domingo, 20 de julho de 2008


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no mínimo, uma ideia fresquinha...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

domingo, 13 de julho de 2008

(...) Ao que o CM apurou junto de fontes hospitalares da unidade da Corunha, a equipa médica responsável pelos transplantes é muito exigente nos cuidados com os pacientes. Afirmam ser uma das razões para a elevada taxa de sobrevivência de transplantados, que o hospital galego regista. É considerado o melhor da Europa. Os casos de doentes que chegam ali com reduzidas esperanças de vida e que conseguem sobreviver são muitos. O caso de António Pinto de Sousa é um deles. Há cerca de 15 dias o irmão do primeiro-ministro corria risco de vida e só um transplante pulmonar urgente o poderia salvar. Teve a sorte de em cinco dias haver um pulmão compatível que, curiosamente, foi enviado por um hospital português para a Corunha. Dia 4 de Julho foi submetido ao transplante.

Durante duas semanas, José Sócrates viveu entre várias visitas ao irmão na Corunha, um aceso debate do estado da Nação e uma agenda que passa por viagens ao estrangeiro. Hoje, Sócrates participa na Cimeira de lançamento da União Europeia para o Mediterrâneo.




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Teve sorte, afirma o jornalista. Ainda bem direi eu. Outros não a terão. Pelo menos assim tão rápida. Mas ainda bem que há quem tenha sorte assim. Salva-se uma vida.

Estranhei nesta notícia o facto de nos dar a conhecer pormenores da vida pessoal do PM. Afinal, tudo tem feito para a resguardar. E tem conseguido. Porque não terá conseguido desta vez?

Uma dúvida humana da minha parte, julgo...

sábado, 12 de julho de 2008

final de tarde à espera que as horas passem ou que o vento se canse de soprar e me devolva a serenidade. ou então sair do refúgio de todos os dias. às vezes apetece fazer tempestades e partir nelas...

quinta-feira, 19 de junho de 2008


um sorriso


naquele dia tinha acordado mais cedo. andava preocupada com a ida ao médico do francisco. na última consulta, as análises tinham alguns elementos estranhos e maria não queria estar desprevenida, uma vez que, se o problema fosse deveras grave, muita coisa se alteraria nas suas vidas.

levantou-se. foi para a casa de banho e pôs a água a correr. soube-lhe bem sentir a água quente a cair no corpo. agora, eram apenas aqueles momentos o únicos em que podia relaxar.

depois de já estar vestida e antes de descer para ir preparar o pequeno-almoço, foi ao quarto acordar o francisco.

dormia profundamente. ficou a olhar para ele. como era bonito o seu sorriso, mesmo a dormir... fora, aliás, aquele trejeito brincalhão de menino que a tinha cativado e a tinha feito olhar de maneira diferente para ele.

estavam na esplanada do café, em mesas separadas, mas no mesmo grupo de amigos. quer dizer, eram mais conhecidos,uma vez que amigos, tinha apenas ali a cristina e o namorado.

tinham sido apresentados durante o jantar; o francisco era amigo do pedro, namorado da cristina. falaram durante o jantar, já que ficaram frente a frente. mas ali na esplanada tinham ficado em mesas separadas... e sorriam apenas um para o outro.

agora, já passados seis anos, continuavam a sorrir assim. o sorriso era o mesmo, ainda que cada vez mais cúmplice. o dele, quase traquina.

que novidades teria o médico?

chamou-o: francisco, acorda.



18.junho.2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008


quinta-feira, 5 de junho de 2008


Ouvindo a Grande Reportagem, vou-me perguntando: será que, num futuro próximo, o porta-voz do PS irá mudar?!...
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domingo, 1 de junho de 2008

Acabei de ver na RTP1 a final do Concurso «Ler+», promovido pelo Plano Nacional da Leitura.

Fiquei confusa. Os alunos que ganharam a final receberam como prémios: uma viagem, computador e outra coisa de que não me lembro do nome.

Não receberam livros.

Fiquei confusa e achei estranho. Sendo o objectivo do Concurso e Plano elevar os níveis de literacia dos portugueses e colocar o País a par dos parceiros europeus, destinando-se a criar condições para que a população alcance níveis de leitura em que se sintam aptos a lidar com a palavra escrita, por que razão não receberam, pelo menos, um livro?!


segunda-feira, 26 de maio de 2008

sábado, 24 de maio de 2008

Estava eu a comer uma maçã, e a pensar no que inspira a vida... Lembrei-me das árvores, das folhas, do cheiro, e, particularmente, daquelas árvores que observo atentamente, quando vou na auto-estrada para Lisboa... São bonitas! Pensei, também, num pomar, num pomar pensei... Mas já não gostei, já não achei bonito. Então, cheguei há conclusão que as coisas são mais bonitas separadas das outras, talvez porque a sua beleza, assim, fica mais visível... Depois pensei em pessoas, e que as pessoas, quando estão sozinhas são diferentes. Mas nem todas as pessoas são assim, por isso mudei, talvez não tenha a ver com a quantidade, talvez com o excesso... Os pobres por exemplo, eles imploram por uma moeda, mas, se ficam ricos, não dão valor ao que têm.

Quando vejo uma árvore sozinha, fotografo-a com os meus olhos, é ouro, é… É a vida…

Inês Félix, 13 anos
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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Não sou pessoa que se ria com a piada fácil. Solto gargalhadas mas, na maioria das vezes, por razões que aos outros passam despercebidas, ou então provocariam neles outra reacção. O exemplo que se segue é um desses casos.

Provavelmente, à maioria, esta questão daria pouca vontade de rir e muito menos de soltar gargalhadas. Mas aconteceu-me. Não porque ache piada à situação de imensa precariedade vivida pelo pessoal não docente. Essa preocupa-me. Enche-me de raiva.

Ao que eu achei imensa piada foi às palavras proferidas pelo Secretário de Estado no final do artigo do DN. Essas sim. São de um sentido de humor atroz. Aliás, só se as entendermos assim, com humor, sarcasmo, se quiserem, é que as podemos compreender:



quarta-feira, 21 de maio de 2008

e para quando, de novo, dias de azul verdes?

domingo, 18 de maio de 2008

sexta-feira, 16 de maio de 2008


sorriso perdido

um dia saiu de casa e perdeu a vontade de ir para a escola.
resolveu ira à procura do mundo. percorreu cidades, países, continentes. conheceu outros sítios, outras gentes... durante esse tempo pensou que era feliz e lentamente pensou, também, que já se tinha esquecido da sua escola, da sua casa.
e o tempo foi passando.
um dia, alguém lhe disse que perdera o sorriso. ficou preocupada. viu-se ao espelho e verificou que era verdade. quis chorar e não conseguiu. disseram-lhe, então, que para chorar tinha de voltar a encontrar o sorriso. procurou naquela cidade. naquele país. naquele continente.
não o encontrou.
viajou por todas as cidades e países dos outros continentes por onde tinha andado. não o encontrou.
e, de repente, durante outra noite de tristeza, lembrou-se da sua casa, da sua escola.
regressou. o sorriso estava lá, à sua espera, entre a casa e a escola. o primeiro caminho que tinha aprendido a fazer.
ficou.

8.maio.2008

segunda-feira, 12 de maio de 2008

terça-feira, 6 de maio de 2008

O estudo, apresentado por ocasião da inauguração do Centro de Respostas Integradas (CRI) de Évora do Instituto de Droga e Toxicodependência, na presença do secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, teve como objectivo descrever a dimensão e as características do fenómeno do consumo lícito e ilícito de substâncias psicoactivas na população portuguesa entre os 15 e os 64 anos.A investigação, que abrangeu uma amostra de 15 mil inquiridos, concluiu que, quanto à dimensão dos consumos de substâncias ilícitas, houve um «aumento das prevalências de consumo ao longo da vida»
(...)

Manuel Pizarro preferiu destacar que, tanto o INPP como o Inquérito Nacional em Meio Escolar - 2006 (INME), cujos resultados preliminares também foram divulgados esta sexta-feira na cidade alentejana, mostram que há uma «diminuição do consumo de drogas entre os mais jovens e a população em meio escolar, quer no terceiro ciclo, quer no secundário».

«É um resultado muito importante, que acompanha o que de melhor acontece pelo mundo fora. Ainda há países em que o consumo entre os mais jovens está a aumentar, mas no caso português é óbvio que está a diminuir e de forma acentuada, o que nos deixa muito satisfeitos», frisou.

O INPP refere que é nos grupos etários dos 15 aos 24 anos e dos 25 aos 34 anos que ocorrem as prevalências «acima da média», mas alerta que, quando se divide a primeira faixa etária em dois segmentos - 15-19 e 20-24 anos -, constata-se que, de 2001 para 2007, «no grupo dos mais jovens há um decréscimo das percentagens de consumidores», enquanto «no grupo dos mais velhos há um relevante acréscimo desses valores».

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Eu até me considero uma optimista, por natureza, mas, às vezes, tenho dificuldades em perceber as leituras que outros fazem.

Como é que se pode concluir, como o secretário de estado da educação, Walter Lemos, e outros fizeram, que o que se tem feito nas escolas em matéria de prevenção tem funcionado, quando é nos grupos etários dos 15 aos 24 anos e dos 25 aos 34 anos que ocorrem as prevalências «acima da média»?!

Se os estudos feitos acompanharam um período ainda longo - de 2001 a 2007, como se pode estar satisfeito, quando, afinal, a actual e próxima geração activa, pelos resultados, mostram prevalência acima da média no consumo?!

Mas isto nem deve ser negativismo da minha parte. Provavelmente, iliteracia. Claro que também teria sido interessante ter feito, em paralelo, um estudo que analisasse os hábitos dos jovens do 3º ciclo e Secundário no que respeita o consumo de álcool...
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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Isto anda muito parado...

terça-feira, 22 de abril de 2008

Ensino Show



Sugestões pedagógicas para acabar com os chumbos...
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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Este senhor é um Senhor!

domingo, 20 de abril de 2008

Já repararam na quantidade de vezes que o PM repete, no seu discurso, a expressão: Pela primeira vez... ?!
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