segunda-feira, 29 de setembro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Bebidas de leite chinês à venda em Portugal apesar de proibidas desde 2002
25.09.2008 - 19h28 Aníbal Rodrigues
Nem foi preciso procurar muito. O PÚBLICO entrou hoje num supermercado no norte do país e comprou bebidas de leite chinesas, apesar de, há seis anos, a União Europeia ter decretado um embargo a estes produtos. Mas hoje, ao final da tarde, a ASAE emitiu um comunicado onde confirma que “a importação de leite e produtos lácteos provenientes da China é proibida na UE desde 2002”. Acrescenta ainda que “não possuiu actualmente qualquer evidência de que possam ter ocorrido exportações ilegais para Portugal” daqueles produtos.
O PÚBLICO conseguiu comprar uma lata de bebida de leite da China, com 245 ml, que custou 80 cêntimos, e uma embalagem que a funcionária do supermercado indicou tratar-se de iogurtes líquidos (apesar de se tratar também de uma bebida de leite), que incluía quatro garrafas plásticas com 220 ml cada, e custou 1,85 euros.
Os dois produtos não possuem descrição em português, como a lei impõe, e os supostos iogurtes estão inclusivamente fora do prazo de validade.
_________________________
Porra*! Isto é grave.
*O devido pedido de desculpas pelo uso da interjeição, mas, perante tais factos, só resta isto.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
(...)
A questão é que, ao contrário do homem, a mulher não é moderna, é clássica , e quer compromisso, quer família. O homem sempre foi moderno. O casamento inventou-se para o agarrar.
__________________
Ideia curiosa essa da mulher ser clássica...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Até porque, se falamos de educação, convém dar bom exemplo aos discentes e mostrar-lhes que é importante planear e cumprir prazos.
Claro que há sempre imponderáveis. O que me leva a pensar nas razões para este alargamento de prazo. Será que as candidaturas eram tantas que provocaram ruptura no sistema? Será que eram poucas?
Afinal, e sempre, será tudo uma questão de números, estatísticas. Premiar um professor entre 10 é diferente de premiar um professor entre 20. Digo eu, claro. E isto sem fazer a mínima ideia da média de professores candidatos no Ano Passado. Não fiz qualquer estudo, nem sei se foram divulgados esses dados.
Até porque acho este prémio um absurdo.
.
.
.
Tivemos, então, a época dos assaltos, particularmente à mão armada. O pessoal estava de férias e havia que preocupar as hostes. Afinal, estamos em tempo de crise e não convém que o pessoal relaxe...
Terminada esta fase, com o regresso ao trabalho havia que actualizar as notícias. Os assaltos passaram a ser normais. E começam a aparecer as notícias de acidentes no trabalho. Para já duas: Dois trabalhadores morrem em derrocada numa pedreira em Ponte de Lima / Duas pessoas continuam soterradas Derrocada em Braga faz um morto e obriga a evacuar prédios e lojas .
Haverá mais?!
domingo, 13 de julho de 2008
Durante duas semanas, José Sócrates viveu entre várias visitas ao irmão na Corunha, um aceso debate do estado da Nação e uma agenda que passa por viagens ao estrangeiro. Hoje, Sócrates participa na Cimeira de lançamento da União Europeia para o Mediterrâneo.
________________________
Estranhei nesta notícia o facto de nos dar a conhecer pormenores da vida pessoal do PM. Afinal, tudo tem feito para a resguardar. E tem conseguido. Porque não terá conseguido desta vez?
Uma dúvida humana da minha parte, julgo...
quinta-feira, 19 de junho de 2008

naquele dia tinha acordado mais cedo. andava preocupada com a ida ao médico do francisco. na última consulta, as análises tinham alguns elementos estranhos e maria não queria estar desprevenida, uma vez que, se o problema fosse deveras grave, muita coisa se alteraria nas suas vidas.
levantou-se. foi para a casa de banho e pôs a água a correr. soube-lhe bem sentir a água quente a cair no corpo. agora, eram apenas aqueles momentos o únicos em que podia relaxar.
estavam na esplanada do café, em mesas separadas, mas no mesmo grupo de amigos. quer dizer, eram mais conhecidos,uma vez que amigos, tinha apenas ali a cristina e o namorado.
que novidades teria o médico?
chamou-o: francisco, acorda.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
"É com particular satisfação que registamos uma melhoria muito significativa nas provas de aferição, sobretudo na disciplina onde se pensa que há uma fatalidade [Matemática], mas não há fatalidade nenhuma", garantiu a titular da pasta da Educação, em conferência de imprensa.
Permita-me que a corrija, Sra. Ministra: mas não há fatalidade alguma.
Garanto-lhe que seja assim.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
domingo, 1 de junho de 2008
Fiquei confusa. Os alunos que ganharam a final receberam como prémios: uma viagem, computador e outra coisa de que não me lembro do nome.
Não receberam livros.
Fiquei confusa e achei estranho. Sendo o objectivo do Concurso e Plano elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o País a par dos parceiros europeus, destinando-se a criar condições para que a população alcance níveis de leitura em que se sintam aptos a lidar com a palavra escrita, por que razão não receberam, pelo menos, um livro?!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
Estava eu a comer uma maçã, e a pensar no que inspira a vida... Lembrei-me das árvores, das folhas, do cheiro, e, particularmente, daquelas árvores que observo atentamente, quando vou na auto-estrada para Lisboa... São bonitas! Pensei, também, num pomar, num pomar pensei... Mas já não gostei, já não achei bonito. Então, cheguei há conclusão que as coisas são mais bonitas separadas das outras, talvez porque a sua beleza, assim, fica mais visível... Depois pensei em pessoas, e que as pessoas, quando estão sozinhas são diferentes. Mas nem todas as pessoas são assim, por isso mudei, talvez não tenha a ver com a quantidade, talvez com o excesso... Os pobres por exemplo, eles imploram por uma moeda, mas, se ficam ricos, não dão valor ao que têm.
.
.
.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Provavelmente, à maioria, esta questão daria pouca vontade de rir e muito menos de soltar gargalhadas. Mas aconteceu-me. Não porque ache piada à situação de imensa precariedade vivida pelo pessoal não docente. Essa preocupa-me. Enche-me de raiva.
Ao que eu achei imensa piada foi às palavras proferidas pelo Secretário de Estado no final do artigo do DN. Essas sim. São de um sentido de humor atroz. Aliás, só se as entendermos assim, com humor, sarcasmo, se quiserem, é que as podemos compreender:











