dado que permite desenvolver a criatividade e acaba, também, por reflectir a maneira como, neste caso, o estudante organizou as matérias.
    Criei já uma conta. No entanto, parece-me que, enquanto professora de Língua Portuguesa, terei algumas limitações na sua utilização, uma vez que sinais como a cedilha, hífen e acentos gráficos não são reconhecidos.

    Bibliografia anotada: Transparency for a better cooperation and learning gains, por Helena Prieto

    No primeiro parágrafo da sua bibliografia anotada, a Helena explica de que forma a transparência pode ser um factor positivo na aprendizagem cooperativa. Dessa descrição, conclui que a existência de transparência no processo de aprendizagem significa exposição, darmo-nos a conhecer às outras pessoas. Partindo deste ponto, coloca uma questão: Que quantidade e que tipo de informação devem um estudante e professor expor. Esta questão introduz a primeira referência bibliográfica: um artigo de  Kathryn Linder, M.A, publicado no site Faculty Focus, a 14 de Setembro de 2009, onde, de acordo com as observações da Helena, a autora aponta as desvantagens e vantagens da criação, nas redes sociais de comunidades de aprendizagem. Destaca ainda a lista de limites que a autora sugere para que a exposição online não seja excessiva.
    Ainda dentro desta primeira questão, é apresentada a segunda referência bibliográfica: um post de George Siemens, intitulado  ”Teaching as transparent learning” (publicado a 28 de Abril de 2009). E tal como fez, em relação ao artigo de Kathryn Linder, destacam-se  os aspectos mais relevantes para a problemática levantada.
    Na segunda parte da bibliografia anotada, utiliza-se a mesma metodologia, começando por introduzir outro conceito relacionado com a transparência na aprendizagem: o facto das pessoas que tenham estruturas cognitivas semelhante se compreenderem melhor e aprenderem melhor uns com os outros, porque se conseguem relacionar melhor. Para fundamentar esta perspectiva, é referido o artigo de Torhild Slaato and Morten Flate Paulsen, In Learning partner opportunities for cooperation in distance learning
    O último recurso apresentado é um artigo de Christian Dalsgaard: Social networking sites: Transparency in online Education. Parece-me que foi introduzido neste ponto, porque anteriormente se refere que os sites de redes sociais podem ser um espaço adequado para a partilha de conhecimentos, pensamentos e ideias
     Portanto, parece-me que a Helena optou por construir um texto de reflexão sobre a transparência na aprendizagem cooperativa, destacando dois dos aspectos mais importantes e introduzindo referências bibliográficas relevantes para fundamentar o seu raciocínio.
    Talvez, introduzindo, como o professor já nos sugeriu, a data e  local de publicação, bem como a data em que foi acedido, pudesse melhorar o trabalho. Esse será, também, um dos melhoramentos que terei de fazer nas minhas bibliografias anotadas. 
    Visualmente, penso que facilitaria a leitura se as letras fossem maiores. Sugiro ainda que na barra lateral estejam identificados os postes referentes a cada uma das actividades, uma vez que isso tornaria a sua consulta mais rápida. 
    Por fim, gostaria de dizer que apreciei bastante a forma como a Helena estruturou o post do ponto de vista do conteúdo, ainda que, sendo uma bibliografia anotada, talvez produzisse maior impacto se a sua reflexão tivesse sido feito posteriormente à descrição de cada um dos recursos.


    sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

    Eu aprendo, eles aprendem. Nós crescemos.

    Depois de tanta coisa aprendida e, mais importante, apreendida durante o 1º Semestre do Curso de Mestrado em Pedagogia do ELearning da Universidade Aberta, aquando do início da preparação do Ano Lectivo 2009/10, em Setembro (2009), comecei a olhar para o futuro com olhos digitais. E decidi que os alunos das turmas que me fossem atribuídas iriam usufruir dessas minhas aprendizagens.
    Conversei com o Director do Agrupamento, Professor Pedro Damião,  e perguntei se seria possível, na elaboração do horário, disponibilizarem-me sempre a mesma sala. Outra condição necessária seria a garantia de poder requisitar cinco computadores portáteis para todas as aulas. Por fim, o acesso à Internet na sala de aula.
    Tive as garantias de que necessitava. E o processo já tinha começado.

    Sempre que falo deste Projecto, para o caracterizar em termos gerais, digo: Neste ano, aboli o papel da sala de aula.
    É claro que esta frase é hiperbólica. O papel ainda existe, não só porque há um manual adoptado e que foi adquirido pelos alunos, mas porque a maioria das aprendizagens e hábitos de estudo dos alunos passa, ainda, por esse suporte.

    Recorrendo à Plataforma  Moodle, num regime que se aproximará do b-learning, o 1º Período decorreu. E fazendo o balanço, julgo que seja bastante positivo.

    Neste post, não irei descrever ao pormenor todo o processo. Deixarei esse registo para um momento mais reflexivo. Provavelmente, no final do Ano Lectivo.
    No entanto, observar cinco a seis grupos de alunos a trabalhar, de facto, em sala de aula , todos os dias, a agir, no preciso momento em que estão a aprender. Vê-los a construir o seu próprio conhecimento em simultâneo com os colegas, revelando uma autonomia e responsabilidade que não lhes conhecia, obrigou-me a partilhar esta incipiente experiência. A utilização do computador com acesso à Web 2.0 liberta-os para fazer.
    São alunos do 8º e 9º Anos.

    Lentamente, começam a trazer os seus próprios portáteis para a sala de aula. Na última aula de hoje, numa turma de 22 alunos, dos cinco computadores da Escola, apenas tiveram de ser usados dois. Os restantes 11 eram dos alunos, parte deles adquiridos através do Programa e-escola.

    Sou professora de Língua Portuguesa do 3º Ciclo.

    quarta-feira, 20 de janeiro de 2010



    Ontem, recebi da Slideshare Team esta mensagem.
    Fiquei satisfeita. Não sei se é muito se é pouco... Mas penso que o número de pessoas que, no ano de 2009, viram os trabalhos que publiquei no slideshare é considerável, atendendo ao facto de serem materiais respeitantes, em particular, ao ensino da Língua Portuguesa.
    Agradeço à equipa do Slideshare a informação e àqueles que têm por lá passado: Muito obrigada!

    segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

    Activity 2 - producing a learning object related to transparency in online education

    Introduction

    When I'm studying, I often need to summarize the ideas that I assimilate. It is an important exercise in my learning process. Transforming this mental operation in dynamic imaging has been a very interesting challenge during this course.
    Here is the thrust of my reading the post by George Siemens on being a transparent learner: Teaching as transparent learning




    COMMENT

    The  Siemens's post  that gave me the support to the achievement of my learning object is an importante source of ideas about  of transparency.

    It starts by title: Teaching the transparent learning. In this expression the act of teaching is diluted in the teacher's own learning, because the way it teaches is transparent. And transparency in this context is an  invitation to participate in the conversation through the  work that is in blogs, articles, books: "My work on blogs, articles, handbooks, and so on is an invitation to engage in conversation, not a proclamation of what I absolutely know." So in addition to sharing their work, teachers promote the discussion not to show what they know, but to develop ideas.

    In the process, Siemens knows that he isn't  alone. Others, like him, have contributed to that learning is transparent:

    "There are many others. All have contributed to my learning by being willing to share how they develop and advance ideas."

    Another concept that I found interesting in this article was the peer-to-peer learning. About his work with Stephen Downes for CCK08, Siemens underlines the fact that the two were only two nodes on the network:"As the course facilitators, we were active in sharing our ideas and views, but we were only two nodes in multi-node network. "

    Therefore, it is important share ideas and opinions with those who can guarantee a peer to peer learning. ( "The varying cognitive architecture of those who are new to a subject and those with significant experience provides support to the value of peer-to-peer learning."). It is easier to share knowledge, experiences, frustrations and be understood by those who are on the same level of learning than we do:

            "Transparency in expressing our understanding, our frustrations, and our insights helps others who are at a similar stage. "

    In our course in Pedagogical Processes in e-Learning, it was promoted transparency, since all activities were published online, as well as peer to peer learning, visible, for example, in the  third activity of each unit, where we had to write a review in the forum on two learning objects published by colleagues.

    * Edited the February 25, 2010, to add the comment.


    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

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    Um mimo pronto a desembrulhar. Parabéns.

    segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

    Activity 1 - Transparency in online education / annotated bibliography

    Editorial


    In the annotated bibliography of today I will share materials about the importance of transparency in online education. Starting from the article by Dalsgaard and Paulsen, where the authors argue that transparency is a unique feature of the services available through social networks, I tried other works where this issue was addressed.


    Transparency in Cooperative Education Online - In this article, 13 pages, published in June 2009, Dalsgaard and Paulsen, begin by discussing the relationship between networking and cooperative education, distinguishing it from the individual and collaborative. The first develops in the network,in  the second, the student works alone and in the third, the collaborative, it results from a group work.
    Assuming that the networking does not necessarily involve dialogue and collaboration, the authors argue that transparency is the predominant feature in the network, saying that this is a special type of communication, since it allows monitor the work of others. Thus, this feature - transparency - is essential in cooperative education online since, by following in the network the work of others, communication becomes possible, as in this type of education students are not known each other in most situations.
    One of the processes that can promote the existence of transparency is to create profiles, where students describe and show their interests, whether as personal, professional, or as students. At NKI, this feature is already developed. I found it interesting that not only the students have available their profiles, as well as the faculty and staff.

    The disruptive effects of 'free' education - In this post, published on July 14, 2009, Terry Anderson reflects on the negative effects of the term 'free' in the supply and timeliness of courses. Following this discussion, Anderson said that the online universities, so concerned about being like the REAL universities, end up forgetting the potential of online education. Then, as an example, iterates through the features of education at the University of People, which is a reference on how the combination of certain features can explore strong and convincing opportunities. The last feature of this list is precisely the transparency of content and activities.

    Principles for Improving Transparency, Quality - In this article, published on 20 October 2009, Christopher Hill presented the draft Transparency by Design, an initiative that is based on the premise that an informed student brings benefits to everyone. While the principles presented in this project have as a promoter, online education  institutions, it seems quite appropriate that, at this point, this discussion is happening,  consensually is the need for transparency to ensure quality in online education, in the the proposals of the universities, and work done by students.

    5 Twitter Tips for Staying Authentic and Transparent - The fourth article that I indicated (published on 28 September 2009), is not about transparency in the educational context, however, refers to one of the best-used social networks today by those who turn to web 2.0. - Twitter. In this article, Michelle Bowles gives 5 tips that can help you use twitter in a  authentic and transparent way, characteristics that are essential to quality on the learning.
    REFLECTION

    Transparency in education is one of the concepts that I have learned during the course and that seems very important to validate online learning. Being able to watch others to learn, as Siemens (2009) said - Watching others learn is an act of learning - is an act of learning. The Web 2.0, with the use of several tools available online, allows that this process of sharing becomes a reality, with quality and velocity.

    The last article that I've indicated in this annotated bibliography was published in a blog on marketing - Online Marketing Blog. So as I say in my reference, the issue - transparency - is not addressed in the educational context. However, the tips that are given on how to be authentic and transparent, when using the twitter, seem to me  very valid, for example, to build an online profile. The author  suggest that we must  reveal who is behind Twitter, using, for example a photo and a name. Thus showing an identity to others. The second tip suggests that people must show their personality. I also think that is  very important the third tip, in the use of twitter in the educational context: admit you were wrong.

    These suggestions could be taken into account when creating profiles in educational settings, issue that was worked on last activity of the unit 3 - Brainstorming on transparency.

    *Edited February 25, 2009, to add the relfection and some data information that I highlighted with color pink.



    PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

    Editorial

    Na bibliografia anotada de hoje irei partilhar materiais sobre a importância da transparência na educação online. Partindo do artigo de Dalsgaard  e Paulsen, onde os autores defendem que a transparência é uma característica exclusiva dos serviços disponíveis pelas redes sociais, procurei outros trabalhos onde esta temática fosse abordada.

    Transparency in Cooperative Online Education - Neste artigo, de 13 páginas, publicado em Junho de 2009, Dalsgaard e Paulsen, começam por discutir a relação entre o trabalho em rede e o ensino cooperativo, distinguindo-o do individual e do colaborativo. O primeiro desenvolve-se em rede, no segundo, o aluno trabalha sozinho e o terceiro, o colaborativo, resulta do trabalho em grupo.
    Partindo do princípio de que o trabalho em rede não envolve, necessariamente, o diálogo e a colaboração, os autores defendem que a transparência é a característica que predomina no trabalho em rede, dizendo que se trata de um tipo especial de comunicação, uma vez que permite acompanhar o trabalho dos colegas. Assim, essa característica - a transparência - é fundamental no ensino cooperativo online uma vez que, acompanhando, em rede, o trabalho dos colegas, a comunicação torna-se possível, já que neste tipo de ensino os alunos não se conhecem na maior parte das situações.
    Um dos processos que pode promover a existência da transparência é a criação de perfis, onde os alunos se descrevam e indiquem os seus interesses, quer pessoais, profissionais, quer enquanto estudantes. Na NKI, esse recurso já é desenvolvido. Achei interessante que não só os alunos tivessem disponíveis os seus perfis, como também os professores e funcionários.

    The disruptive effects of ‘free’ education - Neste post, publicado a 14 de Julho de 2009,  Terry Anderson reflecte sobre os efeitos negativos do conceito 'free' na oferta e oportunidade dos cursos. Na sequência dessa reflexão, Anderson afirma que as universidades online, tão preocupadas em serem como as universidades REAIS, acabam por esquecer o potencial da educação online. Depois, como exemplo, itera as características do ensino na University of People, sendo esta uma  referência em como a combinação de determinadas características podem explorar oportunidades fortes e convincentes. A última característica dessa lista é precisamente a transparência nos conteúdos e actividades.

    Principles for Improving Online Transparency, Quality - Neste artigo, publicado a 20 de Outubro de 2009, Christopher Hill apresenta o projecto Transparency by Design, uma iniciativa que se fundamenta na premissa de que um aluno bem informado traz benefícios para todos.
    Ainda que os princípios apresentados neste projecto tenham como entidade promotora instituições de educação online, parece-me bastante pertinente que, neste momento, esta discussão esteja a acontecer, uma vez que será consensual a necessidade de existir transparência para garantir a qualidade no ensino online, quer nas propostas das Universidades, quer no trabalho desenvolvido pelos estudantes.


    5 Twitter Tips for Staying Authentic and Transparent - O quarto artigo que indico (publicado a 28 de Setembro de 2009) não trata da transparência em contexto educacional, no entanto, refere-se a uma das redes sociais mais usadas hoje em dia por quem recorre à web 2.0.  - o twitter. Neste artigo, Michelle Bowles sugere 5 dicas que podem ajudar a utilizar o twitter de forma autêntica e transparente, características que são essenciais para que as aprendizagens tenham qualidade.

    REFLEXÃO

    A transparência na educação é um dos conceitos que descobri, durante a frequência desta unidade curricular e que me parece muito importante para validar o ensino online. Poder observar os outros a aprender, como diz Siemens (2009) - Watching others learn is an act of learning - , é um acto de aprendizagem. A web 2.0, com o recurso às várias ferramentas disponibilizadas online, permite que esse processo de partilha se torne realidade, com qualidade e rapidez.
    O último artigo que indico nesta Bibliografia Anotado foi publicado num Blog sobre marketing - Online Marketing Blog. Logo, como digo na minha referência, o assunto - a transparência - não é tratada em contexto educacional. No entanto, as dicas que são dadas sobre a forma como se pode ser autêntico e transparente, quando se usa o twitter, parecem-me bastante válidas, por exemplo, para a construção de um perfil online. Vejamos, é sugerido que se revele quem está atrás do twitter, usando, por exemplo uma foto e um nome. Mostrando desta forma uma identidade aos outros. A segunda dica sugere que as pessoas dêem a conhecer a sua personalidade. Considero também muito importante a terceira dica, no âmbito da utilização do twitter em contexto educacional: admitir que se errou.
    Estas sugestões poderiam ser tidas em conta, aquando da criação de perfis em contextos educacionais, assunto que foi trabalhado na última actividade da unidade 3 - Brainstorming on transparency.




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    Activity 2 - producing a learning object related to online teaching techniques

    Producing a learning object related to online teaching techniques, publishing it somewhere and introducing it in the discussion forum.

    Reflections
    In his feedback about this learning object, Professor Morten asked me to do some reflections about the challenge is always to get others to contribute in a cooperative environments; on my experiences with the evolvement on this and some advice.
    First of all I believe that the use of the wiki can be a good example of a tool cooperative. Using wiki tool allows the possibility of creating, within the same space, multiple pages, to develop cooperative work. And this learning object could have been used in this sense.
    In the review that made my learning object, Eduarda Rondão suggested that I should invite other colleagues to discussion and build a learning object based on collaboration and cooperation.
    In fact, I did that. In the Activity 3 - Review Forum of learning objects, on 8 December 2009, I accepted the challenge of Eduarda and I suggested that we could create a page for each of the techniques or joining them. So colleagues who were interested in participating could say there, in the Forum, or send me by mail. Then I would send the invitations. However, no one did. Maybe I should have asked even without knowing who would be interested.

    During the Masters, several have been the circumstances in which we used the wiki to work. However, it has always been done in collaborative work, ie, in a situation where the various elements of a team worked together to build the same product. This could have been a situation where each one, independently, build several products that would be aggregated into the same medium, in a cooperative work.


    * Edited the February 25, 2010, to add the reflections.

    terça-feira, 22 de dezembro de 2009

    Avaliação de Desempenho

    Tomei, hoje, conhecimento do resultado da avaliação de desempenho dos últimos dois anos lectivos.

    Tive 8.

    Nunca um Bom tinha tido, na minha vida, um sabor tão amargo.

    A partir de hoje, quando discutir as notas com os alunos, tenho de os informar que Bom pode ser uma má nota.

    Agradeço ao Senhor Primeiro Ministro e, em particular, à anterior equipa ministerial por me terem permitido enriquecer  o campo semântico da menção qualitativa de Bom.
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    quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

    Activity 4 - One-Question-Interviews

    Make a one-question-interview with either an online teacher or an author of one of the articles in your annotated bibliography. The question should be related to online teaching techniques, teacher workload or online assignments.

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    Question to Dr. Steve Ehrmann
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    My name is Rosalina Simão Nunes and I am taking a master degree on E-Learning Pedagogy, by Universidade Aberta in Portugal. In this semestre we have a uc taken by professor Morten Paulsen and I quoted your paper IMPLEMENTING THE SEVEN PRINCIPLES: Technology as Lever, in a annotated bibliography about online teaching techniques.

    In the Activity 4, to the Unit 2, professor Morten Paulsen asked us to make a one-question-interview with either an online teacher or an author of one of the articles in our annotated bibliography. The question should be related to online teaching techniques, teacher workload or online assignments.

    I choosed online teaching techniques and I related it with a issues that, here, in Portugal, we are discussing.
    The portuguese government promoted last year, one program - the Magalhães - that aims to democratize access to information technology and supported by the distribution of a computer (The Magalhaes) for each student of the 1st cycle (children between 5 and 10 years).

    Beyond other problems, one of the issues that is currently discussing, too, is whether there are benefits in using computers for children of this age. So, my question is: Should we use this kind technology, at this age, as lever for education in classroom?

    Best regards
    Rosalina Simão Nunes


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    Answer
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    Thanks so much for asking me. In the mid 1990s, I was a member of an OECD team that evaluated a Portuguese program to use computers to improve education for students of that age. The program was called Minerva, I believe, and it was a great success, the best we'd seen in any country in the world.
    I congratulate you on your English. But English is full of ambiguity in education, so I'll take a chance and reword your interview question. If I've misunderstood your intent, please correct me.
    Interview Question: the Portuguese government is providing a computer with Internet connectivity for every child ages 5-10, along with resources that can be used online in schools. Do you see ways to take advantage of these computers, connectivity and resources to help the children of this age learn?
    Answer: My experience is mostly with college age students and mostly with students in North America, so please consider these suggestions with caution.
    First, nothing will work without the appropriately prepared teachers and the staff who can help them. Part of the genius of the Minerva Program was the skill with which this was managed through an elegant collaboration among the Portuguese government, universities, and the schools themselves. (Minerva helped schools install a half dozen computers in a lab in each school building and then take advantage of those few machines to improve the learning of many, many children in that school. Teachers were seconded to the project and trained by the universities. These trained teachers then collaborated nationally to develop and implement ideas for using the machines. One popular practice, for example, was for children to interview people in their towns and create magazines of family stories, recipes, history, and such - a computer was used to do page layout and the printer to print the magazine. Ten year olds in one school wrote a whole cookbook which was published and widely circulated.)
    One of the classic uses of computers to improve learning is to shift attention from mechanics to process -- from lower order skills to higher order thinking. School children of this age all need to learn the mechanics of writing. Students all need to learn to write with a pen or pencil. But even at this age, students also ought to learn to write (and rewrite, and rethink) at a keyboard, using letters, pictures, color, images and even music in their writing. For adults, and for children, writing should be like sculpting in clay not sculpting in stone (as it was when I was a child). And computers can bring multimedia into the picture. It also makes it more likely that children can create their own projects, magazines and web sites for the enjoyment of their families and neighbors.
    That same logic can be applied to other kinds of learning. Students can learn about certain musical ideas by using computers (with appropriate software) to create their own music. Seymour Papert suggested decades ago some means for learning math by playing with math. Ditto art, history simulations, geography, and other areas of learning. (And I do think play is an important element of learning at this age).
    The internet opens a much larger library for students. Instead of the tiny library I remember as a school child, the school could manage the children's access to books read aloud (along with the texts), music played aloud (along with the score), and the like. I imagine that there are interesting learning games, such as role playing simulations, that children can be play from computers.
    And, of course, for some skills, self-paced, interactive computer tutorials are appropriate. There is ample evidence that, for such skills, children can learn about 1/3 faster than with more traditional methods. I don't know if the learning is any deeper than with traditional methods, but it's quicker, which frees time for other uses.
    In all this, I imagine a shortage of software and materials in Portuguese might be an issue.
    That problem might become an opportunity if it provides opportunities for college students, high school students and perhaps even somewhat younger children to create the software and resources for children of this age, and to work with the chidren as they try out the prototypes.
    To conclude: with this policy in place, I'm very hopeful that there are worthwhile ways to use the investment to the benefit of both the children and the teachers.
    Stephen C. Ehrmann