segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Activity 1 - Online teaching techniques / annotated bibliography

EDITORIAL
In the first activity of the Unit 2 from  uc Pedagogical Processes in ELearning, it was been proposed that we should  find, study and share resources that are related to online teaching techniques and than we should make an annotated bibliography.

I adopted the following guideline, first, I searched for materials that speak of the impact of technology in learning. Then I researched online tools available to support the computer mediated education.


IMPLEMENTING THE SEVEN PRINCIPLES: Technology as Lever - What had motivated me to read this article, written by Arthur W. Chickering and Stephen C. Ehrmann, was the expression  'techonology as lever' used in the title, since I also think that the introduction of new technologies in education is inevitable in the development of an Information Society. In this article, published in 1996 (AAHE Bulletin, October, pp.. 3-6) and updated in January 2008, the authors present seven principles of good practices for success of online learning by use of computers, video and telecommunications in education online, running the technology as a lever for the success of online learning. In 2008, when it is updated, Ehrmann summarizes strategies that have been developed in order to circulate the idea of the seven principles and at the end he refers to an article ( "Using Technology to Make Large-Scale Improvements in The Outcomes of Higher Education : Learning From Past Mistakes" - January/February, 2002) which lists the reasons why the technology, even had helped to arouse interest in these principles, came, too, on the other hand, be inappropriate to ensure real improvements in learning.


Technology, Teaching, and Learning (in Siemens and Tittenberger, Handbook of Emerging Technologies for Learning, March, 2009, 61 pages) - I start by point  the fifth point: Teaching with Technology. Here, the authors refer to the seven principles that I mentioned in previous bibliographical note, concluding that these aspects are "suffice as an introduction to the similarity of teaching well with technology and teaching well in a classroom". However, because this annotated bibliography is about  teaching online, I think is relevant, in this context,  highlight the point 7.3. - Online Learning and 8. - Move to Facilitation. In the first are given platforms where the courses completely online and alternatively, we have the possibility of offering courses through a combination of blogs, email, podcasts, and group-based activities. In the next point, and as facilitators of education, the authors show  a variety of tools that we could be used as online teaching techniques that we could include in this classification of online teaching techniques for computer-mediated communications. To conclude this note, I would also like to mention the third aspect of this chapter: Personal Learning Environments. In this respect, the authors write that the rapid growth of social technologies, using  various tools, such as blogs, wikis, social networking tools, Social bookmarkingt have been replacing Learning Management Systems (LMS).

Top 100 Tools for Learning – a meditation  - In this post, dated November 18, therefore, quite recent, Michael Hanley presents a list of 100 tools for learning of 2009, made by Jane Hart. What I found most interesting in this post was the interactivity that it allowed in comments, among the various participants, which leads me to conclude that, regardless of the tool, above all, the key is knowing how to motivate the participation.

REFLEXÃO

In this reflection, I will highlight one aspect that arise in the last reference (Top 100 Tools for Learning - a meditation) mentioned in the Annotated Bibliography and that now, reading the articles, I consider relevant to point out:

       What I found most interesting in this post was the interactivity that it allowed in comments, among the various participants, which leads me to conclude that, regardless of the tool, above all, the key is knowing how to motivate the participation.

 I believe that this aspect in online learning is very important to promote learners participation. In Section 8 that I quote in reference (Technology, Teaching, and Learning), the authors also give prominence to this aspect: "Through access to resources and experts, learners are guided to explore content and ideas, and engage actively in conversation with each other, the instructor, and often, members of the larger discipline." Maybe it was for this reason, because I feel the importance of promoting conversation, which, in the second activity of this unit, I have chosen to develop a teaching resource - the Forum - which promotes the discussion of the learning activities suggested by Siemens and Tittenberger in Section 9 (Teaching and learning activities) of their article .


* Edited the February 25, 2010, to add the relfection and some data information that I highlighted with color pink.
 
 PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

EDITORIAL

Na segunda  actividade da Unidade 2 da uc Processos Pedagógicos em ELearning,  foi-nos proposto que encontrássemos, estudássemos e partilhássemos materiais que estivessem relacionados com as técnicas de ensino online e que fizéssemos uma bibliografia anotada.

Adoptei a seguinte linha de orientação: primeiro, procurei materiais que falassem do impacto da tecnologia nas aprendizagens. Depois, tentei pesquisar sobre ferramentas disponíveis online que permitam apoiar o ensino mediado por computador. 



IMPLEMENTING THE SEVEN PRINCIPLES: Technology as Lever - O que motivou a leitura deste artigo, da autoria de Arthur W. Chickering and  Stephen C. Ehrmann,  foi o facto de ser usada no título a expressão tecnologia como alavanca, uma vez que, também  acho que  a introdução de novas tecnologias no ensino é inevitável no desenvolvimento de uma Sociedade de Informação. Neste artigo, publicado em 1996 (AAHE Bulletin, October, pp.  3-6.) e actualizado em Janeiro de 2008, os seus autores apresentam sete princípios de boas práticas que permitem utilizar, da melhor forma, a tecnologia como alavanca  para o sucesso do ensino online, pelo recurso aos computadores, ao vídeo e às telecomunicações no ensino online, funcionando a tecnologia como alavanca para o sucesso do ensino online. Em 2008, aquando da sua actualização, Ehrmann apresenta sucintamente estratégias que têm sido desenvolvidas no sentido de fazer circular a ideia dos sete princípios e no final faz referência a um artigo ("Using Technology to Make Large-Scale Improvements in The Outcomes of Higher Education: Learning From Past Mistakes" -  Janeiro / Fevereiro, 2002) onde apresenta as razões pelas quais a tecnologia, embora tenha ajudado a despertar o interesse por esses princípios, veio, também, por outro lado,  a revelar-se inadequada  no garante de melhorias efectivas na aprendizagem.

Technology, Teaching, and Learning (in Siemens and Tittenberger, Handbook of Emerging Technologies for Learning - Março, 2009, 61 páginas) - Começo por indicar o quinto ponto:  Teaching with Technology. Aqui, os autores fazem referência aos sete princípios que indiquei na anterior nota bibliográfica, concluindo que esses aspectos são "suffice as an introduction to the similarity of teaching well with technology and teaching well in a classroom. " No entanto, sendo esta bibliografia anotada sobre técnicas de ensino online, é pertinente, nesse contexto, dar destaque ao aspecto 7.3. - Online Learning e 8. - Move to Facilitation. No primeiro, são indicadas plataformas onde os cursos totalmente online podem ser ministrados e, como alternativa, é apresentada a hipótese de oferecer os cursos através de uma combinação de blogs, e-mails, podcasts, e actividades baseadas em grupos. No ponto seguinte, e como facilitadores do ensino, são apresentadas várias ferramentas que podem ser usadas como técnicas de ensino online já que as poderíamos incluir nesta classificação das técnicas para o ensino online mediadas por computador. A terminar esta nota, gostaria ainda de referir terceiro aspecto deste capítulo: Personal Learning Environments. Neste aspecto, os autores escrevem que o rápido crescimento das tecnologias sociais, com a utilização das várias ferramentas, por exemplo, blogs, wikis,  Social networking tools, Social bookmarkingt, têm vindo a substituir  Learning Management Systems (LMS). 


Top 100 Tools for Learning – a meditation - Neste post datado de 18 de Novembro, portanto, bastante recente, Michael Hanley apresenta a lista das 100 ferramentas de aprendizagem de 2009, feita por Jane Hart. O que achei mais interessante neste post foi a interactividade que ele permitiu, nos comentários, entre os vários participantes, o que me leva a concluir que, independentemente da ferramenta, importa, acima de tudo, saber estimular a participação.

REFLEXÃO

Nesta reflexão, irei destacar um aspecto que aflorei na última referência (Top 100 Tools for Learning – a meditation ) citada na Bibliografia Anotada e que agora, relendo os artigos, considero pertinente sublinhar:  

O que achei mais interessante neste post foi a interactividade que ele permitiu, nos comentários, entre os vários participantes, o que me leva a concluir que, independentemente da ferramenta, importa, acima de tudo, saber estimular a participação.

Julgo que este aspecto, no ensino online, seja bastante importante: promover a participação. dos estudantes. No ponto 8 que cito na referência (Technology, Teaching, and Learning), os autores dão também destaque a esse aspecto: "Through access to resources and experts, learners are guided to explore content and ideas, and engage actively in conversation with each other, the instructor, and often, members of the larger discipline." Talvez tenha sido por esta razão, por sentir a importância de promover a conversação, que, na segunda actividade desta unidade, tenha optado por elaborar um recurso pedagógico - o Fórum - que promove a discussão, uma das actividades de aprendizagem sugerida por Siemens and Tittenberger, no ponto 9 (Teaching and learning activities) do seu artigo.

domingo, 15 de novembro de 2009

Activity 4 - Role Play

Taking  part in a simple role play which intends to give more insight in the facets of freedom presented in the readings.

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Inês Gouveia is a young mother of 25 years. At fifteen she became pregnant and   during three years she failed to attend school. At age 18, began working in a small company and in the evenings, completed the high school. Her daughter is now ten years old and Inês thought it was the right time to start her studies, because she wants to improve her standard of living and give the child better conditions, for example, moving to her own home , as far she has lived until now with her parents, because economic reasons. Let us hear the testimony of Inês:

When I started looking for a university that would meet my needs, I encountered some problems. I could not leave my daughter alone with my parents and, especially, I should not stop working. I live in a town where there is no university. The nearest is about 20 kilometers and has not evening classes.

A friend told me about the distance learning using new communication technologies (audio conferencing, video conferencing and computer mediated communication - CMC). I looked for information and I enjoyed the freedom of time and space, the two characteristics that, in a model of classroom teaching, were a big problem for me.
In fact, the CMC can be completely independent of time (available, ideally 24 / day, 365 days / year) providing instant access to information and a system of asynchronous communication between partners. Essential for me, too, in order to be with my daughter, is the fact that I can choose where I study - freedom of space.
I enrolled in a management course and I am very happy, since I'm able to combine studies with work and the assistance to my daughter.


PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

Fazendo parte de um simples role play que pretende dar mais informação sobre os aspectos de liberdade apresentado nas leituras.
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Inês Gouveia é um jovem mãe de 25 anos. Aos quinze anos engravidou e durante três deixou de frequentar a Escola. Com 18 anos, começou a trabalhar numa pequena empresa como administrativa e, à noite, concluiu o secundário.
A filha tem agora dez anos e a Inês achou que era a altura certa para recomeçar os seus estudos, uma vez que pretende melhorar o seu nível de vida e proporcionar à filha outras condições, por exemplo, mudar para uma casa sua, já que até agora tem vivido na casa dos pais, por questões económicas.
Ouçamos o testemunho da Inês:

Quando comecei à procura de uma Universidade que pudesse responder às minhas necessidades, deparei-me com alguns problemas. Não podia deixar a minha filha sozinha com os meus pais e, principalmente, não podia deixar de trabalhar. Vivo numa vila onde não há Universidade. A mais próxima fica a cerca de 20 quilómetros e não tem ensino nocturno.
Uma amiga falou-me no Ensino a Distância  com recurso às novas tecnologias de comunicação (audioconferência, videoconferência e comunicação mediada por computador - CMC). Fui-me informar e gostei muito da liberdade de Tempo e Espaço, as duas características que, num modelo de ensino presencial, mais me condicionavam.
De facto, a CMC pode ser completamente independente do tempo (disponível, idealmente, 24 /dia e 365 dias/ ano) fornecendo acesso instantâneo à informação e um sistema de comunicação assíncrona entre os parceiros. Essencial para mim, também, a fim de poder estar junto da minha filha, é o facto de haver total liberdade espacial, uma vez que, frequentando um curso neste modelo, são os alunos que escolhem o local a partir do qual querem estudar.
Inscrevi-me num Curso de Gestão e estou muito satisfeita, uma vez que me está a ser possível conjugar os estudos com o trabalho e o acompanhamento da minha filha.

sábado, 7 de novembro de 2009

Tema 1 - Construção do conhecimento

Na primeira actividade da unidade curricular de Concepção e Avaliação em E-Learning, foi-nos pedido que, depois de uma leitura geral de dois textos, os traduzíssemos, em trabalho colaborativo, com vista a identificar, a partir dos textos, o conjunto de factores apontados como responsáveis pelo sucesso/qualidade dos cursos online. Neste post, onde descrevo o processo de desenvolvimento desta actividade, encontram-se os links, quer para a minha participação na tradução do texto, quer para o resultado final das traduções, resultante do trabalho colaborativo.

A última tarefa da actividade foi a discussão geral, em Fórum,  tendo como base a participação individual de cada um onde ser pretendia que fosse feita a identificação do conjunto de factores apontados como responsáveis pelo sucesso/qualidade dos cursos online.

Registo aqui a minha participação individual, bem como reflexões resultantes da interacção  com os colegas e Professora.
O registo das minhas intervenções terá sempre como fundo o cinzento.
1ª PARTICIPAÇÃO
Domingo, 1 Novembro 2009, 09:15
(...) Portanto, tendo como base a leitura deste texto ["Approaches to E-learning quality Assessment" ] e as conclusões a que chegaram as suas autoras, julgo que fazer uma lista de factores unânimes de qualidade / sucesso dos cursos online seja tarefa complicada, uma vez que dependerá do modelo que se siga. Parece-me, no entanto, que será consensual reconhecer que o e-learning está definitivamente associado às novas tecnologias e que aliado a esse facto estarão as novas formas de aprender e a criatividade. Portanto, atrever-me-ia a afirmar que neste texto só é possível identificar, sem discussão, um factor de qualidade / sucesso dos cursos online: a necessidade de envolver na concepção dos cursos online especialistas em educação, E-learning e equipas de designers.

Julgo que seja neste ponto que os dois textos se cruzam, já que ,em "Reflections on teaching and Learning Online:Quality program design, delivery and support issues from a cross-global perspective", os autores reflectem sobre o desenho dos programas e seu consequente desenvolvimento nos cursos online, partindo de uma experiência colaborativa.

Nesse trabalho reflexivo, a experiência entre as duas universidades é analisada em dois capítulos, estando estes divididos em subtemas, resultantes do debate.
Dessa reflexão emergiram três questões:
 - a necessidade de garantir o apoio à equipa de professores no decurso do desenvolvimento dos cursos;
 - a necessidade de garantir o apoio aos alunos nas suas aprendizagens em classes virtuais;
 - a necessidade de garantir apoio administrativo quer aos alunos quer aos professores antes, durante e após os cursos online. 
Assim, e procurando sintetizar a leitura que fiz dos dois textos, julgo que seja possível sugerir os seguintes factores apontados como responsáveis pelo sucesso/qualidade dos cursos online:
 - Concepção dos cursos online garantida por especialistas em educação, E-learning e equipas de designers;
 - Apoio à equipa de professores no decurso do desenvolvimento dos cursos;
 - Apoio aos alunos nas suas aprendizagens em classes virtuais;
 - Apoio administrativo quer aos alunos quer aos professores antes, durante e após os cursos online.
Por fim parece-me pertinente referir dois aspectos que podemos ver referenciado em Penna & Stara (2008), na primeira parte do seu trabalho: o facto da qualidade da avaliação de e-learning ser, ainda, uma questão em aberto e a educação a distância baseada na Internet ser, hoje em dia, a tecnologia dominante do e-learning. Qualquer factor de sucesso/qualidade terá sempre que ter em conta este enquadramento.
      2ª PARTICIPAÇÃO

      Contextualização
      Na discussão geral do grupo / turma, a professora fazendo um ponto da situação sobre as participações até então havidas, conclui a sua intervenção da seguinte forma:
      "Ou seja, cabe sempre ao professor, pelo menos em parte, motivar os seus alunos. Será que motivar, no âmbito de um curso online, assume características particulares? Terá nestes contextos  a motivação intrínseca um papel mais determinante? Como operacionalizar a motivação extrínseca? Enfim, parece que há mesmo muitos aspectos a merecer investigação neste domínio...."
      Estas palavras deram origem a seguinte reflexão da minha parte:
      [Terça, 3 Novembro 2009, 02:30]
      Procurando reflectir sobre as questões levantadas pela Professora, penso que, num curso online, a motivação assume características particulares. Quantas vezes, no exercício das minhas funções, enquanto professora, tendo motivado alunos para participarem em actividades ou para se interessarem pelas matérias, sinto da parte deles necessidade de me mostrarem que ficaram com vontade de fazer e saber. E isso é manifestado das mais variadíssimas maneiras. Às vezes, até, de uma forma exagerada... Mas eu sei que, primeiro, eles estavam desmotivados, segundo, que ficaram desmotivados porque vejo. A comunicação é face a face. 
      Ora, aqui, neste ambiente, essa visibilidade não existe. E creio que haverá mesmo dificuldade por parte dos professores em terem conhecimento das desmotivação dos alunos, a não ser que estes o escrevam.
      Por isso, pergunto-me eu, agora, quando falamos de desmotivação em cursos online, estamos a falar do quê? Por exemplo, eu continuo motivada para este curso, no entanto, neste momento, reconheço que estou a passar por uma fase de maior 'reclusão', isto é, tenho a sensação que a minha participação nos Fóruns é menor. Será esse um indício que me deverá fazer ponderar sobre a minha motivação em relação ao curso? Será que a minha sensação está errada? 
      Afinal, a minha reflexão acabou por se traduzir em mais questões...
      Na sequência desta intervenção, duas colegas entraram em diálogo comigo, tendo uma delas colocado a seguinte questão:
      "(...)qual é o aspecto mais valorizado por um professor online: o número de participações, mesmo que algumas delas não sejam tão construtivas e sejam apenas uma forma de dizer "eu estou aqui, atento, mas sem mais nada a acrescentar" ou um número mais reduzido de participações, mas com mais qualidade e mais construtivas para a continuidade da discussão?"
      Tentando responder à questão colocada, escrevi:
      3ª PARTICIPAÇÃO
      [Quarta, 4 Novembro 2009, 22:02]
      Pois, não sei dar resposta à sua questão, isto porque me parece que, estando-se a discutir a motivação dos alunos, não me parece que os indícios se devam recolher a partir da valorização que o professor dê às participações, uma vez que aí estaríamos também a avaliar a motivação... A motivação é avaliada?
       ______
      Referências

      Activity 3 - review on two learning objects published by colleagues

      Two learning objects about Cooperative Fredoom:

      How can microblog promote cooperative learning communities? - Colleagues used as a tool in the construction of their's object, VoiceThread, enabling and promoting online interactivity. And, in fact, so far have, several people had participated in the discussion. Those arguments, particularly, in this panel, it seems to me that microblogging is considered an excellent resource, facilitator of interactivity, allowing, in particular, the sharing of information very quickly. Remains under discussion if it will promote learning in cooperative communities, since there is no evidence to prove their effectiveness on this area. It may be a problem to investigate.
      Colleagues, using images, present forms of communication that can be used in cooperative learning, referring to, and quoting, Morten Paulsen, that asynchronous communication is the preferred form of communication in cooperative learning environments. And that giving preference to discussion forums, more people can enjoy reading the messages, instead of using the mail where communication is one to one. Morten Paulsen, in the quote on the subject that colleagues show, argues that the forums are usually organized and structured in themes or topics, however, and interestingly, the image that colleagues used to illustrate this idea was a set of colored wires, that seems to be disorganized, not showing any kind of structure...
      Still on the choice of images, since I saw this object, at the first time, I'm thinking  in the first photo used in the resource: the  handover moment in a relay race.
      Relay race, in athletics, means a route which is made up of several members of a team. Each element performs the route as it shall, beetween the areas of transmission, which provides for the regulation. That is, it is a proof  where the group working is essential and without which the ultimate goal of the group is not reached. I think this essay approaches the concept of collaborative learning, since is required that students sink or swim together, as we read this article by Morten Paulsen, when he defines Collaborative learning:

           Collaborative learning requires participation in a learning community, but limits individual flexibility. One may say that collaborative learning requires that students sink or swim together. Collaborative learning is common in online education offered by traditional face-to-face institutions.


      And this is where I think appropriate to introduce the analysis of the second object by Sandra Brás: The Learning partner, once, describing an example of partnership in the study, gives us the basics of learning the theory of Cooperative fredoom.
      Sandra has built a very simple story, using as a tool toonlet - a resource that requires particularly concise writing.
      In this short cartoon we meet Mary, a student who chose online education because of the freedom and flexibility that education online  allows. However, she recognizes that, sometimes, the learning is too lonely, and then joins with to the program of NKI that promotes learning in partnership. Once she had  uploaded her profile, she find a partner, John, to whom she discusses the issues. Both show, on the end of the cartoon, very pleased with the partnership, as the results improved and John reveals that it intends to maintain  that cooperation until the end of his studies.
      So, this is a process of learning that promoted some benefits of individual freedom and other benefits of cooperation in a learning community online.




      PORTUGUESE VERSION / VERSÃO PORTUGUESA

      Reflexão crítica sobre dois materiais criados, no âmbito do estudo da teoria da Cooperative Fredoom


      How can microblog promote cooperative learning communities? Os colegas usaram, como ferramenta, na construção do seu objecto,  o VoiceThread, permitindo e promovendo a interactividade online. E, de facto, até ao momento foram várias as pessoas que participaram na discussão. Pelos argumentos apresentados, particularmente, neste painel, parece-me que o uso do microblog é considerado um excelente recurso facilitador da interactividade, permitindo, particularmente, a partilha de informação de forma muito rápida. Continua em discussão se promoverá a aprendizagem em comunidades cooperativas, uma vez que não haverá evidências que provem a sua eficácia, nesse domínio. Talvez seja uma problemática a investigar. 
      Os colegas, usando imagens, apresentam as formas de comunicação passíveis de serem usadas numa aprendizagem cooperativa, referindo que, e citando Morten Paulsen,  a comunicação assíncrona é a forma preferencial de comunicação em ambientes de aprendizagem cooperativa, dando preferência aos Fóruns de discussão, uma vez que, usando os fóruns, mais pessoas poderão usufruir da leitura das mensagens, em vez de usar o mail onde a comunicação é de um para um. Morten Paulsen, na citação que os colegas apresentam sobre o assunto, argumenta que os fóruns são geralmente organizados e estruturados em temas ou tópicos, no entanto, e curiosamente, a imagem que os colegas usaram para ilustrar esta ideia foi um conjunto colorido de fios que me parecem estar desorganizados, não apresentando qualquer tipo de estrutura...
      Ainda sobre a escolha das imagens, desde que vi o trabalho, pela primeira vez, que tenho andando a pensar na primeira foto usada no recurso: o momento de passagem de testemunho numa corrida de estafetas.
      Estafeta, em atletismo, designa um percurso feito por vários elementos de uma equipa. Cada elemento realiza o trajecto que lhe compete, dentro do limite das zonas de transmissão que o regulamento prevê. Isto é, trata-se de uma prova em que o trabalho de grupo é essencial e  sem o qual o objectivo final, do grupo,  não é  atingido. Parece-me que esta descrição se aproxima do conceito de aprendizagem colaborativa, uma vez que nesta exige-se that students sink or swim together, como podemos ler neste artigo de Morten Paulsen, quando define Collaborative learning:
      • Collaborative learning requires participation in a learning community, but limits individual flexibility. One may say that collaborative learning requires that students sink or swim together. Collaborative learning is common in online education offered by traditional face-to-face institutions.

      E é neste  ponto que julgo  pertinente introduzir a análise do segundo recurso da autoria da Sandra Brás: The Learning partner, uma vez que descrevendo um exemplo de parceria no estudo, nos apresenta os princípios básicos da aprendizagem pela teoria da Cooperative Fredoom.
      A  Sandra construiu uma história bastante simples, usando como ferramenta a toonlet - recurso que exige, particularmente, poder de síntese, na escrita.
      Nesse pequeno cartoon somos apresentados a Mary, uma estudante que escolheu o ensino online  por causa da liberdade e flexibilidade que este permite. No entanto, reconhece que, por vezes, a aprendizagem é demasiado solitária, e, então, adere ao programa da  NKI que promove a aprendizagem em parceria. Depois de ter disponibilizado o seu perfil, encontra uma parceiro, John,  com quem discute as matérias. Ambos mostram, no final do cartoon, estar satisfeitos com a parceria, uma vez que os resultados melhoraram e John revela que pretende manter aquela cooperação até ao final dos seus estudos.
      Portanto, estamos perante um processo de aprendizagem que promoveu alguns benefícios da liberdade individual e outros benefícios da cooperação numa comunidade de aprendizagem online.


      sexta-feira, 30 de outubro de 2009

      Activity 1 - Cooperative Freedom / annotated bibliography*

      EDITORIAL

      In the first activity of the Unit 1 uc Pedagogical Processes in ELearning, it has been proposed that we find, to study and we shared resources that were related to the theory of Cooperative Freedom and we did an annotated bibliography.

      In this brief annotated bibliography I refer to seven features.Through the first three references sought, first, understand the concept. The fourth and fifth reference, refer to the online catalog, place where, in NKI Distance Education, users are presented, which can make your profile visible.Then in the sixth and seventh references, I refer to a post and a chapter of a dissertation which deals with the differences between 'group' and 'network', something which I think is important to realize, in the Cooperative Freedom, cooperation group, because as long as I attend the Masters Course at various times, I was asked to work in team in collaborative work and was not used the term cooperative.

      Cooperative online education  - Video (published on YouTube on June 12, 2008) where Professor Morten Flate Paulsen introduces, in the first person, the theory of Cooperative Freedom in online education, referring to the year in which first appeared - 1992 - and referring to viewing the rest of the video featuring the theory through a cartoon  (published in toonlet, on May 17, 2008).

      Cooperative Freedom:  An Online Education Theory   - Article where Morten Flate Paulsen presents a theory of distance education based on current theoretical perspectives and discusses how it applies to online education. According to the author, the theory of the Freedom Cooperative can provide, in online learning, both , individual freedom and cooperation in groups. It is a theory that fits the theory of autonomy independence, being influenced by the theory of andragogy (Knowles) and is intended for all those young people and / or adults who want to control their learning outcomes and be motivated. 
      PAULSEN, Morten Flate Online Education and Learning Management Systems, 2003 NKI Forlaget, 12 pages [www.studymentor.com]

      NKI Distance Education and its learning philosophy - In this article, 5 October 2006, the elearningeuropa.info, you see the new online service for distance learning, promoted by  NKI Distance Education. The key to this philosophy of learning in distance education is, according to the text, the in community learning  and individual freedom. It covers issues such as learning partnerships, the creation of a learning community, the satisfaction of online students, the students' experiences and ways to disseminate it through their profiles.

      Profiling Online Students - In this post, Morten Flate Paulsen celebrates the fact that in August 2008, NKI Distance Education online course enrollment its number one hundred thousand. At the same time, referes the  online catalog, where all registered users of NKI Distance Education make their presentations.  Morten Flate Paulsen stated that currently, all users can choose to include your presentation in the open catalog, by clicking the Global Visibility to your User Profile and a month after the catalog was released, 250 people (2.5 percent of users) had chosen the overall visibility. Morten considers this aspect as a significant development that should interest all members of  EDEN, at which publishes the blog post that we are looking for three reasons. at which publishes the blog post that we are looking, for three reasons. We give particular emphasis to the third,: being, traditionally, the student of distance learning, almost invisible compared to other groups of students, this kind of feature - online catalog - where everyone has their profile and share, can help the distance learning  student to be more visible.
       The profile of Thor Steinsland in the catalog online - we considered relevant, in this annotated bibliography of our early research on Cooperative Freedom, refer to the profile of Thor Steinsland, since it was present in October 2008, the workshop of EDEN in Paris to talk about his experience as a student of distance learning. Embedded in the profile, it is published his  (slideshare) presentation. There, in a very synthesized, relates his journey as a student of distance education (slide 2), describes the importance of negotiating in family (slide 3), highlights the need for an individual plan of work (slide 4); Finally, the last slide (4), noted the importance of NKI's online catalog, the participation in forums to maintain contact with peers and teachers, the need to find partners in learning (learning partners) and share your work with partners.

      Networks Versus Groups in Higher education - On this post of 17 March 2008, Terry Anderson shows the use of the network as a way to allow a more distributed learning, going, therefore, beyond learning in groups. Of the purpose of the development of lifelong learning, Anderson writes, "Networks afford opportunities for learners to associate, negotiate, plan and execute projects, on a global scale with other learners." We believe it is essential to understand this concept to understand the role of networking in Cooperative Freedom Theory.

      3.3. Groups, Networks and Collectives  During the research and readings taken for the implementation of this initial work, we feel a constant need to reflect on the concept of group and individual network. Moreover, the previous reference goes that way.We found on this chapter of the work of Jose Mota, a set of references, analysis and synthesis that we believe will allow us to distinguish betwen network and group. However, it is also apparent in this reading that these are concepts whose definitions are not closed and are in discussion.

      REFLECTION
      In this brief reflection, when I'm completing the work in Pedagogical Processes in e-learning, I begin to highlight the quote that I refer in the sixth reference (Terry Anderson): "Networks afford opportunities for learners to associate, negotiate, plan and execute projects, on a global scale with other learners. "

      In a way, the contents of all other references cited in this annotated bibliography are in line with this view of Anderson. For example, on first reference, Morten presents his theory on the network, using a video and cartoon, both online. In The profile of Thor Steinsland, Steinsland introduced his route, telling us about his project and how the developed, thus sharing its experience and making visible a way of life and learning that may serve as an example for others. I think that in this first annotated bibliography is very clear  that learning in networks can bring visibility  and this is therefore a very important aspect to understand the theory of Cooperative Freedom, because in this theory  networking is an ally individual freedom.

      _____________

      *Using Google translator to render it into English, with a  revising.

      **Edited on 25 February (2010) to add the relfection and some data information that I highlighted with color pink.

      segunda-feira, 26 de outubro de 2009

      Actividade 1 - Cooperative Freedom / Bibliografia anotada

      EDITORIAL

      Na primeira actividade da Unidade 1 da uc Processos Pedagógicos em ELearning, foi-nos proposto que encontrássemos, estudássemos e partilhássemos recursos que estivessem relacionados com a teoria da Cooperative Freedom e que fizéssemos uma bibliografia anotada.

      Nesta breve bibliografia anotada faço referência a sete recursos. Através das três primeiras referências procurei, primeiro, perceber o conceito. A quarta e quinta referência, remetem para o catálogo online, espaço onde, na NKI Distance Education, os usuários se apresentam, podendo tornar visível o seu perfil. De seguida, nas sexta e sétima referências, faço referência a um post e a um capítulo de uma dissertação de mestrado onde são abordadas as diferenças entre 'grupo' e 'rede', aspecto que me parece importante para perceber, na Cooperative Freedom, a cooperação em grupo, uma vez que, desde que frequento o Curso de Mestrado, em vários momentos, me foi pedido que trabalhasse em equipa, em trabalho colaborativo, não tendo sido usado o termo cooperativo.

      Cooperative online education - vídeo ( publicado a 12 de Junho de 2008) onde o professor Morten Flate Paulsen apresenta, na primeira pessoa, a teoria da Cooperative Freedom no ensino online, referindo o ano em que surgiu pela primeira vez - 1992 - e remetendo para o visionamento do resto do vídeo que  caracteriza a teoria através de um cartoon (sítio original do cartoon, 17 de Maio de 2008).

      Cooperative Freedom: An Online Education Theory    - Artigo onde Morten Flate Paulsen apresenta uma teoria de educação a distância com base nas actuais perspectivas teóricas e discute como se aplica a educação online. De acordo com o autor, a teoria da Cooperative Freedom  pode proporcionar, no ensino online, tanto a liberdade para o indivíduo como a cooperação em grupo. Trata-se de uma teoria que se enquadra na teoria da autonomia independência, sendo influenciada pela teoria da andragogia (Knowles) e destina-se a todos os que, jovens e/ou adultos queiram controlar os seus resultados de aprendizagem e se sintam motivados.

      NKI Distance Education and its learning philosophy - Neste artigo, de 5 de Outubro de  2006,  da elearningeuropa.info, é apresentado o novo serviço online para o ensino a distância, promovido pela NKI Distance Education. A chave para essa filosofia de aprendizagem no ensino a distância é, segundo o texto, a aprendizagem em comunidade e a liberdade individual. São abordadas questões como a da aprendizagem em parceria, a criação da uma comunidade de aprendizagem, a satisfações dos estudantes online, as experiências dos estudantes e a forma de as divulgar através dos seus  perfis.

      Profiling Online Students - Neste post, Morten Flate Paulsen celebra o facto de, em Agosto de 2008, a NKI Distance Education its online course enrolment number one hundred thousand. Em simultâneo, refere o catálogo online, onde todos os usuários registados da NKI Distance Education fazem as suas apresentações. Morten Flate Paulsen refere que, neste momento, todos os usuários podem optar por incluir a sua apresentação no catálogo aberto, clicando na opção Visibilidade global no seu perfil de usuário e que um mês após o catálogo ter sido  lançado, 250 pessoas (2,5 por cento dos usuários) tinha escolhido a visibilidade global. Morten considera esse aspecto um desenvolvimento significativo e que deve interessar todos os membros do EDEN, em cujo blog publica o post que estamos a analisar, por três razões. Damos particular destaque à terceira: sendo, tradicionalmente, o estudante de ensino a distância, quase invisível, comparado com outros grupos de estudantes, este tipo de recurso - catálogo online -, onde cada um apresenta o seu perfil e o partilha, pode ajudar o aluno do ensino a distância a ficar mais visível.

      O perfil de Thor Steinsland, no catálogo online - Considerámos pertinente, nesta bibliografia anotada das nossas primeiras pesquisas sobre a Cooperative Freedom, fazer referência ao perfil de Thor Steinsland, uma vez que o mesmo esteve presente, em Outubro de 2008, no workshop do EDEN,  em Paris, para falar da sua experiência como aluno do ensino a distância. Incorporado no perfil, está a sua apresentação publicada no slideshare. Aí, de forma muito sintetizada, relata o seu percurso, enquanto estudante de ensino a distância (slide 2); descreve a importância da negociação em família (slide 3); destaca a necessidade de ter um plano individual de trabalho (slide 4); por fim, no último slide (4), refere a importância do catálogo online da NKI, da participação nos fóruns para a manutenção do contacto com os colegas e professores, da necessidade de encontrar parceiros de aprendizagem (learning partners) e de partilhar o seu trabalho com os parceiros.


      Networks Versus Groups in Higher education - Neste post, de 17 de Março de 2008, Terry Anderson apresenta o uso da rede como forma de permitir uma aprendizagem mais distribuída, indo, por isso, além das aprendizagens em grupos. A propósito do desenvolvimento da Aprendizagem ao longo da vida, Anderson escreve: "Networks afford opportunities for learners to associate, negotiate, plan and execute projects, on a global scale with other learners." Julgamos que é fundamental perceber este conceito para perceber o papel do trabalho em rede na teoria Cooperative Freedom.

      3.3. Os Grupos, as Redes e os Colectivos - Durante as pesquisas e leituras efectuadas para a execução deste primeiro trabalho, sentimos uma constante necessidade de reflectir sobre o conceito de grupo, rede indivíduo. Aliás, a referência anterior vai já nesse sentido. Encontrámos neste capítulo do trabalho de José Mota, um conjunto de referências, análises e sínteses que, acreditamos, nos permitirão distinguir rede de grupo. No entanto, é também perceptível nesta leitura que estes são conceitos cujas definições não são estanques e estão em discussão.

      REFLEXÃO

      Nesta breve reflexão, agora que estou a concluir o trabalho desenvolvido em Processos Pedagógicos em e-learning, começaria por destacar a citação que faço na sexta referência (Terry Anderson): "Networks afford opportunities for learners to associate, negotiate, plan and execute projects, on a global scale with other learners."
      De certa forma, o conteúdo de todas as outras referências citadas nesta Bibliografia Anotada vão ao encontro dessa opinião de Anderson. Por exemplo, na primeira referência, Morten apresenta a sua teoria na rede, usando um vídeo e um cartoon, ambos online. Em  O perfil de Thor Steinsland , Steinsland apresenta o seu percurso, dando a conhecer o seu projecto e a forma como o desenvolveu, partilhando dessa forma a sua experiência e tornando visível um percurso de vida e aprendizagem que poderá vir a servir de exemplo para outras pessoas. Julgo que neste primeira bibliografia anotada está bem patente a visibilidade que a aprendizagem na rede pode trazer, sendo por isso um aspecto muito importante para perceber a teoria do Cooperative Freedom, uma vez que um dos seus princípios assenta, precisamente, no trabalho em rede aliado à liberdade individual.

      Processos Pedagógicos em Elearning-09

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      Com a tag PPEL2009 identifico outra unidade curricular (uc) do Curso de Mestrado Pedagogia do E-Learning, da Universidade Aberta: Processos Pedagógicos em Elearning-09. Esta Unidade Curricular tem a particularidade de ser dada pelo professor Morten Flate Paulsen, sendo por isso o inglês a língua de comunicação.

      Assim, todos os postes que aqui publicar, no âmbito desta Unidade Curricular, terão um link que remeterá para a sua tradução.

      A abrir este post podemos ouvir e ver um filme onde Morten Flate Paulsen apresenta a sua  Teoria para o Ensino Online: Cooperative Freedom.


      sábado, 17 de outubro de 2009

      Diário de bordo - CAeL


      A fim de cumprir um dos requisitos da avaliação da Unidade Curricular Concepção e Avaliação em e-Learning (CAeL), do Curso de Mestrado Pedagogia em E-Learning (Universidade Aberta), criei este espaço que terá sempre a seguinte tag: CAeL.

      Aqui serão reunidos os produtos resultantes de cada actividade desenvolvida na Unidade Curricular, bem como reflexões pessoais sobre todo o processo de trabalho.

      quarta-feira, 30 de setembro de 2009

      Verticalidades


      Neste blogue, querendo comentar, e antes de comentar, lemos o seguinte:
      Os comentários dos leitores podem não reflectir a opinião do editor do blogue. Os comentários anónimos, insultuosos, injuriosos e que utilizam linguagem obscena serão removidos logo que detectados pelo administrador do blogue. O uso de nickname só é aceitável mediante prévia identificação pessoal dos comentadores através de envio de email para os editores do blogue ou justificação razoável. Comentários de carácter provocatório, com ou sem nickname, serão removidos."

      Hoje, a propósito deste post, comentei nesse blogue. Discutia-se o ECD e o concurso a professor titular.

      A certa altura e depois da pessoa com quem discutia justificar o facto de não concorrer a professor titular por uma questão de verticalidade, um dos nicks, que, entretanto, também entrou na discussão, em defesa dessa pessoa e da sua verticalidade, fez o seguinte comentário, referindo-se a mim: "A Rosalina é oriunda da Universidade Aberta esse alfobre de gente medíocre."

      Parece-me que este é daqueles comentários que se encaixa naquilo que o autor do blogue considera como insultuoso. É claro que se pode alegar que o autor do blogue não tem de estar 'em cima' do blogue. Mas também é um facto que, pelo esclarecimento, antes dos comentários, o uso de nikname só é aceitável mediante identificação pessoal dos comentadores através de envio de email para os editores do blogue ou justificação razoável. Parece-me que Wegie seja um nikname e não um nome.

      Assim, aqui fica este registo sobre a verticalidade de alguns.






      domingo, 6 de setembro de 2009

      'Humanus'











      Excessivamente humano!

      segunda-feira, 31 de agosto de 2009

      Ministra assume que esteve em "guerra" com os professores

      Ministra da Educação avisa, referindo-se às promessas da oposição: "Estão a comprar a paz com os professores por um preço que o país não pode pagar".

      Por estas palavras infere-se que a Senhora Ministra da Educação assume que esteve em guerra com os professores. O que é incompreensível em quem teve, durante 4 anos, a tutela do Ministério da Educação.

      "Procurei imprimir uma orientação de total respeito pelas heranças que recebi, colocar o interesse do país, dos jovens e das famílias acima de qualquer outro interesse e continuar o caminho daquilo que são grandes consensos." - Ministra da Educação dixit.

      Esta senhora continua. Esta senhora esquece que na Educação existem os interesses das famílias, dos jovens do país e, também, dos professores.

      Os professores, senhora ministra, não são lixo ou escravos que se possam usar e deitar fora ou exigir competência sem pagar.

      Francamente.
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      quinta-feira, 27 de agosto de 2009

      Iliteracia jornalística

      A propósito da apresentação do Programa do PSD, lê-se o seguinte aqui, no primeiro parágrafo:

      PSD compromete-se, no seu programa eleitoral para as legislativas, a alterar o estatuto do aluno, suspender o actual modelo de avaliação de professores e rever o estatuto dos docentes, abolindo a divisão da carreira em duas categorias.

      Fui ler o documento oficial do Programa Eleitoral do PSD.

      Confirma-se a suspensão do actual modelo de avaliação e a revisão do estatuto dos docentes. No entanto, parece-me que a utilização do gerúndio do verbo 'abolir'' como acção sobre a divisão da carreira em duas categorias, sendo consequência dessa suspensão e revisão, é abusiva, uma vez que isso não está escrito no Programa, sem sequer julgo que se possa ler nas entrelinhas. Antes pelo contrário, está bem claro que a divisão será para manter. Garante-se é que seja noutros termos.

      O que se lê na página 22 é:

      Reveremos o Estatuto da Carreira Docente, nomeadamente no respeitante ao regime de progressão na carreira, corrigindo as injustiças do modelo vigente e abolindo a divisão, nos termos actuais, na carreira docente.
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      Comportamentos anti-sociais vs Gripe A

      No dia 10 de Agosto do corrente mês, a Senhora Ministra da Saúde terá afirmado "que foram identificados "comportamentos anti-sociais" de pessoas que se recusam a cumprir as medidas de controlo da gripe A (H1N1) ou declaram mesmo a intenção de propagar a doença."
      h
      No dia 26 de Agosto, a Senhora Ministra da Saúde tem a seguinte opinião: «não se pode impedir o processo de aprendizagem dos alunos», fechando escolas pelo facto de se prever uma pandemia da gripe A.

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      Na minha opinião, se se prevê uma pandemia da gripe A, o processo de aprendizagem dos alunos vai ser impedido. Logo, a fim de evitar que haja razões para ter de identificar comportamentos anti-sociais, o mais razoável seria evitar que os alunos pudessem fazer parte das estatísticas da pandemia.

      Isto é, afinal, as previsões são mesmo para levar a sério ou tudo não passa de puro terrorismo sanitário?

      Parece-me que se está a brincar com a saúde pública.

      Se se prevê uma pandemia, se se sabe que as Escolas abertas serão veículo para o desenvolvimento dessa pandemia, porquê abri-las? Porquê sujeitar as crianças, os jovens, os professores, os auxiliares educativos, o pessoal administrativo a esse risco?

      Ou pretende-se, em plena campanha eleitoral, vir dizer que foi a acção do governo que impediu a pandemia? Afinal,
      A titular da pasta da Saúde adiantou que as medidas de contenção da gripe A nas escolas «vão ser anunciadas antes da abertura do ano lectivo». No final de Setembro, mês da abertura do Ano Lectivo, há eleições. Convirá passar a mensagem de que o Governo está a tomar as medidas necessárias para conter a Gripe?

      Parece-me a mim que declarar que se prevê uma pandemia da Gripe A, saber que as Escolas serão espaços de propagação da mesma e não assumir que se têm de fechar as Escolas é revelador de comportamento anti-social.

      Ou será que não estou a ver a natureza dos factos? Provavelmente estarei errada.



      quinta-feira, 20 de agosto de 2009











      Ternuras...

      sábado, 15 de agosto de 2009

      (...)
      Aos poucos, devagar, eleição a eleição, a ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social] está a transformar-se num monstro que proíbe, decide e impõe o que deve ser publicado nos media. Só para recordar: a ERC é o resultado de uma negociação entre PS e PSD e teve o apoio do CDS. Os seus membros foram escolhidos depois de uma troca política semelhante à que ocorreu na eleição do Provedor de Justiça. Quem lá está a decidir quem escreve, o quê, nos jornais ou na televisão, foi escolhido e convidado pelos grandes partidos políticos. Não é só ousadia do PS. (...)

      6 AGOSTO 2009 Sábado, pág. 10

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      Não me assusta a Gripe A.
      Esta situação sim.
      Estamos em 2009.

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      quinta-feira, 30 de julho de 2009

      MOODLE, Escolas e Professores - Parte I

      Como se anda a dizer que os blog's estão parados, resolvi actualizar o meu, transcrevendo duas participações neste Fórum onde descrevo a minha experiência, enquanto professora de Língua Portuguesa, na Plataforma Moodle da Escola onde lecciono.

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      Boa noite

      Irei participar faseadamente neste tópico, dado que não me seria possível, numa só mensagem, descrever a experiência que tem sido a utilização da Plataforma Moodle como recurso no caso da disciplina que dinamizo desde 2007/08. Tem sido um espaço de aprendizagem que completa o trabalho desenvolvido em sala de aula.

      Uso a plataforma como repositório de materiais? - Não. Para isso tenho outro espaço, desde sempre aberto. Aliás, nem me parece que essa seja a funcionalidade mais interessante do Moodle, a não ser que seja para desenvolver uma actividade específica e queiramos que os alunos usem um documento em particular.

      Então, que faço eu com os alunos na Plataforma?

      Esse é um processo que já passou por várias fases. A primeira coincide ainda com a frequência da Acção de Formação onde aprendi a usar esta ferramenta. Considerei na altura, e mantenho essa opinião, de que aquele espaço seria ideal para poder promover a discussão, duma forma informal, levando os alunos a desenvolver a escrita e o espírito crítico. Como? Propondo temas para discussão. Sugerindo aos alunos que eles próprios abrissem tópicos de discussão.

      Isso aconteceu? Sim. Com todos os alunos? Não. Porquê? Na maioria dos casos, porque a única forma que têm de aceder à internet é na escola.

      Trabalho numa escola que recebe alunos maioritariamente provenientes de aldeias. Por que razão não foi resolvido esse problema, na escola, permitindo que os alunos, quando lá estão tivessem esse acesso facilitado? Não sei. Informei sempre os responsáveis das situações em que os alunos tinham dificuldade em aceder à Plataforma. Por exemplo, no início da sua utilização tive de ir à Biblioteca informar que sempre que os alunos das minhas turmas quisessem aceder à Plataforma isso dever-lhes-ia ser facilitado, isto porque tive o feedback de que na Biblioteca não os deixavam aceder.

      Por que razão o espaço só está acessível aos alunos das turmas que lecciono? Porque aquele é uma espaço de aprendizagem. Logo implica saber quem está de cada um dos lados e para que está. Caso contrário não tem sentido, nem é funcional.

      E é a questões como estas, Teresa, que eu me refiro, noutro espaço, quando falo da 'real prática pedagógica'.

      Desisti? Não. Havia razões para desistir? Sim. :) Basta referir que no meu horário constaram sempre e apenas 90m para o trabalho desenvolvido no Moodle. Não penso que essa carga horária seja compatível com o seguinte registo que consta do relatório de actividades, no meu perfil: Listagem de registos 69265.

      Para terminar, por hoje, talvez referir que a fim de 'prender' os alunos àquele espaço estão sempre disponíveis as seguintes actividades lúdicas, desenvolvidas com o recurso a fóruns:

      Palavra puxa palavra - XXXIII - Este desafio trata-se de um jogo de associação de palavras, devendo ser usados preferencialmente substantivos.

      Cada participante terá apenas que escrever uma palavra que de alguma forma associe à anterior.

      Cadeia de palavras - 7 Este jogo tem como objectivo fazer uma cadeia de palavras em que as duas últimas letras da primeira palavra devem ser as duas primeiras da seguinte.


      Palavra puxa imagem - Frequentemente associamos as palavras às imagens.

      Neste fórum desafiam-se os participantes a enviar fotos, de preferência tiradas pelos próprios, que possam ser associadas a um tema que irá ser diferente todas as semanas. A partir desta actividade foi feito este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Ez_CoaLJjF0&feature=channel_page . E já há material para mais. O tempo é que não estica. :)

      Jogo do alfabeto - Respeitando a ordem do alfabeto e o tema dado, vamos escrevendo palavras. Recomeça o jogo, com abertura de novo tema, o participante que escrever a palavra começada por Z. Terá, também de sugerir uma nova área temática e escrever a primeira palavra.

      Sempre que não conseguirem continuar o jogo, inicia outro tema o último participante.


      Figura Mistério - 55 - * Para descobrirem quem é a Figura Mistério têm de fazer perguntas às quais só se poderá responder sim ou não.
      * As respostas serão dadas neste Fórum.
      * A pessoa que acertar na Figura Mistério, envia-me por mail uma fotografia de alguém que quer ver transformado em Figura Mistério.
      * Depois as respostas às perguntas, mantendo o critério das respostas dadas serem apenas SIM ou Não, são dadas pela pessoa que sugeriu a Figura.

      Como se escreve? - 18 (HotPotatoes 6)

      Nestas actividades é apenas avaliada a participação dos alunos.


      Até

      MOODLE, Escolas e Professores - Parte II


      Boa Tarde. :)

      Cá estou para continuar a descrição daquilo que tem sido a experiência na Plataforma Moodle.


      Como alguém diz, no seu testemunho, está-se em permanente (re)construção. E essa será a palavra-chave.


      A primeira fase, no entanto, ficou terminada, quando os miúdos começaram a utilizar, muitos diariamente, a Plataforma. E o que tem acontecido é que porque uns usam, os outros também querem usar. Não fossem as questões técnicas de que falo em cima e, provavelmente, mais alunos estariam a usufruir desta ferramenta. Mas essa é uma questão que está relacionada com as condições de trabalho que nos eram dadas e chegou uma altura em que decidi canalizar as minhas energias para aqueles que já faziam uso do Moodle, consciente de que não se pode chegar a todos ao mesmo tempo. :) Infelizmente.

      A partir do momento em que o uso passou a ser 'normal', propunha actividades que de alguma forma pudessem ser passíveis de avaliação no domínio das competências de Língua Portuguesa, disciplina que lecciono.

      Foi difícil.

      Todas as semanas propunha actividades, por exemplo, usando textos para interpretação, imagens / gráficos para análise, temas para escrita. Havia alunos que participavam, mas eram sempre os mesmos e eram poucos.

      Paralelamente,foi criado um espaço de debate, com um fórum de conversação, um de dúvidas e chat que funcionava todas as 2ª das 20:30 às 21:30. Sobre esta última actividade, devo dizer que foi uma surpresa. Cheguei a estar com 10 alunos. Conversava-se sobre tudo, inclusive, dúvidas sobre matérias, entrega de trabalhos e muita brincadeira. Até uma encarregada de educação chegou a participar, além de outros colegas que também têm a acesso à disciplina.

      Em relação aos Fóruns, considero que sejam um dos espaços mais interessantes, já que os miúdos abrem tópicos e participam. Por exemplo, e falando só do deste ano, foram abertos 22 tópicos, havendo 266 respostas. Sinceramente, não sei se é muito , pouco. A minha sensibilidade diz-me que é bom.

      Nalguns desses tópicos, pelas propostas, eram avaliadas as competências da Escrita e Compreensão da Leitura, sendo os alunos informados disso, na abertura do tópico.

      Outro espaço que também já existe há dois anos é o repositório de textos que vão sendo feitos nas aulas e mesmo na Plataforma. Foi usado para isso o Glossário e sempre que há textos considerados bons, os miúdos publicam-nos lá, gerindo o seu tempo, e eu, depois, publico-os aqui: http://arquivoe-portugues.blogspot.com/

      Mas a questão de usar aquele espaço de forma a que fosse possível desenvolver de forma sistematizada as competências no domínio da língua portuguesa era para mim uma preocupação. Tinha de haver maneira de poder rentabilizar mais...

      E parece-me que a frequência do Curso de Mestrado Pedagogia em e-Learning (Universidade ABerta) já me ajudou nesse aspecto. :) O Curso é todo online e é usada a Plataforma. No decorrer das várias unidades, apreendi que tal como no ensino presencial, também ali é necessário estruturar muito bem cada actividade ao pormenor. Tudo tem de estar previsto. Durante o 2º Período, trabalhei no sentido de me ser possível, no 3º, passar a usar nas aulas apenas o computador. Para isso tive de adquirir um projector já que a escola só tinha disponível para circular pelas salas para cerca de 500 alunos um.

      Foi um trabalho exaustivo e cansativo, já que as aulas não se podiam ressentir desse esforço, mas consegui. E assim, no 3º Período, já não usei o papel, excepto no respeita o manual, claro.

      Está dado o primeiro passo para que no próximo ano também os alunos deixem de usar o papel na sala de aula. Irei planear o trabalho nesse sentido. :)

      De qualquer forma, ainda no 3º período desafiei alguns alunos para participarem num projecto que designei de Caderno diário Digital. Eles aceitaram o desafio e houve dois que passaram, inclusive, a levar o computador para a aula. Obviamente, a situação foi explicada aos restantes, que perceberam tratar-se duma experiência que poderia vir a ser alargada no ano seguinte a todos, já que a continuidade pedagógica será, em princípio, mantida. Esses dois alunos pediram-me para fazer o último teste no computador. E eu aceitei com a condição de passarem para o papel se sentissem a mínima dificuldade. Não foi necessário. Fizeram o teste no computador. Eu classifiquei no computador e os resultados foram bons. Mais um desafio...

      A propósito do Caderno Diário Digital foi criado na Plataforma um espaço de apoio e um wiki http://cadernosdiariosdigitais.wikispaces.com/ (espaço aberto).

      Deste projecto resultaram particularmente interessantes estes dois trabalhos: http://sites.google.com/site/cadernodiariodofuturo/Home, http://sites.google.com/site/pencaneta/ e ainda este http://canettadigital.blogspot.com/ que foi um ensaio de uma das alunas que preferiu depois o uso do site.

      Entretanto, já durante o 3º Período, propus duas actividades que tiveram adesão dos alunos. Penso que seja esse o caminho a seguir. :) Podem ser vistas aqui: http://eportuguesrsn.wikispaces.com/Reposit%C3%B3rio+de+Actividades .

      Ainda não tive tempo para publicar os trabalhos que resultaram dessas actividades. :) Quando o fizer, aviso.


      Bem, parece-me que com esta mensagem, Teresa, dá para ver mais ou menos aquilo que tenho feito e a razão pela qual considero que a Plataforma Moodle seja uma excelente ferramenta de trabalho.

      Claro que ainda falta fazer muito e, mesmo que continuem a ser só 90, os minutos que estejam no meu horário para desenvolver este trabalho, não vou deixar de o fazer. Mas também sei que esta minha atitude não nos favorece, enquanto classe, já que ninguém é obrigado a ter esta disponibilidade que eu tenho. Por outro lado, talvez seja bom que aconteça e que se mostre que os professores, todos, trabalham muito mais que as horas que recebem. Porque na minha escola há outros professores que também já usam a Plataforma, não de forma tão sistematizada, mas com muitas horas, também, usadas, além dos minutos...


      Paradoxos. :)


      Até.

      sábado, 18 de julho de 2009


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      Gato quase escondido...

      quarta-feira, 8 de julho de 2009

      Ministra responsabiliza comunicação social pela baixa a Matemática


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      Ter perdido os professores pode vir a fazer estragos nos resultados eleitorais. Mas nós, aqueles que, de facto, ficaram perdidos têm boa memória.

      São professores.