segunda-feira, 29 de setembro de 2008

'Zé Carlos' marca regresso dos 'Gato' à SIC

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Alguém que me explique a razão pela qual isto é notícia...

Será a derradeira
alienação geral?!
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sábado, 27 de setembro de 2008

Acabei de ouvir na RTP1, canal de televisão público, um jornalista dizer que se fizeram filas para adquirir o Magalhães.


Mas está tudo doido?

Ou


Qual foi a parte que eu ainda não percebi nesta história?!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008


Em matéria de candidaturas a Prémios , haver um alargamento de prazo para participar é (quase) sempre bom. Resta saber porquê.

Até porque, se falamos de educação, convém dar bom exemplo aos discentes e mostrar-lhes que é importante planear e cumprir prazos.

Claro que há sempre imponderáveis. O que me leva a pensar nas razões para este alargamento de prazo. Será que as candidaturas eram tantas que provocaram ruptura no sistema? Será que eram poucas?

Afinal, e sempre, será tudo uma questão de números, estatísticas. Premiar um professor entre 10 é diferente de premiar um professor entre 20. Digo eu, claro. E isto sem fazer a mínima ideia da média de professores candidatos no Ano Passado. Não fiz qualquer estudo, nem sei se foram divulgados esses dados.

Até porque acho este prémio um absurdo.
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Ora bem, a época dos incêndios não deu notícias, neste ano. Afinal, o tempo não ajudou. As previsões erraram e o Verão passou ameno.

Tivemos, então, a época dos assaltos, particularmente à mão armada. O pessoal estava de férias e havia que preocupar as hostes. Afinal, estamos em tempo de crise e não convém que o pessoal relaxe...

Terminada esta fase, com o regresso ao trabalho havia que actualizar as notícias. Os assaltos passaram a ser normais. E começam a aparecer as notícias de acidentes no trabalho. Para já duas: Dois trabalhadores morrem em derrocada numa pedreira em Ponte de Lima / Duas pessoas continuam soterradas Derrocada em Braga faz um morto e obriga a evacuar prédios e lojas .

Haverá mais?!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

cores...em busca das cores.
Flori
António Abagorro

sábado, 6 de setembro de 2008
















Treino para salto sincronizado?!...

domingo, 20 de julho de 2008


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no mínimo, uma ideia fresquinha...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

domingo, 13 de julho de 2008

(...) Ao que o CM apurou junto de fontes hospitalares da unidade da Corunha, a equipa médica responsável pelos transplantes é muito exigente nos cuidados com os pacientes. Afirmam ser uma das razões para a elevada taxa de sobrevivência de transplantados, que o hospital galego regista. É considerado o melhor da Europa. Os casos de doentes que chegam ali com reduzidas esperanças de vida e que conseguem sobreviver são muitos. O caso de António Pinto de Sousa é um deles. Há cerca de 15 dias o irmão do primeiro-ministro corria risco de vida e só um transplante pulmonar urgente o poderia salvar. Teve a sorte de em cinco dias haver um pulmão compatível que, curiosamente, foi enviado por um hospital português para a Corunha. Dia 4 de Julho foi submetido ao transplante.

Durante duas semanas, José Sócrates viveu entre várias visitas ao irmão na Corunha, um aceso debate do estado da Nação e uma agenda que passa por viagens ao estrangeiro. Hoje, Sócrates participa na Cimeira de lançamento da União Europeia para o Mediterrâneo.




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Teve sorte, afirma o jornalista. Ainda bem direi eu. Outros não a terão. Pelo menos assim tão rápida. Mas ainda bem que há quem tenha sorte assim. Salva-se uma vida.

Estranhei nesta notícia o facto de nos dar a conhecer pormenores da vida pessoal do PM. Afinal, tudo tem feito para a resguardar. E tem conseguido. Porque não terá conseguido desta vez?

Uma dúvida humana da minha parte, julgo...

sábado, 12 de julho de 2008

final de tarde à espera que as horas passem ou que o vento se canse de soprar e me devolva a serenidade. ou então sair do refúgio de todos os dias. às vezes apetece fazer tempestades e partir nelas...

quinta-feira, 19 de junho de 2008


um sorriso


naquele dia tinha acordado mais cedo. andava preocupada com a ida ao médico do francisco. na última consulta, as análises tinham alguns elementos estranhos e maria não queria estar desprevenida, uma vez que, se o problema fosse deveras grave, muita coisa se alteraria nas suas vidas.

levantou-se. foi para a casa de banho e pôs a água a correr. soube-lhe bem sentir a água quente a cair no corpo. agora, eram apenas aqueles momentos o únicos em que podia relaxar.

depois de já estar vestida e antes de descer para ir preparar o pequeno-almoço, foi ao quarto acordar o francisco.

dormia profundamente. ficou a olhar para ele. como era bonito o seu sorriso, mesmo a dormir... fora, aliás, aquele trejeito brincalhão de menino que a tinha cativado e a tinha feito olhar de maneira diferente para ele.

estavam na esplanada do café, em mesas separadas, mas no mesmo grupo de amigos. quer dizer, eram mais conhecidos,uma vez que amigos, tinha apenas ali a cristina e o namorado.

tinham sido apresentados durante o jantar; o francisco era amigo do pedro, namorado da cristina. falaram durante o jantar, já que ficaram frente a frente. mas ali na esplanada tinham ficado em mesas separadas... e sorriam apenas um para o outro.

agora, já passados seis anos, continuavam a sorrir assim. o sorriso era o mesmo, ainda que cada vez mais cúmplice. o dele, quase traquina.

que novidades teria o médico?

chamou-o: francisco, acorda.



18.junho.2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008


quinta-feira, 5 de junho de 2008


Ouvindo a Grande Reportagem, vou-me perguntando: será que, num futuro próximo, o porta-voz do PS irá mudar?!...
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domingo, 1 de junho de 2008

Acabei de ver na RTP1 a final do Concurso «Ler+», promovido pelo Plano Nacional da Leitura.

Fiquei confusa. Os alunos que ganharam a final receberam como prémios: uma viagem, computador e outra coisa de que não me lembro do nome.

Não receberam livros.

Fiquei confusa e achei estranho. Sendo o objectivo do Concurso e Plano elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o País a par dos parceiros europeus, destinando-se a criar condições para que a população alcance níveis de leitura em que se sintam aptos a lidar com a palavra escrita, por que razão não receberam, pelo menos, um livro?!


segunda-feira, 26 de maio de 2008

sábado, 24 de maio de 2008

Estava eu a comer uma maçã, e a pensar no que inspira a vida... Lembrei-me das árvores, das folhas, do cheiro, e, particularmente, daquelas árvores que observo atentamente, quando vou na auto-estrada para Lisboa... São bonitas! Pensei, também, num pomar, num pomar pensei... Mas já não gostei, já não achei bonito. Então, cheguei há conclusão que as coisas são mais bonitas separadas das outras, talvez porque a sua beleza, assim, fica mais visível... Depois pensei em pessoas, e que as pessoas, quando estão sozinhas são diferentes. Mas nem todas as pessoas são assim, por isso mudei, talvez não tenha a ver com a quantidade, talvez com o excesso... Os pobres por exemplo, eles imploram por uma moeda, mas, se ficam ricos, não dão valor ao que têm.

Quando vejo uma árvore sozinha, fotografo-a com os meus olhos, é ouro, é… É a vida…

Inês Félix, 13 anos
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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Não sou pessoa que se ria com a piada fácil. Solto gargalhadas mas, na maioria das vezes, por razões que aos outros passam despercebidas, ou então provocariam neles outra reacção. O exemplo que se segue é um desses casos.

Provavelmente, à maioria, esta questão daria pouca vontade de rir e muito menos de soltar gargalhadas. Mas aconteceu-me. Não porque ache piada à situação de imensa precariedade vivida pelo pessoal não docente. Essa preocupa-me. Enche-me de raiva.

Ao que eu achei imensa piada foi às palavras proferidas pelo Secretário de Estado no final do artigo do DN. Essas sim. São de um sentido de humor atroz. Aliás, só se as entendermos assim, com humor, sarcasmo, se quiserem, é que as podemos compreender:



quarta-feira, 21 de maio de 2008

e para quando, de novo, dias de azul verdes?