
terça-feira, 21 de abril de 2009
Ler é saudável - Concurso de Marcadores

segunda-feira, 20 de abril de 2009
Isaac Pitman e Bill Gates - duas figuras de referência no Ensino a Distância


39 anos depois...
Em 1976, Bill Gates e Paul Allen fundam a sua própria empresa de produção de software informático, a Microsoft Corporation, desempenhando Bill Gates a função de presidente e director geral. Quase dez anos antes tivera Bill Gates o primeiro contacto com os computadores e as linguagens de programação, quando frequentava o colégio de Lakeside - Instituição pioneira na compra de uma rede de computadores interligados por uma linha telefónica. Foi aí que conheceu Paul Allen.
Em 1979, a Microsoft começou a desenvolver-se e já contava com 16 empregados. É nessa altura que Bill Gates decidiu mudar a empresa para Seattle. Criado o sistema operativo MS-DOS, em 1981, o mesmo passou a ser instalado em todos os microcomputadores da marca IBM. Entretanto, outros fabricantes de computadores lançaram no mercado os seus modelos compatíveis com o IBM-PC, utilizando o sistema operativo MS-DOS.
Em 1983, a equipa de Bill Gates voltou a revolucionar a tecnologia informática: introduziu o rato e criou uma interface gráfica para substituir o DOS, a que chamou Windows (janelas).
Em 1986, a Microsoft passou a estar cotada na Bolsa, consequentemente, Bill Gates passou a ser o homem mais rico do mundo!
Nos dez anos seguintes, a Microsoft teve um desenvolvimento fulgurante: passou de 1 200 empregados para mais de 20 000. O Windows 2.0 (1987), o Windows 3.0 (1990) e o seus sucessores Windows 3.1 e Windows 95, transcritos para dezenas de línguas, passaram a equipar milhões de computadores em todo o mundo, dando origem a uma sociedade cibernética com o cunho da Microsoft.
O maior sonho de Bill Gates, desde o início da sua carreira, era que, em cada casa, e em cada posto de trabalho, existisse um computador. Em 2008, já o tinha concretizado:
“When Paul Allen and I started Microsoft over 30 years ago, we had big dreams about software,” recalls Gates. “We had dreams about the impact it could have. We talked about a computer on every desk and in every home. It’s been amazing to see so much of that dream become a reality and touch so many lives. I never imagined what an incredible and important company would spring from those original ideas.”
Entretanto, o aparecimento da informática dera-se na década de 70, altura em que, como descrevemos, Bill Gates começou a sua actividade.
"The key thing we did right is we got more than 100 million PCs out there ready to be connected."
E é por esta razão que consideramos Bill Gates uma figura de referência no Ensino a Distância. Foi o seu empreendedorismo que permitiu a massificação do uso do Computador. A partir da década de 80 , a utilização do computador como instrumento de mediação pedagógica favoreceu o desenvolvimento de teorias e práticas pedagógicas no âmbito do Ensino a Distância. E isso só foi possível porque há um computador " on every desk and in every home".
Foi, na nossa óptica, o impulsionador da nova Era do Ensino a Distância.
_________________
Notas:
*Correcção efectuada após o prazo dado para conclusão do trabalho e por observação de um colega. Obrigada.
Referências
- Taquigrafia em foco (site): http://www.taquigrafiaemfoco.com.br/perguntas.htm#oque%C3%A9taquigrafias
- Taquigrafia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Taquigrafian
- Ambientes virtuais de Aprendizagem / Ensino a Distância: http://pt.wikiversity.org/wiki/Ambientes_Virtuais_de_Aprendizagem/Ensino_a_Dist%C3%A2ncia
- Isaac Pitman: http://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Pitman/
- http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2321129,00.aspk
- http://www.webtuga.com/citacoes-de-bill-gates-steve-jobs-e-linus-torvalds/j
- http://www.leme.pt/biografias/novas-tecnologias/bill-gates.htmlk
- http://www.aix.com.br/ei/mod/resource/view.php?id=1792g
- http://www.fe.unb.br/linhascriticas/n17/educacao_a_distancia.htmlh
- http://www.urisan.tche.br/~posinf/Publica/2001-Gisele_Degen.pdf
- http://www.telegraph.co.uk/scienceandtechnology/3357701/Bill-Gatess-dream-A-computer-in-every-home.htmlf
.
.
sábado, 18 de abril de 2009
O que é para mim o Ensino a Distância?

E este aspecto faz-me, de novo, e curiosamente, fazer a mesma afirmação que antes, a propósito do perfil de um aluno de ensino à distância. Lendo os Conceitos subjacentes, parece-me que eu deveria ter o perfil para este tipo de ensino. Então, o que terá falhado na minha relação inicial com o Ensino a Distância?
Se é certo que, nesta segunda experiência, conclui o curso - fiz a profissionalização - apenas uma das cadeiras me entusiasmou ao ponto de ter tirado 17, nas restantes, os resultados foram, apenas, sofríveis.
Tenho procurado, nesta reflexão, tentar perceber a razão de tal facto, até porque o Curso Mestrado em Pedagogia do E-Learning da UA é Ensino a Distância, e, até agora, não senti frieza, nem distância ou, sequer, falta de motivação.
E as razões talvez sejam as seguintes:
1ª - Neste processo, frequência do Curso Mestrado em Pedagogia do E-Learning, estou em regime de puro voluntariado, o que vai ao encontro do que se lê no Guia do Estudante de Junho /95, quando, para justificar que "a aplicação de ensino à distância seja totalmente vedada a crianças e fortemente desaconselhada a camadas muito jovens de estudantes", em síntese, se lê:
...é lícito considerar que o regime de puro voluntariado, sem sujeição a qualquer espécie de pressões exteriores, deveria estar intimamente associado à frequência de qualquer curso em ensino a distância.**;
2ª - A segunda razão prende-se com o funcionamento do Curso, tal como está previsto no Guião:
- Totalmente online utilizando a plataforma de elearning em uso na Universidade Aberta e um conjunto diverso de outros recursos Web (Web 2.0, etc). Sublinhando, desde já, a importância do Módulo de Ambientação, bem como a existência de um Contrato de Aprendizagem em todas as Unidades Curriculares.
Isto é, apesar da ausência de presença física e ainda que recorrendo a tecnologia, não tenho qualquer dúvida em afirmar que, hoje, o Ensino a Distância está mais humanizado. E talvez seja essa a diferença.
______________
Notas
*Guia do Aluno, CEAC
**Guia do Estudante, UA, Junho /95
quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Mas sou portuguesa e, hoje, vibrei com a vitória sobre Manchester United.
Parabéns, FCP.
.
.
.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Contestação
O concurso tem sido contestado – pela ASPL mas também pela Associação Portuguesa de Professores de Espanhol - Língua Estrangeira (APPELE) e por um grupo de representantes de universidades públicas portuguesas – precisamente por uma questão relacionada com o DELE do Instituto Cervantes.
Concretamente, devido à determinação (por portaria e no regulamento do concurso) de que qualquer professor com qualificação profissional numa qualquer Língua Estrangeira ou em Português e com o DELE do Instituto Cervantes “correspondente ao nível C2 do Quadro Comum Europeu de Referência para as Línguas” concorre em igualdade de circunstâncias com os que fizeram a sua licenciatura e profissionalização em Espanhol.
Argumentam os contestatários da medida que, apesar de ela ser transitória, tem efeitos definitivos para os cerca de 200 professores profissionalizados em Espanhol. Isto porque, apesar de eles serem suficientes para preencher as 220 vagas para o quadro de nomeação definitiva este ano criadas, o mais provável é que estas sejam ocupadas por professores profissionalizados em outras línguas mas com mais anos de serviço, já que o Grupo de Espanhol é recente (1999).
Diz agora Valter Lemos que, se de facto o DELE de nível superior do Instituto Cervantes não corresponder ao nível C2, como é definido na portaria, quem tem aquele diploma e está profissionalizado noutra língua “não terá os requisitos necessários” ao concurso, cujas candidaturas estão a decorrer.
in Público
____________
De facto, esta situação é aberrante, desastrosa e reveladora do actual estado da situação na Educação. Quem manda, comente erros, intimida quem os aponta e apela aos sentimentos mais baixos daqueles que precisem de concorrer.
No entanto, esta situação com o grupo de espanhol não será muito diferente daquela que durante anos tem vigorado em que quase todas as variantes de línguas podiam concorrer ao grupo de ensino de português.
Nunca ouvi contestação.
Falar-se português e ter uma licenciatura em línguas não devia ser garantia de competência para o ensino da língua materna, em Portugal. Mas é. Sempre foi.
.
.
.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
domingo, 29 de março de 2009
O Diário de Inês*
terça-feira, 3 de março de 2009
Notícias como esta: Docente acusada de bater em mãe, que tiveram o primeiro capítulo em situações destas e que já foram aqui comentadas, deviam ter títulos mais credíveis. Uma sugestão:
.
.
.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
O Carnaval da sintaxe, por Manuel António Pina
00h30m
Agora que o ME divulgou novos programas de Português preconizando que, no final do Ensino Básico, os alunos devem ser capazes de produzir "textos coesos e coerentes" e "correctos em português padrão", o caso da DREN continua a ser exemplar do "português padrão" em uso no ME e do nível de exigência do Ministério em relação à avaliação das "competências" dos seus altos (ou baixos, sei lá) funcionários.
Depois do histórico ofício sobre os "Magalhães", a directora de Educação do Norte (que é suposto ter concluído o Básico) escreve agora, em novo ofício, coisas "coesas e coerentes" como: "Sendo certo que muitos docentes não se aceitam o uso dos alunos nesta atitude inaceitável"; ou: "a sua [da escola] missão de processos de socialização"; ou: "razão central porque", e por aí fora.
Pelos vistos, as palavras e a gramática insistem em não respeitar a autoridade da senhora directora e, folionas (o ofício é, apropriadamente, sobre o Carnaval), fazem dela gato-sapato e escrevem-se como muito bem lhes apetece. Eu já lhes teria posto, como ao outro da piada sobre a licenciatura, um processo disciplinar.
in JN
_____________
Sem comentários.
.
.
.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Imaginemos que alguém tenha proferido estas declarações.
Analisemos.
Partindo do princípio que há intenção comunicativa, e tem sempre de se partir desse princípio, importa saber que intenção tem o sujeito enunciador que declara, numa primeira fase, que nenhum professor foi obrigado a participar no desfile de (...). Depreende-se que, segundo esse sujeito, todos os professores foram livres de optar.
Logo, não se percebe, depois de uma declaração destas , que o mesmo sujeito enunciador afirme a imperiosidade de realização do cortejo. Até porque as duas ideias estão ligadas por uma locução coordenativa adversativa .
Das duas uma:
- Quem fizesse tais declarações pensaria que, quem as fosse ler, seria suficientemente estúpido para acreditar nelas. E esses seríamos, nós, os leitores/ouvintes.
- A segunda hipótese seria a inversa. Isto é, quem declarasse tal deveria ser suficientemente estúpido para pensar que nós leitores/ouvintes acreditaríamos.
E ainda há uma terceira, que pelo paradoxo, não sei se não será a mais credível: quem falasse/escrevesse assim teria um défice cognitivo grave.
E uma vez mais e pela segunda vez no dia, esta situação me fez pensar em mim. A propósito da organização de duas visitas de estudo, solicitei o seguinte esclarecimento à Direcção Regional da área da Escola onde exerço a minha actividade:
- Pela legislação em vigor, Lei n.o 13/2006 de 17 de Abril, e de acordo com o ponto 2 do artigo 8º, o transporte colectivo de crianças deve ser assegurado, além do motorista, pela presença de 2 vigilantes, tratando-se de um veículo que transporte mais de 30 crianças ou jovens.
- Assim, solicito esclarecimento sobre a identificação dos agentes educativos que devem desempenhar as funções de vigilantes, uma vez que, pelo contexto legal, tal não se aplica aos professores.
O pedido foi feito no dia 16 do corrente mês e até hoje ainda não tive resposta.
On verra...
____________________
E já agora, quando é que o Presidente da República age para pôr cobro ao caos ditatorial que perpassa pelo país em que foi eleito democraticamente?
.
.
.
Mãe faz espera e agride docente
_________________
Pois. E o problema aconteceu, porque a professora tentou acalmar a mulher e ainda a convidou para se dirigir à escola e conversar...
- A mãe não pode abordar um professor dentro da Escola. Compete à escola, nomeadamente ao Órgão de Gestão, criar condições para que isso não aconteça por forma a que os professores que lá trabalhem não estejam sujeitos a situações destas;
- Sendo abordada na rua, a professora deveria ter agido como cidadã e recorrer de imediato às forças de Segurança Pública;
- A atitude paternalista da professora tentando, com palavras, resolver uma situação que inicia com agressividade verbal, é o mais anti-profissional possível. A professora deveria simplesmente ter dito à mãe que não falava com ela, ou, pura e simplesmente, ter-lhe voltado a cara. Um professor dum Conselho de Turma não tem a obrigação de falar com os Encarregados de Educação. Apenas o Director de Turma tem essa obrigação e, mesmo assim, devidamente calendarizada.
Seria importante que, de uma vez por todas, se interiorizasse que ser professor não é dar aulas. Não é participar em actividades voluntário-solidárias.
Ser professor é exercer uma actividade profissional com direitos e obrigações.
Já agora, assim que li esta notícia, pensei: "Esta foi feita para mim". Isto porque, há uma semana, uma encarregada de educação também foi à escola para falar comigo. E a Escola, o Órgão de Gestão, permitiu que a senhora me abordasse.
Claro que a senhora não falou comigo. Recusei-me.
E onde esteve o erro? Na negligência por parte do Órgão de Gestão que nunca criou mecanismos organizativos que impedissem tal situação.
.
.
.








