Esta foi tirada ontem, no Sítio, Nazaré. Estava frio, mas o ambiente sentido era este: quente sereno, feliz. Termino assim 2008. Que seja 2009 pleno de saúde e felicidade.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008


No Sábado passado, dia 20 de Dezembro, recebi este marcador depois de uma reunião de avaliação que começou às 8:00.
Tudo foi feito por uma das turmas - o 8ºD - , devidamente sugerido e orientado pela respectiva Directora de Turma. Todos os professores do Conselho de Turma receberam um marcador devidamente personalizado.
Foi uma surpresa deliciosa.
E, quando momentos destes acontecem, só me lembro de Sebastião da Gama e do seu sonho:
O SONHO
Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria, ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
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Tudo foi feito por uma das turmas - o 8ºD - , devidamente sugerido e orientado pela respectiva Directora de Turma. Todos os professores do Conselho de Turma receberam um marcador devidamente personalizado.
Foi uma surpresa deliciosa.
E, quando momentos destes acontecem, só me lembro de Sebastião da Gama e do seu sonho:
O SONHO
Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria, ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

(..)
A nova legislação laboral, que deveria entrar em vigor a 1 de Janeiro, prevê maior flexibilidade nos horários de trabalho, a possibilidade de constituição de bancos de horas e horários concentrados, a simplificação dos procedimentos disciplinares e dos consequentes despedimentos.
Na altura da aprovação do articulado com 562 artigos o deputado socialista Strecht Ribeiro salientou que, "se o Código for enviado para o Tribunal Constitucional já não poderá entrar em vigor a 1 de Janeiro".
(..)
A nova legislação laboral, que deveria entrar em vigor a 1 de Janeiro, prevê maior flexibilidade nos horários de trabalho, a possibilidade de constituição de bancos de horas e horários concentrados, a simplificação dos procedimentos disciplinares e dos consequentes despedimentos.
Na altura da aprovação do articulado com 562 artigos o deputado socialista Strecht Ribeiro salientou que, "se o Código for enviado para o Tribunal Constitucional já não poderá entrar em vigor a 1 de Janeiro".
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in Público
domingo, 7 de dezembro de 2008
A propósito disto, por causa disto, disto e disto, só me apetece, sei lá, tornar público que a Pipoquinha, sabe, a filha da Tareca, ontem estava chiquérrima. Olhe, nem sei como dizer, o máximo, percebe. E depois, olhe, a festa correu muito bem. A árvore de Natal estava lindérrima, sabe, assim, tipo postal...Olhe, sei lá...
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sábado, 29 de novembro de 2008
Clube de Imprensa - 26/11/08
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Sugeria que a Sra. Ministra ouvisse. Talvez aprendesse a ver.
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Sugeria que a Sra. Ministra ouvisse. Talvez aprendesse a ver.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Pais satisfeitos com despacho da ministra sobre regime de faltas
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Título errado.
Correcção: Segundo o responsável da Confap, Albino Almeida, os pais estão "satisfeitos" com o despacho da tutela.
Para quando a avaliação do jornalismo português?!
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Título errado.
Correcção: Segundo o responsável da Confap, Albino Almeida, os pais estão "satisfeitos" com o despacho da tutela.
Para quando a avaliação do jornalismo português?!
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domingo, 9 de novembro de 2008
XIII Congresso Distrital do PS de Coimbra
José Sócrates lamenta “oportunismo político” da oposição na avaliação dos professores
09.11.2008 - 14h32 Lusa
O secretário-geral do PS, José Sócrates, lamentou hoje, em Coimbra, o “oportunismo político” dos partidos da oposição, sobretudo do PSD, nas reacções à manifestação de dezenas de milhares de professores sábado em Lisboa, contra o processo de avaliação.
Intervindo no XIII Congresso Distrital do PS de Coimbra, José Sócrates considerou “lamentável o oportunismo dos partidos”, que “devem servir para defender o interesse do geral do país e não para se colarem a reivindicações corporativas na esperança de ganhar uns míseros votos”.
“Os partidos da oposição sem tema e sem discurso andam à procura é de qualquer manifestação ou descontentamento para então poderem liderar. O que ficou visível foi que os partidos fizeram um lamentável aproveitamento político da manifestação”, criticou o dirigente socialista e líder do Governo.
“Já não esperava nada dos partidos à nossa esquerda, que têm a habitual estratégia do protesto. Mas que o principal partido da oposição, que ainda há uns meses atrás aquando da outra manifestação dizia ao PS que se recuasse era um vergonha, venha agora dizer que o Governo deve recuar...”, enfatizou José Sócrates, bastante aplaudido pelos congressistas.
Avaliação de professores "é essencial"
Salientando que o Governo se mantém firme para “defender o interesse nacional”, o secretário-geral do PS afirmou que a “avaliação de professores é essencial para que [se possa] garantir um sistema justo e também uma escola pública de qualidade que se orgulhe dos seus professores”.
“O que é que o maior partido da oposição quer? Que o Governo desista da avaliação, que voltemos à situação da promoção automática, à situação em que os professores são todos iguais, não é possível distingui-los”, interrogou.
“Tenho a certeza que todos compreendem que o pior que existia em Portugal era o sistema que se baseava apenas na promoção automática”, sublinhou, convicto de que “o perfil da situação social dos professores será melhorado quando os portugueses souberem que, tal como outros profissionais, também eles são avaliados”. Para José Sócrates, o modelo de avaliação é “acto de justiça e de reconhecimento”.
Sindicatos acusados de não “honrarem” acordo
Na sua intervenção, o líder socialista não poupou também os sindicatos de professores, a quem acusou de não respeitaram o memorando de entendimento assinado este ano com o Ministério da Educação. “O que eu pergunto é se será pedir demais aos sindicatos que cumpram este acordo, que honrem a palavra que deram, a assinatura que puseram neste memorando”, questionou Sócrates, exibindo o documento perante o congresso.
Insistindo no assunto, questionou ainda se “será possível o Governo fazer um entendimento com os sindicatos e passados uns meses uma das partes pôr em causa aquilo que assinou”.
“Será que é isso que a sociedade portuguesa deseja, isso honra essa parte? Pior ainda é que chegamos à conclusão que alguém assinou com intenção de não cumprir”, acrescentou Sócrates, referindo que o país precisa de “entendimentos, de negociações e de compromissos, que são para ser honrados”.
Durante o seu discurso, várias vezes interrompido com salvas de palmas, o secretário-geral do PS adiantou que existem já 20 mil professores avaliados, tendo 1400 sido considerados “muito bons e excelentes”.
________________________
E eu lamento, Sr. Primeiro Ministro, ter votado no PS.
Tudo o que declara sobre educação é revelador de uma ignorância total sobre o que se passa nas Escolas.
Pergunto-lhe o que será mais correcto: progredir na carreira, segundo diz, automaticamente ou ser avaliado por quem nunca foi?
Acha isso justo? Correcto?
Na minha escola não há um único professor titular que tenha competência para me avaliar. Nenhum professor tem mais experiência que eu na disciplina/nível de ensino que lecciono.
E o Senhor acha que eu me devo submeter a essa avaliação?
Julga que todos tiraram cursos enviando trabalhos por fax?
Há quem o tenha feito.
Mas eu sei o que é ser avaliado. E, garanto-lhe que nada tem a ver com aquilo que este modelo preconiza.
Quer dar credibilidade a este modelo? Avalie, primeiro, os avaliadores.
Dê-lhes credibilidade. Forme-os.
Depois veremos se são capazes. Porque agora, seguramente, não são.
José Sócrates lamenta “oportunismo político” da oposição na avaliação dos professores
09.11.2008 - 14h32 Lusa
O secretário-geral do PS, José Sócrates, lamentou hoje, em Coimbra, o “oportunismo político” dos partidos da oposição, sobretudo do PSD, nas reacções à manifestação de dezenas de milhares de professores sábado em Lisboa, contra o processo de avaliação.
Intervindo no XIII Congresso Distrital do PS de Coimbra, José Sócrates considerou “lamentável o oportunismo dos partidos”, que “devem servir para defender o interesse do geral do país e não para se colarem a reivindicações corporativas na esperança de ganhar uns míseros votos”.
“Os partidos da oposição sem tema e sem discurso andam à procura é de qualquer manifestação ou descontentamento para então poderem liderar. O que ficou visível foi que os partidos fizeram um lamentável aproveitamento político da manifestação”, criticou o dirigente socialista e líder do Governo.
“Já não esperava nada dos partidos à nossa esquerda, que têm a habitual estratégia do protesto. Mas que o principal partido da oposição, que ainda há uns meses atrás aquando da outra manifestação dizia ao PS que se recuasse era um vergonha, venha agora dizer que o Governo deve recuar...”, enfatizou José Sócrates, bastante aplaudido pelos congressistas.
Avaliação de professores "é essencial"
Salientando que o Governo se mantém firme para “defender o interesse nacional”, o secretário-geral do PS afirmou que a “avaliação de professores é essencial para que [se possa] garantir um sistema justo e também uma escola pública de qualidade que se orgulhe dos seus professores”.
“O que é que o maior partido da oposição quer? Que o Governo desista da avaliação, que voltemos à situação da promoção automática, à situação em que os professores são todos iguais, não é possível distingui-los”, interrogou.
“Tenho a certeza que todos compreendem que o pior que existia em Portugal era o sistema que se baseava apenas na promoção automática”, sublinhou, convicto de que “o perfil da situação social dos professores será melhorado quando os portugueses souberem que, tal como outros profissionais, também eles são avaliados”. Para José Sócrates, o modelo de avaliação é “acto de justiça e de reconhecimento”.
Sindicatos acusados de não “honrarem” acordo
Na sua intervenção, o líder socialista não poupou também os sindicatos de professores, a quem acusou de não respeitaram o memorando de entendimento assinado este ano com o Ministério da Educação. “O que eu pergunto é se será pedir demais aos sindicatos que cumpram este acordo, que honrem a palavra que deram, a assinatura que puseram neste memorando”, questionou Sócrates, exibindo o documento perante o congresso.
Insistindo no assunto, questionou ainda se “será possível o Governo fazer um entendimento com os sindicatos e passados uns meses uma das partes pôr em causa aquilo que assinou”.
“Será que é isso que a sociedade portuguesa deseja, isso honra essa parte? Pior ainda é que chegamos à conclusão que alguém assinou com intenção de não cumprir”, acrescentou Sócrates, referindo que o país precisa de “entendimentos, de negociações e de compromissos, que são para ser honrados”.
Durante o seu discurso, várias vezes interrompido com salvas de palmas, o secretário-geral do PS adiantou que existem já 20 mil professores avaliados, tendo 1400 sido considerados “muito bons e excelentes”.
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E eu lamento, Sr. Primeiro Ministro, ter votado no PS.
Tudo o que declara sobre educação é revelador de uma ignorância total sobre o que se passa nas Escolas.
Pergunto-lhe o que será mais correcto: progredir na carreira, segundo diz, automaticamente ou ser avaliado por quem nunca foi?
Acha isso justo? Correcto?
Na minha escola não há um único professor titular que tenha competência para me avaliar. Nenhum professor tem mais experiência que eu na disciplina/nível de ensino que lecciono.
E o Senhor acha que eu me devo submeter a essa avaliação?
Julga que todos tiraram cursos enviando trabalhos por fax?
Há quem o tenha feito.
Mas eu sei o que é ser avaliado. E, garanto-lhe que nada tem a ver com aquilo que este modelo preconiza.
Quer dar credibilidade a este modelo? Avalie, primeiro, os avaliadores.
Dê-lhes credibilidade. Forme-os.
Depois veremos se são capazes. Porque agora, seguramente, não são.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Escrever isto Processo de avaliação docente avança em todas as escolas é vergonhoso!
domingo, 2 de novembro de 2008
O chefe da polícia local afirmou que o rapaz, T.J. Darrisaw, morreu na noite de sexta-feira depois de ter sido atingido por múltiplos tiros de caçadeira.
O pai da criança e o irmão de nove anos também foram atingidos, mas sem gravidade. Já foram tratados e tiveram alta.
Quentin Patrick foi acusado de homicídio e agressão com intenção de matar. A polícia afirmou que o autor dos disparos tem 22 anos e que já tinha estado preso. Este justificou-se às autoridades dizendo que já tinha sido assaltado e baleado antes e que, por isso, reagiu desta forma.
A polícia afirma que a família do menino atingido tinha estado numa festa de Halloween e que parou na casa de Patrick para oferecer doces visto que este tinha a típica abóbora acesa com luz no alpendre. Os dois irmãos da criança acompanharam-na mas saíram ilesos.
O pai da criança e o irmão de nove anos também foram atingidos, mas sem gravidade. Já foram tratados e tiveram alta.
Quentin Patrick foi acusado de homicídio e agressão com intenção de matar. A polícia afirmou que o autor dos disparos tem 22 anos e que já tinha estado preso. Este justificou-se às autoridades dizendo que já tinha sido assaltado e baleado antes e que, por isso, reagiu desta forma.
A polícia afirma que a família do menino atingido tinha estado numa festa de Halloween e que parou na casa de Patrick para oferecer doces visto que este tinha a típica abóbora acesa com luz no alpendre. Os dois irmãos da criança acompanharam-na mas saíram ilesos.
SOL com agências
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Sem comentários.
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Sem comentários.
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Na portaria n.º 1204/2008 de 17 de Outubro, manda o Governo, pelo Secretário de Estado da Educação, que seja criado o curso profissional de Técnico de Protecção Civil, visando a saída profissional de técnico de protecção civil.
O técnico de protecção civil é o profissional qualificado que, sob orientação do técnico superior da área, está apto para desenvolver actividades de prevenção de riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, assim como participar no planeamento de actividades de atenuação dos seus efeitos, de protecção, socorro e assistência às pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram.
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Pronto, podem vir as catástrofes. Foi encontrada a solução.
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O técnico de protecção civil é o profissional qualificado que, sob orientação do técnico superior da área, está apto para desenvolver actividades de prevenção de riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, assim como participar no planeamento de actividades de atenuação dos seus efeitos, de protecção, socorro e assistência às pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram.
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Pronto, podem vir as catástrofes. Foi encontrada a solução.
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terça-feira, 14 de outubro de 2008
Escondido
Escondo-me
Para não ser encontrado
Pelos que odeio
Tirem-me este pecado irado
Pois a Ira que tenho
É tão forte...
Tão fria tão calculista
QUE APETECE-ME OFENDER TUDO
E MATAR UM FADISTA!!!
E obrigam-me a viver
Num mundo cruel
Em que cada buraco
Só há mal e não mel
Onde a raiva mais forte
Pode prevenir um corte
De tristeza
Deixemo-nos de moleza
Pois de uma coisa tenho a certeza
EU NÃO ME ENFIO DEBAIXO DE UMA MESA!!!
Quando muito a parto!
Apetece-me avançar com isto!
Farto de esperar estou eu
Foram 9 meses p'ra nascer
Os velhos só dizem doeu
e continua a doer
E sabem porque dizem isso?...
PORQUE O GOVERNO NÃO AJUDA!
NÓS ABRIMOS A BOCA
E ELES SÓ DIZEM CALUDA
DEPOIS QUEREM QUE NÃO TENHA IRA...
OK... Senhor Primeiro Ministro vem cá e tira
Afinal há liberdade de expressão
Ninguém me proíbe de escrever isto
Entendam a raiva do meu poema então...
E dêem-me razão
E peço...
Não tenham um pensamento misto
Pois um mais ou menos não serve
Só me ferve...
Dominique Martinho (13 anos)
Escondo-me
Para não ser encontrado
Pelos que odeio
Tirem-me este pecado irado
Pois a Ira que tenho
É tão forte...
Tão fria tão calculista
QUE APETECE-ME OFENDER TUDO
E MATAR UM FADISTA!!!
E obrigam-me a viver
Num mundo cruel
Em que cada buraco
Só há mal e não mel
Onde a raiva mais forte
Pode prevenir um corte
De tristeza
Deixemo-nos de moleza
Pois de uma coisa tenho a certeza
EU NÃO ME ENFIO DEBAIXO DE UMA MESA!!!
Quando muito a parto!
Apetece-me avançar com isto!
Farto de esperar estou eu
Foram 9 meses p'ra nascer
Os velhos só dizem doeu
e continua a doer
E sabem porque dizem isso?...
PORQUE O GOVERNO NÃO AJUDA!
NÓS ABRIMOS A BOCA
E ELES SÓ DIZEM CALUDA
DEPOIS QUEREM QUE NÃO TENHA IRA...
OK... Senhor Primeiro Ministro vem cá e tira
Afinal há liberdade de expressão
Ninguém me proíbe de escrever isto
Entendam a raiva do meu poema então...
E dêem-me razão
E peço...
Não tenham um pensamento misto
Pois um mais ou menos não serve
Só me ferve...
Dominique Martinho (13 anos)
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